
No dia
26 de Julho o
Brocas fez este post a denunciar uma situação estranha com pilaretes à frente de um certo e determinado estabelecimento comercial.
Como bom assssor que é,
o diligente Nuno Cavaco desmonta a argumentação do Brocas, mostrando uma factura da compra de pilaretes pelo tal estabelecimento comercial no dia
4 de Agosto de 2008.
Factura que diz explicitamente que os pilaretes foram disponibilizados naquela data!
Ou seja, 9 dias depois do post do Brocas e cerca de duas semanas - mais coisa, menos coisa - da sua colocação no sítio.
Afinal de contas quem mente?Afinal errei!Mais uma vez, penso que é a segunda vez (em quase 4 anos de blog) que meto a pata na poça, nestes termos de lançar para o ar, não interessa aqui as fontes ou as razões o unico culpado sou eu, postas de pescada (neste caso pilaretes que me iam caindo em cima).Retirei o que havia escrito neste post porque, após cerca de 45 minutos de conversa com o Manuel Madeira, cheguei à conclusão de que, afinal o homem em tudo agiu de boa fé.
Prontificou-se, e estaria previsto para amanhã Quinta-Feira, só que eu não posso , e nem quero, pois quero acreditar no Manuel em virtude de toda a disponibilidade que o mesmo me mostrou relativamente a me facultar provas da legalidade da coisa (pilaretes), a provar-me a situação através de documentação na sua loja.
Quando coloquei o Post, a minha intenção era, unica e simplesmente, atingir a classe politica, neste caso representada pelo Manuel Madeira, nunca, mas mesmo nunca, foi minha intenção atingir a empresa Poder da Cor. Nem isso me veio à ideia tão pouco. Tal como todo o mundo (e agora pareço um Brasileiro a falar) não sou perfeito, à firma Poder da cor e seus funcionários, as minhas desculpas.
Relativamente ao Manuel Madeira, e como já aconteceu, sempre que tenha algo a “descascar-lhe” em cima, politicamente, como já aconteceu, não espere que o não faça, mas a si, não à sua empresa.
Relativamente aos Sportinguistas e Companhia Limitada, que anonimamente por ai colocaram comentários, relativamente a esta situação, apesar de nalguns aspectos se encontrarem na posse da razão, não merecem nada pois, e eu respondi à letra também o não mereço, efecturam-no com ofensas à minha pessoa.Errar é humano!