quinta-feira, junho 24, 2010

Repressão das Forças Armadas sem Necessidade de Estado de Sítio

A proposta de medidas que pretendem uma revisão constitucional para que não haja necessidade de declaração do Estado de Sítio e do Recolher Obrigatório teve origem na cabeça de(mente) do ex-ministro Figueiredo Lopes, que defendeu que as Forças Armadas deveriam ser autorizadas a intervir sem a declaração de Estado de Sítio para que sejam reprimidas as mais que inevitáveis reacções e revoltas das populações contra as medidas anti-cidadania que o Bloco PS/PSD se preparam para implementar em força enquanto andamos todos para aqui endrogados com a bola e os escaldões da praia.

Quando os Portugueses sairem então do exôdo litoral e tendo-se acabado o ópio futebolístico, de repente acordarão para a realidade, e  naturalmente a REVOLTA rebentará !
Mas este ex-ministro já tinha a solução... sem alaridos para o exterior e sem necessidade de se tornar visível a revolta dos portugueses no estrangeiro iriam ser reprimidos os actos de desobediência civil pelas Forças Armadas, sem haver necessidade de impôr o estado de sítio.

Estava assim dado o primeiro passo para que o FASCISMO REPRESSOR se instalasse em Portugal, agora com o nome de "DEMOCRACIA EUROPEIA".

Graças a Deus que ainda há alguém com sentido de civilidade e o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, veio já declarar que "... que não se deve misturar segurança interna com defesa nacional, havendo necessidade de definir o que é uma coisa e outra. 

Dentro daquilo que a Constituição da República já possibilita, não é necessário estarmos, no nosso entender, a envolver as Forças Armadas de forma mais profunda naquilo que é segurança interna», acrescentou Paulo Rodrigues à TSF."


Também Opinião idêntica tem o presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, que considerou que a criminalidade moderna combate-se com uma cultura policial e «não através de mecanismos importados das Forças Armadas».

«O que necessitamos de facto é de mais cultura policial e menos cultura militar, porque a militarização da segurança interna implica necessariamente a diminuição dos direitos dos cidadãos», recordou José Manageiro.
Também à TSF, este responsável da APG disse que uma «cultura mais musculada ou excessivamente musculada não é favorável a uma boa relação de proximidade que se pretende implementar nos modelos de policiamento em Portugal».

Por estas declarações, o AVP apenas tem a dizer que estas duas Associações Profissionais da PSP e da GNR, prestaram um bom serviço à Cidadania e à Liberdade, ao contrário do ex-ministro, o porco fascista do Figueiredo Lopes que tem de pagar pelo atentado que fez à Democracia com esta proposta digna de Staline, Hitler, ou aquele sacana da Coreia do Norte, que agora nem me lembro o nome...

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