domingo, setembro 17, 2006

Metamorfoses



Não nos podemos satisfazer com a visão de apenas um lado das coisas, tudo pode e deve ser questionável, especialmente nós próprios.
A vida é por ela só um conjunto de experiências que resultam ou parecem resultar ou não resultam, ou não parecem resultar.
Os únicos caminhos para a felicidade é sabermos das nossas fraquezas e gostarmos de viver com elas e o facto de termos a nossa morte como certa.
Podemos errar e não errar de novo, pela experiência, mas temos de ter o direito a errar de novo se assim o desejarmos, porque a vida é mesmo para isso, para se ter o direito ao erro, senão para que existiriamos ?
A verdade nunca é absoluta, o que interessa mesmo é o índividuo e a sua por vezes, genialidade, todos os grupos ou colectivos são redutores do índividuo, sobretudo se estão no poder ou se lutam para o atingir.

Abaixo a União Anarquista !

AV2

Porque não somos fascistas, razão # 2541








O AVP, tem dois mentores, que o fazem como bem o entendem, tendo total liberdade de discordar um do outro, como muitas vezes o fazemos.
O principal vínculo que temos em comum é a liberdade individual de cada um escrever ou postar o que bem entende, o espírito do colectivo ou de grupo, já o perdemos, se é que chegou a existir alguma vez, há alguns largos anos.
Todo este preâmbulo, serve para mostrar que o fascismo é uma ideologia de grupo ou de colectivos, como podem ver no sublinhado do livro, "Fascism, a reader's guide", onde em tradução livre do "americano", se diz mais ou menos isto:


"Na concepção histórica do fascismo, o homem é apenas homem, pela virtude dum processo espiritual no qual ele contribui como membro de uma família, dum grupo social, duma nação, e em função da história para o qual todas as nações trazem o seu contributo. Portanto, o grande valor da tradição, documentada, da linguagem, dos hábitos, das regras da vida social.
Fora da história, o homem é uma não entidade.




AV2... curiosamente e em oposto ao que escrevi antes, estou a falar no plural, o que também não é o meu costume e pode indiciar um colectivo, de dois amigos, o que já por si contradiz o que escrevi antes...mas se o AV1, discordar é só escrever uma adenda a este post ou comentar.

sábado, setembro 16, 2006

Publicidade Institucional

O Calor é Vermelho, está explicado

Só assim se percebe a descabelada investida contra as teses do aquecimento global da "esquerda consciente".
Parece que afinal as mudanças climáticas são um mito inventado pelos capitalistas, tal como as Torres Gémeas foram implodidas.
O estranho é que Bush também não acredita ser necessário desenvolver políticas contra o aquecimento global sendo conhecida a sua não adesão ao protocolo de Quioto.
Os extremos tocam-se e as irracionalidades têm todas traços comuns, já o sei.
Fica aqui um excelente portal de links sobre variadíssimos temas relacionados com estes problemas, assim como a ligação para esses malandros que nos andam a ssustar com estas coisas, cambada de alarmistas.
Aqui têm uma denúncia dos perigos do ambientalismo, feita por um empedernido apoiante de Bush que, curiosamente, afirma que as teses ambientais são o cavalo de Tróia do socialismo contra o capitalismo, só para verem a confusão que por aqui vai e as alianças que se encontram nestas posições.
Aqui têm outra denúncia contra as teorias do aquecimento global.
Já aqui têm um artigo muito interessante sobre Global Warming - A Socialist Perspective , cuja leitura seria útil a alguns especialistas na matéria, por forma a perceberem como Marx até escreveu algo que se aplica à situação.
E aqui até se afirma que o aquecimento global é uma realidade, no mesmo site marxista que, pelos vistos, não anda a ler os blogs certos.
E o que dizer destas declarações de Heloísa Apolónia ainda há pouco mais de um ano:

«Alterar políticas para combater as alterações climáticas
O que é revoltante é que as soluções apontadas, as medidas necessárias continuam sempre a ser adiadas, nomeadamente pelos países que têm maiores responsabilidades no fenómeno das alterações climáticas como os EUA, que literalmente têm declarado uma guerra “lenta” ao mundo quando emitem cerca de 25% da totalidade de gases com efeito de estufa e viraram costas ao Protocolo de Quioto, com o argumento que não querem prejudicar a sua economia.
Com efeito as políticas ambientais têm estado sempre ao serviço das políticas económicas, quando é preciso pôr as políticas económicas ao serviço da justiça social e da justiça ambiental, porque, de contrário, o efeito é aquele a que temos vindo a assistir: efeitos devastadores nos recursos naturais, muitos deles a escassear a passos largos, e os índices de poluição a galopar com efeitos muito significativos sobre o clima global do planeta.
Sabe-se muito bem hoje quais as consequências das alterações climáticas nas próximas décadas, caso não sejam tomadas medidas para travar a sua aceleração: generalização de picos e extremos de secas e intempéries durante períodos prolongados, maior regularidade de catástrofes naturais, subida dos níveis do mar com graves impactos nas zonas costeiras, aumento de doenças e epidemias, entre outros.»
.
Mas a lista de contra-sensos poderia continuar.
De um lado os marxistas que defendem o aquecimento global como tese útil para ajudar a desmontar o sistema capitalista.
Do outro lado, os sectores mais ultra-conservadores americanos a desmentir o fenómeno com o apoio de um grupo de marxistas aparentemente desorientados com o que (não) sabem.

AV1 (climatologista quando em sono REM)

Acho lindo e

... mesmo fraterno, solidário, sei lá, afirmar que as festas da Moita não são da Moita mas de todo o concelho e que os bairrismos não são bons.
Só estranho que esse discurso surja apenas a propósito exactamente das festas da Moita, aquelas que o poder moiteiro apoia com um orçamento muitas vezes superior ao que dispensa a todas as outras festividades locais, e não a propósito das de outras localidades do concelho.
Ofereçam-se já para acabar com as de S. José Operário que este ano foi o que se viu.
Porque mais antigas as da Moita não são, por muito antropólogo destacado para a sua propaganda, mesmo se em nome dessa unidade (unicidade?) festeira as de Alhos Vedros tenham sido suprimidas há cerca de umas três décadas, não sei se estão a ver quando, porquê e por quem.
Mas esta malta é nova nã s'alembra de nada e não se responsabiliza pelo que fez a geração anterior.

AV1

Efeméride

Como bem destaca o Festas do Concelho da Moita, a TRADICIONAL tarde do Fogareiro, cumpriu ontem a segunda edição.
Mais coevo do que isto só que as cuecas azul-bébé do Afonso Henriques.

AV1

Coisas divertidas

É interessante como certos sectores da Esquerda parecem tão empenhados em negar o aquecimento global como a actual administração norte-americana ou a direita empresarial mais contrária às leis de defesa ambiental, usando para isso o recurso a uma teoria - a dos climas regionais - que é daquelas coisas de ir às lágrimas, de tão divertidas.
No fundo dizem que o clima do nosso planeta não é o mesmo, nem funciona como uma unidade, pois nuns lados a temperatura aumenta, enquanto em outras arrefece.
Isto é ciência ao nível da mais pura fantochada.
Porquê?
Porque alia o óbvio - é claro que as alterações climáticas divergem de região para região e que as massas de arquente e frio se deslocam com efeitos diferentes - com a charlatanice - a afirmação que os "climas regionais" não interagem e produzem efeitos recíprocos. Claro que o clima da Austrália não afecta por aí além o micro-clima de Sintra, mas quanto a isso até o butterfly effect poderia obstar. Mas negar que o clima do planeta é um conjunto de peças, tipo construção de dominó, em que o movimento de uma peça pode levar a efeitos a longa distância, mesmo que espaçados no tempo, é quase descer à teoria geocêntrica pré-galilaica.
Mas também divertida é a sanha contra Al Gore, um ex vice-presidente americano, parceiro de Clinton, embora sendo um southern democrat, o que nos EUA acaba numa classificação política praticamente centrista, por ter produzido o filme An Unconvenient Truth. Curiosamente os seus críticos, que o acusam de alarmista, já terão edições de luxo do 9/11 do Michael Moore, filme que eu também tenho.
Mas ainda mais divertido é comparar este tipo de textos, que surgem em cascata sobre o tema, de que aqui apresento aqui a versão de um texto de Rui Moura usada no Resistir-Info, o site de Jorge Figueiredo, homem de discurso abrasileirado, mas que anda por cá há muito e alguns conhecerão de o diário:

«Não há clima global
Pelo contrário, conhecemos perfeitamente a evolução dos climas regionais que seguem evoluções fortemente dissemelhantes. Além disso, é bastante revelador verificar que, na confissão do próprio IPCC, os modelos são incapazes de reconstituir estas variações regionais! No seu segundo relatório de avaliação, de 1996, o IPCC escreveu: "Os valores regionais das temperaturas poderiam ser sensivelmente diferentes da média global, mas ainda não é possível determinar com precisão as suas flutuações". Isto significa que os modelos do IPCC seriam capazes de dar um valor médio sem conhecer os valores regionais que permitem estabelecer precisamente esta média! Isto não é sério!»

Mas o melhor é ler tudo, atentar nas imagens e depois comparar com a versão abreviada que nos forneceram para consumo local, a propósito das diatribes anti-Al Gore, um dos poucos políticos americanos, como o republicano John McCain, que tem procurado construir consensos bipartidários em questões essenciais para a sociedade americana e mundial.
Mas o que não percebo mesmo é darem a entender que o arrefecimento numa zonas resulta exactamente do aquecimento de outras, que empurram as massas de ar frio para outras zonas onde produzem efeitos devastadores.
O que o filme explica e demonstra.
Menos para quem não o viu e apenas recebeu ordem para marchar contra.

AV1 (que acha mais útil ler o original, do que a sua fotocópia, mais ou menos retocada a Photoshop)

Cissiparidade

Tivemos hoje direito, não a um, mas a dois Expressos renovados, o que mantém o nome e o que mantém a equipa dos últimos anos.
Confesso que prefiro aquele que se chama agora Sol, principalmente porque tem uma papel que não lembra o chamado papel de bíblia e não parece quebrar-se à mínima dobra como o outro.
E em especial o Sol é que parece mesmo o Expresso depois de um lifting bem pensado.
Já o outro parece que levou botox nos sítios errados.
A vantagem é que o velho Expresso baixou para 2,8€ e o novo é apenas 2€.
Cortando num ocasional Público de sexta ou sábado conseguem-se agora dois jornais por pouco menos de 50% do orçamento de final de semana para jornalagem
A informação em alguns casos parece quase duplicada, mas até parece que estamos num sítio civilizado com dois semanários de razoável qualidade para comparar, coisa que já não se tinha há perto de uma década.
E o novo tem um site onde nos podemos registar e até parece que depois podem aproveitar reportagens de leitores e tudo.
Já viram o que era a entrada triunfal de um texto sobre a nossa santa paróquia num "jornal de referência"?
O que achais da ideia, ó meus amigos (e amigas)?

AV1

O Oráculo do AVPine

Prevê para estes dias o renascimento de certos nicks na blogosfera local, para poderem fazer passar a mensagem que certos bloguistas que "dão a cara" querem transmitir mas que depois da descoberta de plágios e de utilização de esquemas policiais estão meio envergonhados para o fazer. Há trabalhos sujos que são urgentes e alguém os deve fazer, pelo que o recurso a "anónimos" já será legítimo. Quiçá até poderão renascer certos blogs ocasionais.

O que o oráculo não consegue adivinhar é quem é a figura local que funciona como "mentor" de alguns blogs chatos para o poder moiteiro. É que eu tenho quase a certeza de ser o "co-mentor" do AVP e não sou uma figura local, apenas um figurão. E, infelizmente, assim pessoalmente dos políticos eleitos só conheço a sério o Raminhos e mesmo assim cada vez nos temos visto menos e raramente falado. Ou será que o mentor é algum vereador insatisfeito eenterrado para os lados do Matão? Ou será alguém que, apesar de ter autorização para dar boas notíciais ao povo culto e jovem de Alhos Vedros, depois não pode fazer nada sem o aval do topo? Ou será o demoníaco Vitor Cabral, esse homem que um dia entrou no gabinete da CGD onde assinei um contrato de crédito à habitação? Ou o Luís Nascimento, de quem sou mais do que íntimo em Almada, essa cidade de que tão bem conheço a rotunda do Centro-Sul a caminho da FNAC do Fórum quando tenho preguiça de atravessar a ponte? Ou será outro alguém, do género de quem dava informes ao PC sobre o PS a partir de dentro durante a campanha eleitoral?

E no caso do Brocas, do Oliude e não só, também me parece que as pessoas em causa conseguem pensar pela sua cabecinha.
Ao contrário de... que esses sim têm mentores evidentes e que, por muito que prometam explicar como surgiram, não podem negar que foi como resultado de luz verde vinda de ambientes mais para o vermelhusco. Neste caso o oráculo conseguiu ver bem e de forma claríssima na sua bola de cristal.

AV1, (a Pitonisa nos momentos vagos)

Touradas, claro!






Para que é que a Moita quer turistas?
Para verem o dique?
Ou o putativo "espelho de água"?
Ou o "reperfilamento" com aquele imenso espaço devolvido à população que sobreviver à travessia da estradinha ondulada?
Ou acenarem para as janelinhas das traseiras da CMM?
Ou para se deleitarem com a arte pública das rotundas moiteiras?
Não, a Moita não precisa de turistas.
Para observar, fotografar e estudar os indígenas, já há sociólogos, e antropólogos - e dos muito competentes, de reconhecimento além-fonteiras do concelho, pois um deles é mesmo conhecido na Lançada - de sobra.

AV1 (com notícia do Expresso original, que ainda não tive tempo de ler o outro)

Ai, ricos, que corropio...


... ele é que cá uma correira no Raid Fotográfico.
Há para todos os gostos e sabores.
Este aqui veio directamente dos Japões para o evento, só porque ouviu dizer que ia conhecer bloguistas de Alhos vedros.
Embora pareça que houve desistências à última hora ou então faltam alguns "consagrados" que já devem estar cansados de ganhar prémios.

AV1

Autopsiando o MAGazine comercio


Ora bem, logo na 2ª página do suplemento da revista "Moita Tauromaquia", aparece-nos o nosso candidato local o "homem-consenso", Joaquim Raminhos, que através duma prosa políticamente correctissima, nos explica a todos o que a integração multi-cultural nos pode apresentar como o brilhante advir da sociedade de tolerância a que estamos destinados.
Está descansado Raminhos que as novas gerações já se estão a encarregar de se miscigenarem, rapidamente e em força, como o provam os casais de todas as cores que namoram e marmelam pelo nosso concelho moiteiro, agora só falta os imigrantes dos países de leste, mas daqui a 2 anos já estão habituados ao nosso clima e havemos de os ver todos a curtir num forrabadó imenso que elevará a minha ideia de miscigenação aos parâmetros da evolução da espécie humana e nos conduzirá ao aperfeiçoamente dos seres humanos para o nível da perfeição e daí sairá o homem novo: O Homus-Moiteiros

Pela fornicação atingiremos a perfeição !

AV2

sexta-feira, setembro 15, 2006

Concurso, descubra o AV2


Era realmente fácil de descobrir o AV2 nesta multidão hululante, é o tipo que está agarrado a duas mines.













AV2

A Moita Legítima



A ribeirinha, dos marítimos e pescadores, nascida e crescida ao longo do Tejo e dos caminhos que vinham de Alhos Vedros e se estendiam para Palmela e Aldeia Galega.
A rural, das quintas, dos matos e pinhais.
O resto é bosta.


AV1 (foto AV2)

Excelente cantautor e um homem lúcido






Estaria Caetano Veloso a pensar naqueles habilidosos que temos por cá, misto de ígnaros copistas e aspirantes a censores inquisitoriais, não esquecendo aprendizes de bufos?

Penso que não. Ele é um homem de bom gosto!

AV1

À míngua

Chegam-nos confidências diversas sobre a miséria franciscana em que andam as iniciativas camarárias.
É o mínimo que se pode dizer do que consta sobre a cerimónia em que foi atribuída a medalha de mérito à Cooperativa de Consumo de Alhos Vedros.
Vamos acreditar que não foi por desconsideração, mas por mera poupança, para que monsieur le Président pudesse deslocar-se a Arles e para que houvesse fundo de maneio para revelar as fotos do evento tiradas com o devido afinco para distribuição pela domesticada imprensa local.
O catering deve ter sido feito no refeitório da CMM e por certo que não foi encomendado a nenhum dos afamados estabelecimentos restaurativos do concelho.
Parafraseando o Caco Antibes do Sai Debaixo, só faltou mesmo o cajuzinho, que o cróquéti e o rissól oleoso já lá estavam prontos para a trilogia épica dos morfes de circunstância, tão desenxabidos como os discursos entediados para a audiência do costume.
o acompanhamento musical primou pelo requinte erudito, embora a ocasião não fosse propriamente para duetos de cordas a tocarem Avé Marias de Gounod, a menos que agora o poder moiteiro, para além do marialvismo taurino, se tenha convertido a gostos musicais sacros.
Enfim deduz-se que será apenas a pobreza a explicar estes detalhes, a material e a outra.

AV1

Atenção fotógrafos-bloguistas

O prazo para inscrição no Raid Fotográfico promovido pela CMM já se finou.
De qualquer modo, se apanharem por aí um certo fotógrafo amador, técnico, eleito e assessor, podem sempre pedir-lhe um jeitinho para aceitar a vossa inscrição, visto ter andado o mesmo muito interessado em conhecer a lista de participantes.
Agora resta saber qual deles sou eu, mas é fácil de perceber pelo tipo de fotos que apresentarei a concurso.
São aquelas dos entulhos a céu aberto e das casinhas antigas todas a cair por Alhos Vedros, não há que enganar.
Para quem não fazia nada para descobrir a identidade dos blogueiros locais, até que o rapaz pelo menos podia ter disfarçado um bocado melhor e não ter ido a correr logo que soube que alguém da bvlogosfera local se tinha inscrito.
Se sabia quem era porque foi logo a correr que nem cão a osso descarnado?
Hipocrisia e caldos de galinha...
Ou o provérbio é outro?
Em casa ferreiro, espeta-lhe o pau?
Também não.
E o mais giro é a forma, tão ignóbil, como diz a um colega nosso, "se ainda ninguém revelou quem é, não vou ser eu..." , chegando mesmo à canalhice de lhe sugerir que recorra ao Tribunal quanto à manipulação dos seus dados pessoais.
Há um ano foram as ameaças com os amigos na Judiciária.
Como se não soubéssemos como essas coisas se fazem.
Olhe se descobrir quem sou eu, eu depois explico-lhe o que fiz, quando e onde em relação à defesa do Tejo na nossa zona.
Claro que não foi através da CMM.
E então engolirá todas as baboseiras que foi escrevendo.
Mas voltando ao que interessa: apanha-se mais depressa um aparelhista mentiroso do que alguém que saiba o que são as FARC.

AV1

Afinal era outro!

Photobucket - Video and Image Hosting

Ao contrário do que poderiam pensar não conseguimos fotografar o homem dos 77 ofícios, que vão desde cargos electivos a funções fotográficas, quiçá para o próximo Boletim Municipal.
Nem captámos outro "eleito" também entretido a observar a assistência.
Mas em Democracia todos os fotógrafos são iguais, a menos que se inscrevam no Raide Fotográfico, aí já é mais complicado e o crivo mais apertado.

AV1 (foto do Aficionado-Mor)

Convosco não sei...

... mas comigo mas não vejo nenhum blog alojado no Blogger, embora consiga postar.
Ai a moenga.

AV1

A Moita em Festa - A Base de Tudo


Quem não é para comer, não é para trabalhar.
O problema é que enquanto se come não se pode trabalhar, ainda para mais a malta moiteira e amoitada que já uma coisa de cada vez lhes custa fazer.
Por exemplo, quem fotografa as personalidades nas touradas, tem dificuldade em ver se é fotografado.

AV1 (texto)/AV2 (imagem)