
segunda-feira, setembro 15, 2008
Evidentes progressos

domingo, setembro 14, 2008
Quem quiser assuntos sérios...
Nunca nos esquecemos dos tarados


As 50 Namoradas ou Mulheres mais jeitosas do mundo do futebol (tem coisas maravilhosas, mas só lá aparecemos com a Svedin do Figo) e garanto-vos que há belezas épicas como a Kirsten Shevchenko ou a Louise Redknapp.
sábado, setembro 13, 2008
Fonseca Ferreira a desancar nos PDM
sexta-feira, setembro 12, 2008
E hoje há gajas boas?

O ídolo dos bem-pensantes moiteiros e amoitados
E agora quero vê-los a acusar-nos a nós de sermos isto e aquilo.
Espera-se prosa de Nuno Cavaco, Manuel Madeira, Joaquim Gonçalves ou outro a exaltar a qualidade democrática e cívica de Hugo Chávez.
Portal Lisboa
Foi criado o maior projecto informativo dedicado exclusivamente à cidade de Lisboa. Agradecia a vossa visita em http://www.portallisboa.net/ .

Neste espaço, após registo, podem participar no fórum e chat, colocar classificados, ver todas as notícias e informações sobre tudo o que se passa na cidade, com destaque para o âmbito cultural do projecto. Agradecia o vosso registo no site e a divulgação do mesmo, por favor reenviem este mail para os vossos restantes contactos.
Atenciosamente,
João Gomes (Director)
joaogomes@portallisboa.net
Av. Rui Nogueira Simões, nº2 A
1600 - 868 - Lisboa
Tlf: 217266394
Fax: 217266396
Tlm: 915438862
Incêndio em Alhos Vedros


Porque os libertários devem votar Obama
Apesar de parecer um contra-senso o voto dos anarquistas, por vezes torna-se necessário, mas isso são polémicas que vêm do princípio do séc. XIX.
"Why Libertarians Should Vote for Obama (1)
First, war. War is the antithesis of the libertarian philosophy of consent, voluntarism and trade. With every war in American history Leviathan has grown larger and our liberties have withered. War is the health of the state. And now, fulfilling the dreams of Big Brother, we are in a perpetual war.
A country cannot long combine unlimited government abroad and limited government at home. The Republican party has become the party of war and thus the party of unlimited government.
With war has come FEAR, magnified many times over by the governing party. Fear is pulling Americans into the arms of the state. If only we were better at resisting. Alas, we Americans say that we love liberty but we are fair-weather lovers. Liberty will flourish only with peace.
Have libertarians gained on other margins in the past eight years? Not at all. Under the Republicans we have been sailing due South-West on the Nolan Chart – fewer civil liberties and more government, including the largest new government program in a generation, the Medicare prescription drug plan, and the biggest nationalization since the Great Depression. Tax cuts, the summum bonum of Republican economic policy, are a sham. The only way to cut taxes is to cut spending and that has not happened.
The libertarian voice has not been listened to in Republican politics for a long time. The Republicans take the libertarian wing of the party for granted and with phony rhetoric and empty phrases have bought our support on the cheap. Thus - since voice has failed - it is time for exit. Remember that if a political party can count on you then you cannot count on it.
Exit is the right strategy because if there is any hope for reform it is by casting the Republicans out of power and into the wilderness where they may relearn virtue. Libertarians understand better than anyone that power corrupts. The Republican party illustrates. Lack of power is no guarantee of virtue but Republicans are a far better - more libertarian - party out-of-power than they are in power. When in the wilderness, Republicans turn naturally to a critique of power and they ratchet up libertarian rhetoric about free trade, free enterprise, abuse of government power and even the defense of civil liberties. We can hope that new leaders will arise in this libertarian milieu."
Inquérito da treta
Desculpa da treta
quinta-feira, setembro 11, 2008
ObaMAD
quarta-feira, setembro 10, 2008
Mais do que perfil precisa-se de atitude
Claro que, em seu bom juízo e atendendo à agência de emprego partidário em que se tornou a CMM e o poder local, ninguém quereria ganhar uma aleição para governar com uma estrutura técnico-administrativa toda minada.
Mas há sempre mártires.
E já agora um conselho suplementar, que decorre de mera táctica básica do combate político: quando alguém é mesmo importante não responde à 2ª ou 3ª linha da equipa adversária.
É verdade que também pode ser por dificuldades de expressão, mas os "eleitos" moiteiros normalmente mandam avançar essas 2ªs e 3ªs linhas para atacar a oposição local.
Só assim se explicam alguns textos de vultos como o Madeira ou o jovem Cavaco, para não falar em outros juniores que por aí aparecem.
A esses nem vale a pena responder directamente.
Não vale a pena descer a esse nível.
Isso fazemos nós.
Qualquer figura da oposição local que se queira dar ao respeito só fala para (ou interpela) o primeiro nível do poder local instalado.
Perder tempo com a arraia do aparelhismo é isso mesmo, uma perda de tempo.
A sério!
A sério!
Alguém anda mesmo com falta de interesse em discutir os problemas locais.
Protesto: Ruído do café "São Lourenço" em Alhos Vedros
Mais uma se prova que , quem tem amigos em lugares certos na CMM se safa.
Miguel S.
Manda bala
Corroios: proprietário de estabelecimento foi atingido, mas diz que também atirou sobre suspeito
Manda bala
«Ourives recebe ladrões a tiro
Corroios: proprietário de estabelecimento foi atingido, mas diz que também atirou sobre suspeito
O proprietário de uma ourivesaria de Corroios, no Seixal, foi atingido a tiro esta terça-feira num ombro durante um assalto, mas a sua situação é considerada estável, informou fonte policial, noticia a agência Lusa.»
terça-feira, setembro 09, 2008
Há por aí uma certa agitação
Não percebo bem porquê.
Por outro lado, e nisso Brito Apolónia tem toda a a razão, o PS local (ou qualquer outra força partidária) não tem qualquer chance de vencer o Partido do Colectivo num mano-a-mano
Só que uma candidatura unitária da oposição acarretaria alguns cuidados:
- A escolha de uma liderança com provas dadas de integridade e ligação ao concelho, capaz de resistir ao lamaçal em que é especializado o aparelhismo colectivo local.
- Um trabalho de sapa comum, de divulgação do programa alternativo e de desmontagem das mentiras de que o actual poder moiteiro se tem alimentado.
- Um enorme cuidado com os pára-quedistas infiltrados que se colam quando dá jeito, mas depois só servem para bufar tudo para o Colectivo.
Resolvendo estas questões, seria interessante assistir a umas eleições travadas nestes moldes, pois muita gente que se tem abstido por desafecto à traição do Partido do Colectivo relativamente aos seus ideais e incapacidade de vislumbrar uma alternativa a sério, poderia aparecer a votar. E talvez conseguisse dar luta à rede tentacular de clientelismo que parte da Dinis de Ataíde e da sua agência de emprego instalada na Câmara da Moita.
segunda-feira, setembro 08, 2008
Parece que hoje não há gajas nuas...
E até parece que ali por junto do palco 25 de Abril havia uma ervinha aromática...
Olha o AV2 vem n'O Rio
«A lição das 7 varas de vime
José de Brito Apolónia
Análise globalmente correcta, acabando por ir de encontro - como reconhece - ao que aqui foi escrito.
Resta saber se chega, se há cabeça (individual para ir à luta e dos apoios para não se degladiarem), se... se...
Mas é interesante que isto tenha sido escrito agora e por quem foi.
A Festa custa a desmontar, kamaradas
Mesmo só de olhar um tipo cansa-se.
A Festa custa a desmontar, kamaradas
domingo, setembro 07, 2008
Festa do Avante, até o Super-Homem passou por lá ! !
Sexo, nunca antes do casamento...

Leitura imprescindível
Estava a sentir a falta...
Agora devem estar a gozar um belo repouso acervejado.
É aproveitar este ar livre antes que voltem a aparecer.
sábado, setembro 06, 2008
As camaradas desfalecem em orgasmo prolongado
Jerónimo de Sousa em foto no jornal 24 horas de alguns dias atrás.
Fotos da Festa do Avante
Ontem chovia e não ficou nada de jeito.
Hoje tenho mais que fazer.
Agradece-se a vossa ajuda!
Quem tirar uma a um elemento do poder moiteiro e amoitado tem direito a um prémio de valor incalculável: a nossa eterna gratidão.
Então de for o Nuno Cavaco com os óculos à Matrix, o shôr presidente de pólo de boa marca ou o deputado municipal Madeira com uns baldes de tinta até os beijamos na boca.
(essa parte é o AV2 que diz que faz, que eu tenho mau hálito)
Injustiças intoleráveis

Mas então a Manuela Ferreira Leite que tem idade para estar aposentada há mais de 20 anos - se seguisse o exemplo do nosso Presidente João Lobo - recebe mensalmente mais de 5.000 euros e a Soraia Chaves, que Deus benza aquele corpinho - só recebe 8.000.
E a Diana Chaves, que tanta alegria dá ao povo, só 6.000?
E a Alexandra lencastre, que deve estar na altura de substituir alguns implantes e fazer um lifting só 10.000?
Em contrapartida, há uma série de velhadas caquéticos que ganham pipas e pipas de massa, como o Belmiro e o Balsemão.
Eu acho que percebo porquê.
É porque assim poderão ajudar jovens donzelas a singrar na vida, por exemplo na Sic, digo eu.
E o Zenaido Babalva que ganha quase 140.000 euros mensais e nem sabe que não se joga ténis com aquela roupa?
Este país está perdido, é o que é!
Gente da nossa terra 3
A Moita é um terra sem lei, onde o poder local actua sob o emblema e a bandeira de um Partido político conhecido pelas suas posições tradicionais de luta ao lado dos mais fracos, dos deserdados, daqueles que sozinhos não conseguem fazer ouvir a sua voz, contra a injustiça, a exploração, a corrupção e as maiores desigualdades, injustiças e desmandos sociais.
Confuso?
Parece contraditório?
E é.
Mas é a realidade, e não acontece por acaso.
Na nossa terra, os eleitos do Partido Comunista atraiçoam todos os dias o seu Partido, porque aqui o Partido Comunista, enquanto tal, não funciona ou funciona muitíssimo mal.
Quem o defende aqui na Moita, cegamente, são 4 tipos de gente:
1. Os seus inimigos de sempre, mas aqui grandes interessados na especulação e no enriquecimento estapafúrdio à custa da mudança do Solo Rural, em Reserva Agrícola e em Reserva Ecológica, para deixar de o ser e passar a solo urbano, já sem RAN nem REN;
2. Os seus dirigentes locais, quer na organização do Partido, quer à testa da Câmara, que estão embrenhados até ao tutano nessa política, vá-se lá descobrir por mor de quem ou do quê;
3. Uma corte de gente séria que se habituou muitas vezes e ao longo dos anos, e com razão, a olhar o prestígio, a cultura, a história e os exemplos de coragem e de luta do Partido Comunista ao longo de décadas, e que daí conclui com complicadíssimo automatismo que o que vem do PCP é sempre bom e merece sempre cega aprovação, sem mesmo precisar de maior avaliação;
4. Uma direcção regional e uma direcção nacional que, confrontadas com alertas e avisos amistosos e recorrentes, se bem que críticos e frontais, correm em frente fugindo da verdade e se enrolam na defesa do poder pelo poder. Agem quais bichos-de-conta encarquilhados, enroscados numa ilusão de exercício de poder de "faz de conta que é próprio do PCP, só porque em nome do PCP é alegadamente praticado".
Oh, miséria das misérias, com 4 pernas de sustentação assim, o Partido Comunista na Moita bem pode ir somando vitórias até à sua derrocada final.
E bem pode continuar alegremente a iludir-se, pensando que os ataques lhe surgem dos opositores, quando bem neles poderia vislumbrar, quem sabe, muitas vezes opinião se não já de admiradores, pelo menos de Mulheres e Homens simplesmente de si respeitadores.
Mas que não se enganem, nem ninguém nem o PCP.
Face à sua política e a um mau governo, tragam eles a chancela que trouxerem, venham embrulhados nas cores que vierem, não vale a pena alimentar ilusão.
A resposta das Cidadãs e dos Cidadãos desta terra é só uma, e será sempre uma só.
Contra más práticas de governação, inflexível oposição.
[1] No 2º parágrafo do ponto nº 2 do Capítulo "As conquistas de Abril no futuro democrático de Portugal", in Programa do PCP
[2] No 1º parágrafo do ponto nº 7 do Capítulo "Uma política social que garanta a melhoria das condições de vida do povo", in Programa do PCP
[3] No final do 2º parágrafo do ponto nº 3 do Capítulo "O processo contra-revolucionário", in Programa do PCP
[4] Corpo do ponto nº 1 da "Introdução", in Programa do PCP
[5] Final do 3º Parágrafo do ponto nº 1 do Capítulo "As conquistas de Abril no futuro democrático de Portugal", in Programa do PCP
[6] Parte final do ponto nº 9 do Capítulo "Portugal: uma democracia avançada no limiar do século XXI", in Programa do PCP
[7] Parte final do ponto nº 1 da "Introdução", in Programa do PCP
antónio silva ângelo
Blogosfera Local
“Na rota dos afectos, ou como o tempo se encarrega de nos aniquilar”
São as novidades em:
http://dotejoaorovuma-cabel.
Um abraço
Carlos Vardasca
05 de Setembro de 2008
AVP Divulgação

Exmos/as Senhores/as,
O GEOTA encontra-se envolvido, desde 2001, numa campanha a nível Europeu para a promoção de uma efectiva Reforma Fiscal Ambiental (RFA), que beneficie as entidades com um bom desempenho ambiental da sua actividade. Esta campanha é coordenada, a nível europeu, pelo European Environmental Bureau (EEB) e, a nível nacional, pelo GEOTA.
Nesse âmbito, vai ser organizado um Seminário sobre “A Política Ambiental na Fiscalidade sobre os Transportes”, no próximo dia 17/09, a partir das 14h00, no Auditório do Metropolitano de Lisboa, estação de Alto dos Moinhos, em Lisboa. Aproveitamos este contacto para enviar o programa actualizado dessa acção, para a qual convidamos desde já V. Exa. ou um V/ representante a participar. A entrada é livre.
A recente crise petrolífera e o custo dos combustíveis fósseis, a decisão governamental para o investimento em carros eléctricos, a qualidade dos transportes públicos e os respectivos tarifários, as polémicas sobre as formas de financiamento do sector, os problemas da mobilidade, tráfego e poluição nas zonas urbanas e o aumento do número de viaturas por agregado familiar reflectem a importância do sector dos transportes na nossa economia e no dia a dia, bem como a necessidade de utilização integrada de multiplos instrumentos económicos e políticos para a sua gestão. Este debate pretende abordar essas e outras questões, contando com agentes importantes do sector.
Aos participantes inscritos garante-se participação gratuita, documentação de apoio e a oferta de algumas publicações do GEOTA, mediante prévia inscrição.
Mais informações sobre esta e outras iniciativas organizadas pelo GEOTA podem ser obtidas mediante consulta à N/ página da Internet (www.geota.pt) ou junto dos nossos serviços.
Sem mais assunto de momento, agradecendo, desde já, toda a divulgação a esta iniciativa que possa ser prestada por V.Exa., resta-nos despedir-nos,
Com os melhores cumprimentos
Carlos Nunes Costa
Presidente
P.S. : Em anexo, seguem mais informações sobre o seminário supracitado
Secretariado de - Secretariat of:
National-wide environmental NGO specialized in environmental
policy and environment and development issues
e-mail: geota.sec@netcabo.pt
homepage: http://www.geota.pt
Endereço/Address: Travessa do Moinho de Vento, Nº 17, CV. Dta. 1200-727
LISBOA - PORTUGAL
Tel/phone: +351 21 395 61 20 - Tel/Fax: +351 21 395 53 16 - Telemóvel (cell
phone): 96 260 26 80
sexta-feira, setembro 05, 2008
A atitude certa
Depois de o caso ter sido conhecido, os partidos políticos da oposição criticaram a situação e chegaram a perguntar ao presidente da câmara, Carlos Humberto (PCP), se pretendia demitir-se. Este respondeu às críticas, reafirmando que a responsabilidade política do que se passa na autarquia é sua.
Também no Seixal, os partidos da oposição na câmara (PS, PSD e BE) exigiram ontem uma reunião da assembleia municipal para "apurar responsabilidades" sobre um atraso de dois minutos que inviabilizou uma candidatura comunitária de seis milhões de euros, destinada a requalificar zonas degradadas no concelho.
O caso foi denunciado pelo PSD, que exige explicações da maioria CDU e o apuramento da responsabilidade política, disse Paulo Cunha, da Comissão Política Concelhia do PSD: "Soubemos disto de uma forma enviesada, quando o presidente da Câmara do Barreiro apresentou o caso do Seixal para justificar uma situação análoga no Barreiro."»
O drama da Luciana Floribella Abreu

Tudo bem, é um bocadinho desenxabida para o meu gosto, mas uma pessoa até se sacrificaria pela felicidade da donzela.
Só que ainda na semana passada confessava o seguinte à revista do Sol.

Ora, torna-se imperioso saber se a mãe preenche os requisitos mínimos para uma ménage a trois.
Só que que, se bem me lembro, a mãe dela era uma árvore.
Ora pau com pau não dá muito entusiasmo.
quinta-feira, setembro 04, 2008
AVP Formação Política: A cooperação estratégica

Costa Gomes sobre o governo Pinheiro de Azevedo e a conjuntura de final de 1975:
Lá vem Alho!
«Novo Director Regional das Florestas
José Alho é licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, foi Dirigente da LPN e tem participado com frequência em congressos e seminários. Com 46 anos de idade vai assumir as novas responsabilidade na estrutura da recém criada Autoridade Florestal Nacional.»
Interessante
«Alteração do PROT-AML debate em Almada
Implicações na Península de Setúbal
. Alteração do Plano Regional de Ordenamento do Território
da Área Metropolitana de Lisboa (PROT-AML)
. Faculdade de Ciências e Tecnologia, Monte da Caparica, 5 de Setembro
Estas decisões têm particulares implicações na Península de Setúbal, pelo que a CCDR-LVT, promove um debate sobre esta temática, amanhã, dia 5 de Setembro, na Faculdade de Ciências e Tecnologia, Monte da Caparica, pelas 9,30 horas.»
Regresso à Universidade 6
quarta-feira, setembro 03, 2008
Gente da nossa terra 2
Manuel B., ilustre munícipe da Moita, desaparecido vai para mais de 24 horas…
(...)
6. O caso da enorme transparência na vida política local, ou da falta total dela
Quais as posições políticas do Partido Comunista em geral sobre esta matéria?
Bem, aí o PCP é mais uma vez claro, quando escreve[3] por exemplo contra todo " o historial de fraudes, subavaliações, leilões, esbulhos, casos de corrupção, entrega de milhões de contos de dinheiros do Estado e especulações…", entre numerosas outras denúncias no seu Programa de todo o tipo de corrupção.
Na Moita, contudo e para não variar, é tudo mais uma vez bem ao contrário. A escuridão e a opacidade na vida pública são por demais. Peças chaves na Administração são por acaso premiadas pelos grandes beneficiários das decisões da própria Administração, seja em importantes acordos, seja em sensíveis redefinições do solo concelhio. Com as consequentes nomeações à maneira.
E isto pode ser apenas a ponta visível de um "iceberg" que os Cidadãos não têm nem meios nem alvará para descortinar, e que as Autoridades competentes até ao momento se revelaram aparentemente incompetentes para desbobinar.
Como se posiciona afinal Manuel B., outrora muito corajoso, mas hoje muito medroso?
Bem, Manuel B. defende os eleitos do Partido Comunista e a mais reles política de obscurantismo e de silêncio forçado, impostos pelo Presidente da Câmara da Moita nesta como noutras matérias, e fá-lo contra a política tradicional do PCP, contra a tese oficial do Programa do PCP.
7. O caso da política de 2 pesos e 2 medidas, forte contra os fracos e agachada diante dos fortes
Quais as posições políticas do Partido Comunista em geral sobre esta matéria?
Bem, o PCP no seu Programa é claro, quando escreve[4] que é seu objectivo supremo a construção de "uma sociedade nova liberta da exploração do homem pelo homem, da opressão, desigualdades, injustiças e flagelos sociais", e logo depois acrescentar[5] a importância da "eliminação de muitas das mais graves desigualdades, discriminações e injustiças sociais e para a construção de uma nova sociedade democrática".
Na Moita, é tudo bem ao contrário. Trata-se de uma terra pequena, mas com pioneirismos de grande significado na escola do mau governo. Uma das cartas onde a governação local na Moita é mestra é a prática da política de 1 concelho, com 2 regimes: o regime da mãozinha leve e simpática para com os poderosos, e o regime da galfarra arrogante e ditatorial contra os fracos e aqueles que não têm poder de "lobby".
Como se posiciona afinal Manuel B., outrora muito corajoso, mas hoje muito medroso?
Bem, Manuel B. defende os eleitos do Partido Comunista e a mais miserável política de 2 pesos e 2 medidas praticada nesta matéria pela Câmara da Moita realizada, e fá-lo contra a política tradicional do PCP, contra a tese oficial do Programa do PCP.
Quais as posições políticas do Partido Comunista em geral sobre esta matéria?
Bem, o PCP no seu Programa não deixa margem para dúvidas, ao escrever[6] que é preciso "assegurar a tutela dos interesses colectivos (em domínios como o ambiente)", e ao acrescentar[7] a urgência da construção de uma sociedade onde, entre outros aspectos, impere "um ambiente ecologicamente equilibrado e respeito pela pessoa humana."
Ora, na Moita, isso deve ser visto e entendido não olhando para o Programa do PCP, mas colocando-o frente a um espelho e lendo o que a superfície espelhada do dito nos devolve. Aqui, é tudo ao contrário. A orientação política em termos ambientais da Câmara da Moita tem uma trave mestra, que é a da mudança do uso do solo à grande e à fartazana, desde que seja ao serviço dos especuladores financeiros e fundiários, que adoram comprar a tostão e valorizar a milhão. Tudo o mais deve servir os objectivos dessa trave mestra, mesmo que tal signifique aligeirar a guarda ecológica de centenas de hectares em solo rural, em reserva agrícola e ecológica, com perdas ambientais irrecuperáveis, e que para enganar o governo de Lisboa seja preciso criar alternativas risíveis e de fingir, tretas que só engolem dirigentes políticos preguiçosos (porque não lêem), ou tolinhos (porque não vêem), de costas viradas contra o povo (porque querem), ou feitos ao à jogada (porque dizem, no jogo é sempre para ganhar).
Como se posiciona afinal Manuel B., outrora muito corajoso, mas hoje muito medroso?
Bem, Manuel B. defende os eleitos do Partido Comunista e a mais falaciosa política de tapa olhos que na matéria a Câmara da Moita pretende a todo o custo, e com alto patrocínio, promover, e fá-lo contra a política tradicional do PCP, contra a tese oficial do Programa do PCP.
9. Concluindo: o poder cega, e muito poder cega muitíssimo. O poder absoluto chega por vezes a cegar completamente.
Continuará...
terça-feira, setembro 02, 2008
A táctica do costume
Perante notícias ou denúncias incómodas o aparelho moiteiro local reage da mesma forma.
Nega vaga e nunca especificamente as críticas.
Lança insinuações sobre os seus divulgadores, fazendo-lhes processos de intenções.
Dá a entender que ou estão conluiados com alguém da oposição ou então que sabem mais do que dizem.
Mas eles próprios não dizem o que é.
Se é nos blogues, é porque são os "anónimos".
Mas não hesitam em fazer ataques ao abrigo do mesmo anonimato.
Há poucos dias foi o que se passou com o problema vivido na Brejoeira e denunciado por J. Pina no Público.
Antes foi com todos aqueles que contestaram o PDM ou qualquer medida do poder moiteiro e amoitado.
Reparem que acabam por quase nunca demonstrarem a verdadeira invalidade das críticas.
Raramente se explicam de forma específica.
Apenas atiram lama e insinuações para o ar.
E sempre assim o fizeram.
E fazem-no tanto mais quanto conseguem identificar os alvos.
Eles só querem que os críticos dêem a cara para os poderem atingir.
Não é nenhuma verdadeira preocupação "democrática".
O truque já é velho.
Nuno Cavaco em bicos de pés
Como estes textos não aparecem por acaso, e até pela altura em que surge, confirmam-se os indícios que há muito apontamos, para a meteórica ascensão do ex-multiassessor no aparelhismo local e regional.
Claro que o artigo se limita a tentar ser um contraditório, retomando ideias velhas e argumentos que, lá por serem repetidos até à náusea, não se tornam verdade ou realidades.
Se Nuno Cavaco quisesse ser totalmente verdadeiro seria obrigado a reconhecer que, ao lado dos negócios urbanísticos do Poder Central e do funcionamento tachista de muitas empresas, temos os negócios urbanísticos do Poder Local - vejam-se os protocolos da CMM - e o tachismo da colocação de ex-autarcas do PC em prateleiras apetecíveis em organismos supérfluos (Região de Turismo da Costa Azul à cabeça) e empresas mais ou menos amigas (alguém ouviu mais falar de Carlos de Sousa?).
Mas como Nuno Cavaco só gosta de olhar para a realidade que lhe convém, omite o que lhe desinteressa.
Sempre em nome do Colectivo.
Claro.
Que a carreira está prestes a descolar.
Oxalá tenha combustível suficiente e a pista dê para toda a aceleração.
Ele até bom rpaz e faz o que lhe mandam.
Quanto à evocação das eleições presidenciais, eu apenas recordaria que todo o aparelho local instalado nos concelhos do Barreiro e Moita apenas conseguiu bater os quase inexistentes apoios formais a Manuel Alegre por menos de 1.000 e 2.000 votos respectivamente e, por exemplo, na freguesia de Alhos Vedros, por apenas 28.
Mas disso Nuno Cavaco não se lembra, não lhe convém lembrar e, certamente, nunca teria autorização para escrever.
Gente da nossa terra 1

Manuel B., ilustre munícipe da Moita, desaparecido vai para mais de 24 horas…
· Manuel B. apresentou-se a debate como um antigo preso político durante 7 anos às ordens de Salazar e Caetano. Terá sido?
· E como um amigo na Moita do Partido Comunista, porventura militante mesmo. Será que será?
Ficamos a saber, pela Caixa de Comentários do post "Esqueceram-se de dar corda ao relógio", in Alhos Vedros ao Poder, que vive no concelho da Moita um nosso concidadão de nome Manuel B.
Manuel B. é o nome escondido desse nosso concidadão.
Foi no passado um antifascista corajoso, já lá vão mais de 41 anos, e pagou o seu arrojo revolucionário com 7 anos de prisão, ao que nos diz.
Hoje contudo virou situacionista, e é agora alguém muito medroso.
Disso retirando afinal uma vantagem principal: pode defender com as armas mais sujas a política seguida na Moita pela Câmara Municipal.
E como é pessoa que não ousa dar o seu nome por inteiro, pode fazê-lo ao bom estilo trauliteiro.
A presente reflexão parte assim pois de um facto menor, uma reles alarvidade de Manuel B., ou lá como se chama o dito Senhor, para se demorar um pouco mais sobre a guarda avançada, a tropa de choque ideológico que aqui na Moita defende o Partido Comunista.
Uma defesa que é uma miséria total, como adiante se verá afinal.
2. Mas que raio de política defende afinal o Senhor Manuel B.?
Manuel B. defende um governo local, onde a força política maioritária é o Partido Comunista.
Manuel B. ufana-se com a Festa do "Avante!", iniciativa do PCP.
Logo, seria lógico concluir-se que Manuel B. defende e serve a política do PCP.
É aliás de imaginar que, tal como os eleitos da Partido Comunista à testa da Câmara Municipal da Moita, também Manuel B. se passeie por aí com um emblema do PCP ao peito, reluzente e bem visível.
Defende e serve pois o Senhor Manuel B. a política do PCP?
Parece.
3.Nem tudo o que parece é
Acontece que na vida, muitas coisas há ao alcance da nossa visão, que parecem, mas não são.
Será porventura o caso de Manuel B. e daqueles que ele parece na Moita defender.
4. O caso das liberdades e da participação cívica das pessoas
O que diz o Partido Comunista sobre a participação das populações na vida política democrática?
Entre outras coisas, diz o Programa do PCP[1]: Exige a organização do poder político de molde a prevenir e a impedir actuações ilegais e arbitrárias dos órgãos respectivos e a assegurar a participação popular nas decisões da política nacional.
É aliás isso o que o PCP sói defender noutros lugares.
Na Moita, o poder local dá-se mal com a participação popular e, não a podendo controlar, em vez de se regozijar com a participação cívica das pessoas, vira-lhe as costas, chega mesmo a sair pela porta dos fundos ou simplesmente silencia-a com artificialismos ilegais e outras formas de tentar sem êxito fazer calar as populações.
Como se posiciona afinal Manuel B., outrora muito corajoso, ao ponto de ter pago cara a sua coragem com 7 anos de cárcere no tempo do fascismo, mas hoje muito medroso, tanto que até da própria sombra foge e com o próprio nome revelado em público agora se apavora?
Bem, Manuel B. defende os eleitos do Partido Comunista na Câmara da Moita, e fá-lo contra a política tradicional do PCP, contra a tese oficial do Programa do PCP.
5. O caso da especulação urbanística
Quais as posições políticas do Partido Comunista em geral sobre esta matéria?
Bem, Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do Partido Comunista, relembrou-as a 28 de Agosto passado em Alcochete.
E o Jornal "Avante!" escreve sem surpresas sobre elas recorrentemente, quer denunciando os negócios muito nebulosos sobre a matéria.
Na linha aliás do Programa do PCP, que diz[2] com clareza que "o direito à habitação será assegurado pela realização de uma política de combate às carências de habitação e a aplicação de uma política de solos e de ordenamento territorial que crie solos e zonas urbanas com qualidade, e infraestruturas não sujeitas à especulação".
Na Moita, é tudo bem ao contrário. A especulação financeira e fundiária não precisa aqui nem de atacar pela calada da noite, nem de apanhar boleia numa qualquer Empresa Pública, em vésperas ou antevésperas de privatização. Os especuladores actuam aqui em acordo oficial com o governo local, com documentação, e mais documentação e mais ainda toda a papelada devidamente protocolizada.
Histórias de passagem da noite para o dia de valores de solos rurais, em reserva agrícola e em reserva ecológica, dos 40 mil contos a 1 milhão de contos, ou noutros casos aos mais de 5 milhões de contos, mediante uma assinatura e um carimbo da Câmara Municipal, ao abrigo das mui famosas cláusulas nº 3 dos ainda mais famosos Protocolos.
Como se posiciona afinal Manuel B., outrora muito corajoso, mas hoje muito medroso?
segunda-feira, setembro 01, 2008
Braga, Braga, Braga, há um sócio descontente...
A Visitar
O Cravinho e o Carrilho foram mais caros, é verdade
Vitor Ramalho recusa acusações de falta de independência após assumir presidência do Inatel.»

Eu concordo com o comentário final do Papa-Açordas.
Uma situação revoltante na Moita
Com esta obstrução, a população ficou gravemente lesada visto que agora quem pretender sair da Brejoeira e aceder à EN 379-2 no sentido Moita-Palmela, tem de percorrer 3 km até à Moita para realizar a manobra em segurança e seguir para o seu destino. Por outro lado, se os habitantes da Brejoeira vierem na EN 379-2 no sentido Moita-Palmela e pretenderem ir para suas casas, para efectuarem esta manobra em segurança têm de percorrer cerca de 10 km até Palmela, para assim fazerem a inversão de marcha.
Torna-se óbvio e revoltante que a população não pode respeitar o código da estrada, que obriga neste caso a percorrer tantos quilómetros para efectuar as manobras em segurança, e, por isso, estão a ser efectuadas manobras de alto risco, o que pode originar a curto prazo acidentes com gravidade. Na tentativa de resolver este caso pacificamente, a população tentou dialogar infrutiferamente com as câmara municipais da Moita e de Palmela, que apesar de terem sido coniventes com todo este processo, remeteram as responsabilidades para a Estradas de Portugal e não deram qualquer apoio à população lesada da Brejoeira.
Seguidamente, a população tentou dialogar com a Estradas de Portugal que também não deu qualquer resposta no sentido de resolver o enorme erro que cometeram.
Aproveito também para fazer notar que a nova urbanização da Quinta da Bela Vista se situa no Pinhal das Formas, pinhal este que se estendia desde a Moita até ao Parque Natural da Arrábida e onde, há alguns anos atrás, as autarquias da Moita e de Palmela destruíram muitas casas a dezenas de famílias com a justificação de que não podiam ali construir porque se tratava de um parque florestal com grande importância ambiental. Poucos anos passados, a grande zona florestal está quase destruída e tem agora plantados vários focos de urbanizações.
Talvez com mais este caso se consiga compreender melhor este tipo de situações quando lemos as declarações do dr. Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, sobre corrupção.
Joaquim Pina
Brejoeira
Já que a Câmara não divulga
«Intervenção dos munícipes na reunião pública da Câmara
A ler, este que é um verdadeiro serviço público para quem não pode estar presente nestas reuniões, nas horas em que são realizadas.
Questões de privacidade
«Já é possível navegar na Internet sem deixar rasto
Microsoft lança novo browser que permite privacidade dos cibernautas.»






















