Mostrar mensagens com a etiqueta Vai-te embora abelha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vai-te embora abelha. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, julho 31, 2008

Kamarada Madeira, olhe que nós vamos à procura...

... de prosas suas de fino recorte revolucionário, marxista-leninista q.b., em que no passado defendeu formas musculadas de mostrar a oposição aos governos imundos da Direita.
É que meterem o lobo a queixar-se que as ovelhinhas estão pouco mansas tem a sua graça, mas revela uma certa falta de vergonha.

segunda-feira, agosto 27, 2007

Até chega a dar dó





Eu acho - mas se calhar sou demasiado exigente - que deveria existir um mínimo exigível de rigor às patacoadas do nosso estimado Nuno Cavaco sobre questões climáticas.
No seu último post, para alfinetar este nosso (paciência, os videos estão a custar a aparecer, mas estão lá), incluem-se imagens e ligações para um site em que não se afirma nada do que NC afirma e cujos dados são apresentados com avisos como estes:

«these data are still experimental, no warranty»

«No warranty, expressed or implied, is made regarding the accuracy or utility of the data! False ice concentrations can occur due to bad weather systems.»

Não é por nada, caro ex-multiassessor, membro do Rebabartivo Concelhio, autarca eleito, especialista em variados assuntos político climáticos e actual jovem esperança do Partido do Colectivo, mas por favor, ao menos tente dar um pouco de luta e não se cubra de ridículo desta maneira.

Leia as coisas antes de as citar.
Se não lhe ensinaram isso em lado nenhum, já podia ter aprendido connosco.
Olhe que com a nossa provecta idade, não vamos cá estar para sempre e o seu caso já começa a ser preocupante.

sábado, agosto 25, 2007

segunda-feira, agosto 06, 2007

No fundo, todos concordam

Escreve Emanuel Costa, que é alguém no PS do Montijo sobre Ordenamento do Território e esteve no Congresso da ANMP:

«Os Planos de Urbanização e Planos de Pormenor referentes a terrenos classificados no PDM como urbanos ou urbanizáveis devem ter aprovação exclusivamente municipal, seguida de mero registo e publicação.»



Só para mostrar como o PC da Moita subscreveria esta posição de um socialista montijense, se é que o representante moiteiro no evento já não o fez.

Porque no fundo todos os que estão no poder, num dado momento, num certo território, acabam todos por querer o mesmo: mandar sem ser questionados.

quarta-feira, junho 27, 2007

Curioso, estranho ou nada disso

Sempre que um tipo grita "antropólogo à vista" há uma certa e determinada voz crítica que desaparece logo das caixas de comentários.
Rai's parta os acasos.

sábado, maio 05, 2007

Confusões úteis

Anda por aí quem goste de confundir as coisas, apenas porque tem interesse nisso.
Há quem queira confundir a boa e velha delação, com base em delito de opinião, com a denúncia de situações de provável (ou certa) ilegalidade e/ou abuso da ocupação de cargos públicos.
Porque uma coisa é tentar perseguir e identificar para controlar quem não se conhece, ou difamar e verdadeiramente caluniar quem incomoda só porque incomoda. Algo completamente diferente é apontar o dedo de forma clara a quem se suspeita de - em actos concretos - ter lesado notoriamente o interesse público ou ter desrespeitado a lei sem justificação ética ou moral.

Mas há quem queira confundir tudo.
Porque é de seu interesse que essa mistura se faça.

É a mesma história com o anonimato. Critica-se quando dói, mas usa-se quando se quer - estupida e ineficazmente - fazer doer.

Em psicologia a isso chama-se a hipocrisia do duplo padrão.
Em sabedoria popular é a história da pimenta que é colírio nos olhos dos outros. Mas que quando é nos nossos, arde que se farta.

Azar.

quarta-feira, maio 02, 2007

Mas quem diz que não andámos por lá?



Só que ao longe, não fosse um dos amoitados intelectuais - que agora aparecem em tudo o que é "evento" em Alhos Vedros - deitar-nos mau-olhado.
Mas o Laginha é muito à frente. A malta quer mesmo é o Tony Carreira na Praça de Touros.
Isso é qué um ganda artista.

sexta-feira, abril 27, 2007

Catrapum...

Do Público:
«Presidente da Câmara de Setúbal constituída arguida no caso das reformas compulsivas
A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, foi constituída arguida no âmbito das suspeitas de conluio entre autarcas e trabalhadores devido à reforma compulsiva de dezenas de funcionários da autarquia.
"Já prestei declarações na Polícia Judiciária e já fui constituída arguida", disse hoje à Lusa Maria das Dores Meira, adiantando que todos os vereadores em exercício na altura em que foram aprovadas as reformas compulsivas (os 60 trabalhadores que beneficiaram das mesmas e duas juristas da autarquia) já foram, ou vão ser, ouvidos pela Polícia judiciária.»


... mais um tiro naquela coisa do trabalho, competência e não sei o quê mais.
Já agora, quem é que vem a seguir na lista?
Ou para Lisboa pedem-se eleições, mas para Setúbal nadica de nada?
Ou há coerência ou comem todos pela medida grande.

Mas por um lado, isto podem ser boas notícias e um balão de oxigénio, para o poder moiteiro, porque nunca é conveniente acumularem-se dois empurrões pela borda fora muito próximos.
Por isso deve haver quem esfregue as mãos por aí, pois há males...

segunda-feira, abril 09, 2007

Mais vergonhoso do que o penálti...

... assinalado pelo Lucílio Baptista, o habilidoso de Setúbal, é um relator televisivo ver as imagens mais do que evidentes do outro habilidoso Simão, e ainda achar que na sua opinião é penálti mesmo.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Excrescências Democráticas

Há uns anos o Soares Sénior afirmava que o Paulinho Portas era um tumor da democracia.
Eu quanto ao Alberto João Jardim acho mais que ele é um quisto sebáceo.
Não mata, mas mói.
E parece que vai, mas depois volta outra vez.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Mentiroso é...

... aquele a quem chamam isso ou quem afirma mentiras?
O puto reguila em busca-de-lugar-no-quadro-Cavaco, aparelhista da linha baixa formada pela jota amoitada, tenta distrair o vulgo com questões como o facto de eu me interrogar sobre a falta de dados sobre o espantalho que andam a agitar do encerramento do SAP durante a semana.
A única fonte da informação é um alegado papel que existia mas já não existe e uma "interveção" da JFreguesia para obter informações que não obteve, sendo que a tertúlia amoitada linka para si mesma para tentar provar o que afirma.

Mas não sou eu que defendo a existência de 3 verdades!

Eu por exemplo, acho que anunciar aos quatro ventos que "até 2008" vai existir um Parque Temático no concelho, chegando mesmo a anunciar-se a inauguração na Páscoa de 2008, é que é grossa mentira.
Atenção que a coisa está carimbada oficialmente nesta acta, não sou eu que estou a largar bitaites por causa dum papel que sumiu.
Cavaquinho foi chamar mentiroso ao shôr Presidente?
Ná, que a coragem desabita aquele corpinho e o emprego garantido desvertebraliza a coluninha e só faz abanar a cabecinha e dar a patinha.

Fui eu que anunciei há 6 meses que ia avançar a construção da Piscina Municipal da Moita, para há uns dias dar o dito por não dito, revelando que tudo tem sido propaganda porque dinheiro só para fazer buracos na Marginal?
Cavaquinho-multiassessor apressado correu a chamar mentirosos aos envolvidos? Claro que não, que o homem dá a cara e depois ainda lhe cortavam o salário mensal e tinha de andar a catar emprego não garantido pelo cartão partidário.

E, passando para outra esfera da mentira, que é a deliberada omissão, fui eu que ocultei um pedido de aposentação em vésperas de eleições, argumentando depois que foi feito de acordo com a lei em vigor?

Olhe Cavaquinho-multiassessor, volto a dizer para se desviar e resumir-se à sua insignificância e, no seu caso, efectiva duplicidade de critérios e valores e manifesta falta de postura ética.

Eu não sou o das 3 verdades e nunca, mas por nunca ser, procurei induzir ninguém em erro, lançando - off the record, aqui que ninguém nos lê - falsas acusações sobre candidatos da oposição local para ver se pegava.


Tenha vergonha, tenha muita vergonha.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Aparelhista Irado

O multiassessor NCavaco dedica-me num post da tertúlia amoitada da Baixa algumas linhas que ele parece considerar ofensivas.
É uma estratégia como qualquer outra para se fazer notado e ganhar créditos para um lugar nos quadros da CMM.

Usa por duas vezes um adjectivo que leu aqui - inane - e cujo significado deve ter ido procurar num dicionário da Biblioteca lá do fórum dos amigos.
Há uns dias num comentário entrava por "erecções" e outras considerações babosas, mas típicas das conversas que manterá com os amigos e prosélitos de tasca.

Mas eu encaro isto com bonomia, pois sei que o fogo vai começar a arder não só por baixo como por cima.
Por isso, dou-lhe desconto, pois está transtornado.
Não percebe quando uma pessoa afirma algo no condicional; pensando bem, ele raramente percebe qualquer coisa que não lhe digam como perceber.

Mas eu continuo a aconselhá-lo com toda a paciência de quem já aturou putos reguilas no seu tempo.
Desvie-se da frente assessor, porque ainda acaba cilindrado com o resto do poder moiteiro.
Quer oferecer-se em sacífício, tudo bem.
Mas eu sempre gostei mais de carinhas larocas e corpinhos mais jeitosos.
De uma vez por todas, deixe de se colocar em bicos de pés.
Aqui já não estamos para atirar aos pardalitos.
Só aos passarões.
Já não há pachorra para si e para os outros hipócritas.
Já percebemos ao que anda(m).
Às migalhas.
Já foi convidado para a Costa ou para o Algarve?
Sonha com o Brasil?
Ou aconchega-se com um gabinetezinho climatizado com vista para o espelho de lama?
Mas lembre-se sempre que todo o seu esbracejar traduz-se num enorme ZERO, que no seu caso calha ser á esquerda, ou pelo menos quer fazer crer que sim.

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

A Hipocrisia Anti-Anónima

Já andei mais cansado com a conversa da treta dos críticos do anonimato na blogosfera.
Mas é sempre interessante lá voltar.
Não é só um fenómeno local, pois personalidade públicas usam o mesmo tipo de argumentação, com a mesma falta de coerência e decoro.
Tomemos o caso da sempre-fixe Rita Ferro Rodrigues, rapariga de boas famílias e melhores relacionamentos, toda cheia de princípios éticos, mas ao mesmo tempo rebelde, a mistura ideal de pretensão e vazio.
Quando foi o caso afamado da "denúncia" de um pseudo-plágio cometido por Miguel Sousa Tavares no seu livro, onde teria usado extensas passagens de uma obra anterior, RFR apareceu no seu espacinho na revista do Expresso logo em defesa de MST, apontando o dedo à cobardia dos blogueiros anónimos (onde é que eu também já li isto?) que teriam feito a denúncia de forma torpe e coiso e tal. Ora bem, a verdade é que a correspondência entre uns quantos parágrafos do Equador e da(s) obra(s) em causa existe, só que é perfeitamente compreensível porque se trata do relato de factos históricos. A denúncia foi desproporcionada, e mais ficou com a reacção que mereceu por parte do inflamado MST e dos que o secundaram. A reacção certa seria apresentar os factos, explicá-los e tudo se esfumaria.
Ao contrário, a polémica pareceu servir bastante bem a todas as partes envolvidas e não apenas ao denunciante anónimo.
O mais interessante, no caso da Ritinha foi que duas ou três semanas volvidas estava no mesmo espaço a divulgar e elogiar blogues anónimos com conteúdo, para mim medianamente interessante, mas que normalmente será considerado obsceno.
Significa isto que o anonimato serve para escrever sobre **nas e ***alhos mas já não serve para o resto.
Por cá, as coisas não são muito diferentes.
Os blogueiros do regime, que precisam de dar a cara para ser conhecidos e recoompensados pelo seu esforço são anti-anónimos e criticam todos os que denunciam situações incómodas para o poder moiteiro sob anonimato
(já nem canso a explicar que o anonimato não é bem isso).
Nisso são apoiados pelo poder que defendem.
No entanto, alimentaram e albergaram comentadores anónimos que ofenderam e ofendem várias pessoas, umas bem identificadas, outras que suspeitam ser os "anónimos" ou, na falta de pistas, os próprios "anónimos".
O anonimato nestes casos já serve: o múltiplo Vigilante, o(a?) ocasional Afrodite, o mais sério Alhosvedrense, o trauliteiro Eddie Vedder e o seu clone Sun Tzu assim como muitos outros eram considerados credíveis, embora sejam tão anónimos como nós na blogosfera. Alguns apaenas me ofendiam a mim e à minha família - tudo bem, tenho a casca grossa e cheiro o desespero - mas outros ofendiam pessoas concretas, incluindo colegas de trabalho de um dos autores do blogue ou mesmo políticos locais, principalmente socialistas e bloquistas
A diferença não está obviamente na questão do anonimato.
Está apenas na questão da posição (política) dos "anónimos" em causa.

Os defensores do poder moiteiro eram e são "bons" anónimos.
Os críticos são "maus" anónimos.
Apresentar documentos relativos ao Orçamento Municipal e às desanexaçõs da REN previstas no PDM, completamente verídicos, é resultado da acção vergonhosa da "cybercobardia",
Ofender a vida conjugal e familiar de candidatos da oposição é "bom" anonimato.
Pior, houve quem andasse a tentar fazer crer que certos "anónimos" eram determinadas pessoas da oposição apenas para fins políticos, sabendo perfeitamente que o não eram.
Aparentemente isso deve ser "coragem".
Mentir é corajoso.
Escrever a verdade, apresentar documentos oficiais verídicos e analisá-los criticamente é cobardia.
Exacto.
Assim como acham que para se fazer isso é preciso ser pago.
De certa forma entendo.
Como há quem seja pago pelo poder moiteiro para andara controlar os blogues, a comentar anonimamente criticando os anónimos, acham que todos os outros se regem pela mesma bitola medíocre.
Mas o que isto revela é toda uma imensa hipocrisia, de duplo padrão ético e moral, onde o bem e o mal se definem pelas posições relativas quanto ao poder moiteiro e não pelo seu valor intrínseco.
É que há quem seja mais anónimo do que os outros.