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terça-feira, agosto 28, 2007

Utilidade pública



Eis a última aquisição para os edifícios camarários moiteiros, numa última jogada para tentar iminuir as ausências no posto de trabalho, para ir tomar o cafézinho qu na prática é em muitos casos uma geladinha.

Não antevejo grande sucesso, porque a maioria dos moiteiros não distingue uma champanhola vintage da zurrapa da tasca da esquina.

Mas talves os shôres mais importantes percebam e assim, ao contrário dos subordinados, tirem o rabo com maior frequência dos gabinetes.

quinta-feira, agosto 23, 2007

Isto é que são convites!



Não sei quem nos meteu na mailing-list deste tipo de acontecimentos culturais, mas agradecemos na mesma.
Para quando um festival erótico no Fórum Cultural Banheirense?
Sempre teria mais afluência que certas iniciativas muito à frente só para alguns.
Ou mesmo como actividade inaugural do projecto Alhos Vedros Cultural?

Nós fornecemos a ideia, depois é só darem-nos um acesso livre ao evento.

quinta-feira, julho 05, 2007

Governo amigo, o poder moiteiro está contigo

Hoje vai discutir-se no Parlamento um novo regime para os loteamentos urbanos que prevê a dispensa da discussão pública dos projectos em causa.
Dizem que é uma forma de responsabilizar mais as autarquias, os respectivos técnicos e as suas decisões.
Pois.
Uma pessoa mais distraída até poderia pensar que era apenas para dispensar o público de conhecer o que se passa com esses loteamentos.

domingo, abril 29, 2007

AVP Económico

Nuvens negras pairam sobre o empreendedorismo empresarial local depois da decisão da CMM autorizar os seus serviços a limpar as bostas da VII Romaria a Viana do Alentejo (Versão 2007.02).
Duas empresas que estavam a ser criadas com grande investimento de capital cultural - a Bost-o-Matic e a Bostóminut - encaram assim com grande apreensão o seu futuro, visto que irão perder um negócio que se adivinhava florescente, pois a Moita é terra de muita bosta à mostra, para além de que vem aí a Feira de Maio, outro momento grande para a produção bostífera moiteira e consequente necessidade de a remover da via pública.
Deste modo, perdido o negócio da romaria, ficando só as sobras das bostas da Feira de Maio e a porcaria derivada que normalmente os moiteiros produzem nas esplanadas e ao andarem pelas ruas (pois nunca conseguem acertar nas papeleiras com os restos dos maços de cigarros, os papéis envolventes dos gelados ou qualquer lenço de papel a que se tenham acabado de assoar) estas empresas deverão ver-se obrigadas a lançar uma OPA mútua de maneira a ficar só uma a operar na Moita e assim assegurar um nível de rendimentos tido como aceitável para qualquer empresário de sucesso que queira fazer uma mansão em terreno comprado em tempo de vacas magras no Penteado e que se espera urbanizável a curto prazo. Fora a compra de um novo jipe.