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terça-feira, agosto 28, 2007

Utilidade pública



Eis a última aquisição para os edifícios camarários moiteiros, numa última jogada para tentar iminuir as ausências no posto de trabalho, para ir tomar o cafézinho qu na prática é em muitos casos uma geladinha.

Não antevejo grande sucesso, porque a maioria dos moiteiros não distingue uma champanhola vintage da zurrapa da tasca da esquina.

Mas talves os shôres mais importantes percebam e assim, ao contrário dos subordinados, tirem o rabo com maior frequência dos gabinetes.

sexta-feira, junho 15, 2007

Pensamento do Dia

Chegado via Big Girl:

O nosso país tem um grande problema agrícola....
Excesso de nabos, falta de tomates e muito grelo abandonado.


E como isto é verdade em relação à moiteirama e seus prolongamentos amoitados.

sábado, maio 05, 2007

Diz que é uma espécie de ciclovia



Acham que somos mesmo más-línguas?
Acham que é mesmo assim que estas coisas se fazem?
A sério?

(foto do Brocas)

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Listas independentes e verdadeira Democracia Participativa

Sobre a possibilidade de haver listas independentes para concorrer às câmaras e às juntas de freguesia, a minha opinião já aqui foi exposta no AVP.

Acho que os partidos políticos nacionais não deveriam poder concorrer às eleições locais na forma de partidos.
Os cidadãos têm de tomar o poder naturalmente e para isso deverão existir listas de cidadãos para as juntas de freguesia e para as câmaras.
Os cidadãos podem ser filiados em partidos nacionais, podem até criar lobbys partidários locais que defendam partidos nacionais. Não deveriam poder fazer da sua junta de freguesia ou câmara uma sucursal do seu partido.

Primeiro: Acho que os cidadãos têm de residir no concelho para se poderem candidatar e serem eleitos por uma lista para esse concelho.

Segundo: Os concelhos têm de ser multiplicados para existir maior proximidade entre os eleitores e os cidadãos eleitos.

Terceiro: Tem necessariamente de existir diferenciação entre os concelhos rurais e os concelhos urbanos. Essa diversidade é que pode equilibrar mais as diferenças que existem actualmente.

Quarto: Os municípios devem agrupar-se em Associações para gerir macro estruturas, se assim o entenderem e for necessário, para desenvolver pontualmente projectos de âmbito mais abrangente, sejam elas culturais, sociais, urbanísticas, de gestão de recursos ou de gestão ecológica ou ainda de infra-estruturas básicas, como são, por exemplo, as ETARs.

PROBLEMAS QUE PODEM ACONTECER...

1-Imaginemos que alguns empreiteiros contratam alguns cidadãos para criar uma lista e concorrer por exemplo à câmara da Moita...nada tenho a opêr, desde que os financiamentos dessa lista sejam expostos publicamente e que todos os eleitores tenham conhecimento que essa lista é uma lista de empreiteiros.

2-Uma igreja qualquer quer criar uma lista... tudo bem desde que seja público que tem essas intenções malévolas.

PERGUNTA POSSÍVEL...
- Como se pode criar essa transparência para que os eleitores possam saber em quem votam ?

RESPOSTA POSSÍVEL...
- Criando um organismo nacional no poder central que seja regulado pelo poder jurídico e que fiscalize e apresente publicamente através da Internet, como o é actualmente o Diário da República, poderia ser um complemento ao DR , por exemplo, o Diário dos Municípios.

- A Democracia Participativa terá então começado.

(assinado pelo colectivo AVP, mas com um dos editores a manifestar objecção de consciência contra a multiplicação dos concelhos, porque acha que isso é multiplicar as hipóteses de desmando, mesmo com listas independentes)