sexta-feira, agosto 31, 2007

Olha o Brocas...


... a dar baile ao nosso amigo que escreve sobre tudo e nada sem tomar atenção aos factos.

Excelente observação, devidamente documentada, assinalando-se como o visado meteu a viola no saco, não desmentindo o facto de se proibir o acesso a cães a espaços verdes, mas depois se colocarem lá os WC's caninos.

E ripa na rapaqueca.
Mais uma vez.
Até dói.

Eu se fosse ao homem (com 30 anitos já não lhe chamo rapaz) já tinha pesadelos sempre que tivesse uma ideia para escrever.

Menos um carapau na corrida

O meu coração sangra só de pensar pela renúncia de Paulo Teixeira Pinto à presidência do BCP, assim como estou compungido pela sua anunciada saída da (do?) Opus Dei.
O que eu sei é que esta malta nunca cai definitivamente do cavalo e há sempre almofadas fofinhas que os protegem.
Mas que dá um certo gozo ver este tipo de emproados armados em espigadotes a levarem uma rabeta dos velhotes, lá isso dá.

O filme do final de Verão



Ou a história de AV1 e AV2 nas Américas.
Eu cá sou o tipo que mete as mãos na Jessica Biel.
(dream on...)

Haveria necessidade?

De ter esperado pelo regresso do pessoal ao trabalho para começar a atravancar o IC21?

Pois, camaradas da Concelhia, depois digam-nos como foi!

Do Diário de Notícias:
«Braço político das FARC volta à Festa do Avante!
(...)
O PCP convidou outra vez o PC colombiano a estar presente na Festa do Avante!, que irá decorrer entre 7 e 9 de Setembro, na Atalaia. Acontece que o PC colombiano é o braço político das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), organização etiquetada de "terrorista" pelos EUA e pela União Europeia.»

Podem sempre perguntar como está Ingrid Betancourt e pedir explicações sobre como se eliminam adversários políticos sem ser necessário meter um requerimento e sem dar a cara.
Porque isto da moralidade e honestidade política tem dias.

Tony, temos saudades de ti!



É o grito que se ouve dos corações das moiteiras, ao aproximar-se a Feira de Setembro.
Com os homens fora a marrar com os seus conterrâneos de quatro patas, os suspiros são ensurdecedores.
Há que lhes dar algum conforto e preencher um vazio intolerável!

Audiências Homólogas

De acordo com o Sitemeter:
  • Agosto de 2006: 3371 visitantes/6163 vistas à página.
  • Agosto de 2007: 4363 visitantes/7821 visitas à página (dados às 14 horas, sendo previsível ao fim do dia números na ordem dos 4450/8000).
Isto significa que num ano, para o mesmo mês, tivemos um crescimento a rondar os 30%.
O melhor período até ao momento foi o anterior ao Verão (Fevereiro a Maio deste ano com cerca de 6000 visitantes e acima das 10.000 visitas mensais ao blogue).

Para quem anda há 3 anos a vaticinar-nos o declínio, a evocar a nossa falta de interesse, a atormentar as consciências com a nossa falta de credibilidade, estes números devem ser profundamente chatos.
Com a desvantagem de serem públicos, de não contarem com as nossas próprias visitas, para não falar do facto de, por imperativo ético, não fazermos comentários a nós próprios com outras pseudo-identidades ou como anónimos.

Não esqueçamos ainda que não recebemos subsídios de qualquer poder, não fazemos publicidade comercial e não usamos outro material que não seja o nosso, privado, às nossas custas e não do erário público.

E nunca esqueçamos que nesta luta contra o poder moiteiro, nós somos dois e eles apenas uma maioria absoluta.
Tal como os romanos em relação ao Astériz e Obélix, estes estão numa injusta desvantagem.

Imagem de marca

Na tertúlia amoitada da Baixa da Banheira e a propósito do texto do António Chora sobre O Rio, faz-se aquilo que é habitual:
  • Invoca-se a qualidade de colaborador do jornal, para se afirmar que se tem muito respeito pelo director e pela instituição, enquanto se ajuda a apunhalá-los pelas costas por acção ou omissão. Ahhhh... sei o que escrevi e, antes que me peçam contas, mantenho-o.
  • Afirma-se desconhecer o que se sabe, para se passar por puro, quando todos sabemos que estas decisões passam pelo binómio shôr Presidente/Executivo da Comissão Concelhia do Partido do Colectivo, em que ninguém dá a cara pelas decisões e comunicados..
  • Incita-se à bufaria, porque o que esta gente quer é saber nomes, para depois fazer ataques pessoais descabelados, no sentido de tentar enlamear quem incomoda. Veja-se o que se passou nos útimos anos com quem desagradou ao poder moiteiro (Vitor Cabral, Luís Nascimento, José António Cerejo, António Chora, António Ângelo), só não o conseguindo com qum se consegue continuar a manter na sombra (moi-même).
Já agora e para que conste - e talvez esse tenha sido um dos seus pecados - O Rio apenas tem a sede na Baixa da Banheira, não é um jornal da "vila da Baixa da Banheira". Nasceu em Alhos Vedros e é um jornal do concelho e arredores.
Nada de reclamar como seu o que não é.
Já chega o resto.
É melhor mesmo escrever sobre cócós. Sempre fica tudo a condizer.

quinta-feira, agosto 30, 2007

Uma história exemplar



Quando alguns se preocupam em tentar fazer crer que nos move uma cruzada contra o partido do Colectivo, nada como usar o exemplo de um autarca dessa força política para demonstrar como se pode agir no sentido positivo, de recuperação depois do afundamento.
A história vem na Visão de hoje (páginas 34 a 36) e fica a dever-se a Sérgio Carrinho, Presidente da Câmara da Chamusca que em dois anos fez uma completa inversão de marcha, assumindo os erros do passado e desenvolvendo uma política de desenvolvimento notável.

Para isso:
  • Assumiu os erros cometidos no passado em matéria de gestão e contabilidade.
  • Mobilizou a oposição para um executivo de «salvação municipal».
  • Criou um parque ecológico para fixação de empresas com tecnologias modernas de reciclagem de lixos.
  • Controlou as despesas e fomentou o equilíbrio orçamental com novas fontes de receita.
Acham que temos por cá autarcas com este tipo de capacidade pessoal e política de admitir erros e alterar o sentido da sua política, cativando apoios?
São demasiados lacostes e rébans para isso!

Imagem do dia

... até parece que temos mel.

Uma boa razão para não convocar o Pepe...

... não é o facto de ele ter nascido brasileiro.
Dessa forma teríamos de desconvocar todos os búlgaros, russos, brasileiros, até um argentino (selecção de rugby), um nigeriano e um marfinense (atletismo), que passaram por outras selecções nossas.

Uma boa razão é que ele só está dar barraca no Real Madrid.
Isso sim é um motivo ponderoso.

O que é um encarapuçado?

Será alguém que enfiou a carapuça?

Quanto ao essencial, espero mesmo que enfiem o barrete a estes tipos cujos métodos ninguém pode aceitar.

E lá vão três num só mês

Do Diário de Notícias:

Terceiro veto presidencial num só mês
(...)
O Presidente da República arrasou ontem a proposta governamental de Lei Orgânica da GNR, aprovada pelo Parlamento só com os votos do PS.

E ripa na rapaqueca que o homem está desarvorado.

quarta-feira, agosto 29, 2007

O Partido Comunista na Moita está todo roto

Ninguém reconhece o PCP na Moita.
É um farrapo, sem igual nem a nível histórico nem nacional


Um Partido todo roto a nível local
O Partido Comunista na Moita está todo roto.
Não acerta uma.
Só ofende, renega e atraiçoa o nome e o prestígio do Partido Comunista Português a nível nacional, que gerações e gerações de portugueses interiorizaram de modo respeitoso ao longo dos últimos 86 anos.

Havia uma certa ideia do Partido Comunista
Quer gostassem muito, pouco ou nada do PCP, a ideia que perpassou ao longo de muitos anos junto de uma grande parte da população portuguesa foi a de um PCP com norte, com ética, com rumo e com uma política previsível, com uma orientação de classe e com um sentido claro.
Pela liberdade.
Pela lei, em democracia.
Pela ética.
Contra a corrupção e a escuridão no funcionamento dos diversos órgãos do aparelho de estado e da administração pública.
Pelos mais fracos.
Pelos deserdados.
Pelos trabalhadores e pelos pequenos agricultores e outros portugueses das classes mais desfavorecidas e das classes médias.
Em defesa daqueles que sozinhos não conseguem fazer ouvir a sua voz, mas que juntos e organizados podem aspirar e lutar por uma vida melhor.
Em defesa dos interesses das nossas terras e do nosso País.

Na Moita, o PCP local é o reverso exacto do PCP ao nível nacional
Na Moita, é tudo ao contrário.
O PCP na Moita é o reverso disso tudo.
Aqui, o PCP é altamente previsível, mas ao inverso de tudo o que sempre a nível nacional e historicamente demonstrou.
Na Moita, o PCP é uma desgraça.
Irreconhecível.

A culpa tem um dono, tem um nome: o PCP
E o PCP só se pode queixar de si próprio e da miserável representação partidária própria (dentro do PCP), e dos eleitos em nome do PCP (nomeadamente no governo local, na Câmara Municipal) que aqui malbaratam todos os dias o seu nome.
Não se pode queixar nem da oposição, nem dos Cidadãos, nem de quem o contesta na Moita.
Na verdade, esta terra e estas gentes têm sido muito generosas para com o PCP, centrando praticamente toda a gente e todas as forças políticas as suas críticas ao PCP local num só ponto:

  • O PCP deve actuar como tal, como Partido Comunista, e deixar de renegar as suas políticas. Se o fizer, tudo fica mais claro.
Na verdade, quase todos são unânimes nessa exigência, e nestoutra acusação frontal ao PCP:
  • O PCP na Moita age como um Partido desnorteado, faz tudo ao contrário, alia-se do lado errado, combate contra o lado errado, defende o lado errado, comporta-se do modo errado, invoca princípios que nunca foram seus, enfim, é aqui na Moita o PCP um Partido à deriva, sem rumo, sem princípios e por isso de todo e de todos irreconhecível.

Só o PCP, alcandorado e acossado no último reduto do mau governo local, parece nada entender de toda esta situação
E nesta reclamação (“PCP, seja democrata, seja comunista, seja igual a si próprio”), e nesta denúncia (“PCP, cesse de actuar como nunca o fez em Portugal, assim não é estimado por quem de si gostava, nem é respeitado por quem a si se opunha”), todos são unânimes, uns porventura mais sinceros que outros, mas todos falam quase a uma só voz.
Desde o PSD ao PS, passando pelo BE, como igualmente pelos Partidos sem representação no Executivo Municipal como o MPT, o CDS-PP e o PCTP-MRPP, e não só, sem aqui se esquecerem os Cidadãos e os movimentos cívicos e os Blogues activos na defesa cívica desta terra e destas gentes, todos são unânimes na denúncia deste Partido aqui localmente tão desfigurado.
Irreconhecível.
Só o PCP não entende.

Miséria das misérias, do lado do PCP é só desgraça.

Os 18 erros maiores do PCP na Moita (lista não exaustiva)

Muitos mais vícios haverá, esta reflexão não pretende ser um tratado de ciência, mas eis mesmo assim alguns dos maiores erros do PCP na Moita:

  1. Aliou-se do lado errado. É clássico o PCP ser aliado dos trabalhadores e das populações, dos democratas e dos que defendem os interesses das suas localidades. Na Moita, é ao contrário. O PCP aliou-se nomeadamente na última década às grandes fortunas, aos maiores especuladores fundiários, aos grandes apostadores na roleta da transformação dos Solos rurais em REN e RAN para novos Solos Urbanizáveis sem REN e sem RAN, desde que comprados de véspera por 4 ou 5 grandes Empresas. A tostão, para rentabilizarem da noite para o dia a milhão. Com o beneplácito do PCP na Moita, e o carimbo e assinatura da Câmara Municipal “in situ”.
  2. Rodeou-se dos quadros técnicos errados. Advogados externos de causas sinistras foram chamados ao coração do poder na Câmara para advogarem matérias escaldantíssimas por dentro (em nome do Município) e por fora (como patronos dos grandes Clientes com a barriga encostada ao balcão da Câmara). Arquitectos externos a jogarem a 2 carrinhos, na Revisão do PDM e no trabalhinho depois a preceito junto dos ditos grandes Clientes com a barriga encostada ao balcão da Câmara. E mais e mais e mais haverá para contar, conforme a seu tempo se há-de averiguar.
  3. Entendeu as leis da forma errada. Julgou que era possível violentar sucessivas Leis da República, fugir ao seu cumprimento, entortá-las a belo prazer, e interpretá-las “stricto sensu” sempre contra a visão mais democrática, contra o sentido da participação e do controlo popular e legalmente previsto da vida e do funcionamento das instituições em democracia. E julgou ainda mais erradamente porque em certos momentos se inebriou com o apoio fácil e ilusório de altos funcionários do aparelho de estado central e regional.
  4. Projectou um desenvolvimento do modo errado. Apostou no crescimento desenfreado das áreas urbanizadas com mais e mais betão para mais e mais Fogos para Famílias inexistentes e para mais e mais Parques de Empresas para um tecido empresarial imaginário. Com hipoteca de tudo o que fosse solo rural e reservas ecológica ou agrícola existentes. E com esquecimento total da recuperação urbana das localidades envelhecidas, desertificadas e abandonadas do Município.
  5. Ligou-se emocional e interesseiramente ao lado errado da sociedade local. Na hora de procurar saber de que lado bateria o seu coração, o PCP local enleou-se com os poderosos e esqueceu os fracos, os Munícipes sem poder de “lobby” nem riqueza ou capacidade de pagar políticas. E fê-lo ao arrepio completo de toda a sua tradição de muitas décadas. Trocou na Moita a sua alma, e o preço (Já saldado? A pagar futuramente?) é miserável.
  6. Encarou erradamente as grandes questões do Solo, das áreas protegidas e do interesse futuro do Município. E fê-lo na Moita ao contrário de todo o pensamento mais responsável e patriótico, de sectores transversais a toda a sociedade portuguesa, inclusive claro do PCP a nível nacional, conforme na Moita em Maio de 2007 claramente se demonstrou.
  7. Colocou-se totalmente a reboque do governo local. O que seria mau se tivéssemos aqui agora um bom governo, mas se revelou catastrófico porque pior governo local do que na Moita em Portugal não há. E não podia. O PCP sempre fez gala de se apresentar como um Partido de vanguarda, e não como um atrelado de reboque. E muito menos ainda como um partido agachado e de rastos a correr atrás de um mau governo local que, mau grado o emblema do PCP na lapela dos seus dirigentes, só faz porcaria e só desrespeita as leis na Moita. Irreconhecível.
  8. Definhou e agonizou como organização activa e de luta. Como Partido organizado e actuante, não existe. As suas arruadas na Moita levam 5 a 6 pessoas, e praticamente todas funcionários ou dirigentes municipais. Como Partido de discussão interna e debate das grandes questões locais, já era. Como força autónoma, não há. Tirando os louros e as bandeirolas nacionais e históricas, que muitos ainda seguem sem fazer grandes perguntas, o futuro “deste” PCP na Moita é muito incerto. Pudera. As novas gerações que o digam.
  9. A 1ª linha escondeu-se. E o PCP deixou a sua defesa entregue a uma 2ª linha de gente que diz “que sim, que sim, que sim” e a uma 3ª linha do mais reles e miserável que a marginalidade e os bordéis da política partidarizada podem oferecer. Com efeito, dirigentes a falar ou a escrever algo de válido, porventura pacífico ou contestável, mas decente e apresentável, não há. A darem a cara em defesa das políticas ou da ausência delas, localmente, zero. A debaterem os grandes temas concelhios, nem pensar. Restam algumas segundas linhas da estirpe ”Yes Sir, Yes Man”, e uma camada de 3ªs linhas (ou serão os próprios dirigentes, agindo encarapuçados e de modo disfarçado) que vêm a terreiro com a linguagem mais desbragada, mais reaccionária e mais torpe dos piores momentos das lutas de ratos em ambiente de sarjeta nacional. De fazer corar os mais porcos defensores da Legião Portuguesa, na sua luta de então contra os comunistas e os democratas.
  10. Malbaratou erradamente amizades e solidariedades passadas. Na Moita, o PCP hipotecou amizades passadas. Presidentes de Câmara eleitos em Listas do PCP após o 25 de Abril são já vários os que não se revêem neste PCP local. Muitos outros comunistas têm dó deste PCP aqui, agora. Democratas que passaram uma vida ora convergindo, ora divergindo do PCP, mas sempre o respeitando, têm hoje medo do PCP. Têm medo que, se disserem “99,99% que sim” ao PCP, por sinceramente assim o entenderem, mas caso sintam necessidade de acrescentar “0,01% que não”, possam ser corridos com epítetos de renegados, de traidores, de cínicos, de anti-democratas, de ladrões, de homossexuais e outros que tais.
  11. Não soube fazer alianças políticas locais. Localmente, o PCP teve o mérito de unir toda a oposição, PS, PSD e CDS-PP, BE, e outros Partidos contra si. Não cuidou de procurar nem pontes nem entendimentos. Por ter maioria na Câmara, desprezou unidades e alianças, e ficou exactamente como critica outros de estar: só, sozinho, sem ninguém.
  12. Desligou-se erradamente do contacto com as populações. Não há reuniões nem do PCP nem da Câmara de modo descentralizado, e quando as há (da Câmara) é para cumprir calendário. À mínima voz divergente, sobressai o autoritarismo mais vil e contrário à tradição do PCP. Ora porque as pessoas são muitas, e os dirigentes só falam com grupos a retalho. Ora porque as pessoas colocam questões incómodas. Ora porque previsivelmente poderão falar com descontentamento de questões que o poder já está farto de ouvir. Tudo são motivos para fazer imperar o autoritarismo de um poder ilusório e para se aprofundar o fosso do divórcio entre o PCP e os eleitos locais do PCP, de um lado, e os Munícipes, do outro.
  13. Avaliou erradamente a reacção popular. O PCP contava que as pessoas assistissem desinteressadamente e de costas voltadas à sua errada política e ao desgraçado governo local. Apregoa e defende o contrário, mas sabe-lhe bem localmente que o povo seja apático e desinteressado. Que possa discordar, mas que não o faça para além das 4 paredes de uma taberna, ou muito para lá dos momentos das febras, com pão, toiros e vinho em momento de festa. Enganou-se. Saiu-lhe na rifa um descontentamento e uma resistência de cidadãos a sério. E não gostou mesmo nada.
  14. Perdeu erradamente a iniciativa política. Há 2 anos que a iniciativa política escapou completamente à Câmara e aos eleitos PCP, sendo que nesse Partido há anos que não se nota nem se passa nada localmente. Tudo o que há de novo e interessante ou polémico surge da resistência dos Cidadãos, dos Blogues, dos opinadores e das notícias objectivas na comunicação social local, bem como dos restantes Partidos. Do PCP, zero.
  15. Silenciou-se erradamente nos debates fundamentais. Corolário disso, impera do lado do PCP o silêncio total sobre as questões fundamentais. Sobre o que é importante. Instado reiteradamente a descer a terreiro e a aceitar debater em democracia o que realmente interessa ao Município e aos Munícipes, como responde o PCP local? O que diz? Nada. Zero. Silêncio amedrontado total.
  16. Contra-atacou erradamente contra pessoas e não por causas nem projectos. Bem, silêncio total, talvez não. Simplesmente, sobre factos, políticas, projectos, causas, é o silêncio dos sepulcros. Mas a algazarra no ataque sujo e calunioso aos mensageiros, essa é total. Ao ponto de muitos se interrogarem como seria num outro estado de coisas e numa outra relação de poderes, se estes políticos menores tivessem um poder maior? Como seria? O que seriam capazes de fazer, de mandar, que desmandos ousariam cometer se tivessem o poder das polícias e dos tribunais sob o seu controlo? As pessoas aqui têm medo, só de pensar.
  17. Geriu erradamente as relações com a comunicação social. É um facto que, lendo com atenção a comunicação social local e regional, bem como os órgãos de tiragem nacional que recorrentemente se debruçam sobre o estado a que isto chegou na Moita, sobressai uma evidência: a imprensa é isenta, mas não perde uma para apontar os respectivos holofotes às enormes interrogações que a Moita levanta, sendo fácil perceber-se que nas entrelinhas da comunicação social, as vestes descritas do rei local fazem claramente perceber que ele vai nu e com as vergonhas ao léu, mas que disso finge não ter consciência e do facto mostra não ter vergonha nenhuma.
  18. Destruiu por muitos anos que hão-de vir a sua imagem e o seu prestígio e identidade locais. Serão precisos muitos e muitos anos para que quem viver possa esquecer os prejuízos contra o PCP que o PCP na Moita está a provocar a si próprio. Quem simpatizou, não mais vai confiar. Quem nunca antes o conheceu, o que neste período aprendeu é de lastimar. Quem tinha dúvidas, ganhou certezas. Na fotografia, o PCP não poderia ficar pior, não poderia a sua imagem mais sofrer. É aos seus, na Moita, é a eles e quase só a eles que terá de agradecer.

O PCP errou em toda a linha, em tudo o que era possível errar, e em todos os momentos da sua actuação na Moita de há uma década e tantos anos para cá na Moita, pelo menos.

A quem se pode queixar?
A quase ninguém mais do que ao seu próprio círculo interno de dirigentes locais.

Pode ainda queixar-se à falta de controlo e de visão dos seus dirigentes regionais e nacionais, cegos (por não quererem ver) e de mãos atadas (por não quererem agir), perante toda este afundamento dramático do PCP na Moita.

António S. Ângelo

Feira Taurina da Moita


Aguardam-se ansiosamente as grandes touradas, durante as Festas da Moita!

PhotoShop para moiteiros

A ferramenta Smudge Tool, do Photoshop, permite dar um efeito de empastelamento às imagens, permitindo que se misturem como demonstramos nos dois exemplos:


-E daí, não se consegue lá grande coisa, dizem os leitores...

Mas para os moiteiros, esta ferramenta foi a grande inovação estética para a concepção do cartaz deste ano para as Festas da Moita, vejam como utilizado com perícia moiteira, pode dar este efeito:



Não! Você não está sobre o efeito dum psicotrópico, é mesmo verdade, este é o cartaz das Festas da Moita deste ano, onde os moiteiros criativos, obrando atrás da moita, puderam finalmente utilizar a ferramenta Smudge Tool, para alegria de todos os amoitados e desgosto do patrocinador.

Texto de António Ângelo

O Partido Comunista na Moita está todo roto

Aqui neste blogue, brevemente.
Entretanto, também podem passar pelo Arre-Macho e ler esta prosa do António Chora, como aperitivo.
O Verão vai-se mantendo quentinho.

AVP Serviço Público

E já agora vejam lá se aprendam que as papeleiras não são para meter o papel dentro de sacos de plástico e que quando mandam os filhinhos ao contentor ou ao ecoponto levar o lixo, não é para atirarem-no para o chão, porque os bracinhos estão cansados para levantar a tampa ou colocar as coisas no sítio certo.

Os conselhos são retirados de um folheto incluído em alguma imprensa de hoje.
E, claro está, não se esqueçam que a merdinha dos cães, sendo bio-degradável, não se evapora propriamente dos passeios e dos jardins onde é suposto as pessoas normais e as crianças andarem sem a preocupação de fazer gincanas entre a cócózaima.
.
E pronto, meu caro Nuno, desta vez estamos de acordo, mesmo se as últimas linhas do texto não passam de um chavão que ninguém leva a sério, de tantas vezes ser repetido.

Ai, 'tadinhos, a pressão e não sei o quê

Sou um amante do atletismo, no sentido em que gosto de ver as transmissões tlevisivas de Campeonatos do Mundo ou Jogos Olimpicos.
por isso faço os possíveis por acompanhar os campeonatos que estão em decurso em Osaka e em que a participação portuguesa lá avança titubeante e, em alguns caos, com as desculpas do costume.
Felizmente, desta vez com menos, pois há uma segunda linha de atletas que, mesmo não lutando por medalhas ou por isso mesmo, se deixam dos choradinhos do costume.
Estou farto das desculpas por causa do clima.
Das desculpas por causa da intoxicação alimentar.
Das desculpas por causa do empurrão do outro.
Das desculpas por causa da pressão e da responsabilidade da competição.
Caramba.
Chega a ser demais.
Se não conseguem suportar a pressão, então não nos gastem o dinheiro a ir passear até tão longe.
Fiquem em casa, sentadinhos com ar condicionado e um refresco à mão e já não há calor, pressão, adversários, o piso torto e todas essas maleitas.
Façam como eu.
E não se queixem.
Tudo isto porque admiro mesmo aqueles atletas que resistem a isso tudo e, mesmo sendo nórdicos, não se queixam do calor e ganham as provas onde entram ou garantem apuramentos contra todas as previsões.
Daqueles que conseguem no último salto ou no último ensaio dar o melhor de si.
Daqueles que, mesmo sendo quase completos desconhecidos como o saltador em altura Kyriakos Joannou, chegam à final, batem duas vezes o recorde do seu país e levam, felizes, uma medalha para casa.
Estou farto de vencedores teóricos.
Estou farto de vencedores morais.
Pensava que esse tempo já tinha acabado mas parece que isto é contagioso.

O que é um voo religioso?

Será um voo em que a graça divina acompanha o piloto e as hospedeiras são todas Angélicas com hábito cinzento de grossa fazenda?
Isso seria um ponto a favor - garantia de protecção contra atentados - e um contra - as hospedeiras.
Embora possamos sempre ter a esperança de serem voos com a dita protecção, mas com hospedeiras à imagem da Eva primordial.
Mas talvez seja um conceito a desenvolver, esta dos voos e linhas aéreas temáticas.
Por exemplo se passassem a existir voos políticos, talvez resolvessemos o problema das vítimas inocentes dos atentados.
Já no caso dos voos autárquicos, seria útil a criação de uma quota para passageiros com QI acima de 80, para defesa das minorias e para houvesse alguém minimamente apetrechado em caso de emergência.

Mais detalhes aqui e o apropriado comentário aqui.

O Alentejo já não é o que era

A história é simples: José Roquette tinha um empreendimento turístico daqueles enormes para as margens do Alqueva e a Quercus deu parecer negativo ao Plano de Pormenor.
As razões do parecer negativo e as eventuais inimizades entre a instituição ambientalista e alguns empresários são assunto demasiado cabeludo para me meter nisso.

Mas já acho curioso como os autarcas alentejanos, que já são de várias cores e o de Reguengos de Monsaraz até é do PS, passaram agora a abraçar tudo o que é projecto turístico, abandonando qualquer outra tentativa para desenvolver os seus municípios que não seja aceitar campos de golfe e as hordas de betos citadinos e cámones à procura de paisagens planas.
Claro que perante o chumbo, o patusco Presidente da Câmara de serviço (só o perfil é um monumento ao ego do portugal dos pequeninos, pois até se destaca que o home' foi "juiz classificador de columbofilia") aparece logo a defender o empresário por causa dos empregos e tal, sabendo-se que num empreendimento daqueles os indígenas ficarão com as migalhas.

Isto já nem no Alentejo se pode confiar nas tradições.

terça-feira, agosto 28, 2007

A treta da ETA

A subserviência do nosso governo a Espanha, já está a instalar o conluio entre as polícias de ambos os países e a tornar o Algarve e o Alentejo, como passíveis de abrigar bases dos independentistas Bascos, como se fosse plausível uma estrutura armada de apoio ser sitiada a 1000 Km do alvo!

Isto é treta e é apenas uma forma de este poder nacional, poder alicerçar e cimentar uma política de vigilância aos seus inimigos internos, que serão todos os cidadãos verdadeiramente nacionalistas Portugueses!

Euro Regiões, a nova investida dos porcos ibéricos !




A RTP, estação pública nacional, paga por todos nós os Portugueses, passa agora um programa semanal patrocinado pelos "Galécicos", que pretendem a criação da Euro Região do Norte Atlântico, ou seja da Galiza e do Norte de Portugal, até Coimbra, que como já tinha referido é a ideia que os porcos ibéricos de ambos os lados da fronteira pretendem retirar de território vital à nossa Pátria em nome duma mentirosa fundação duma nação "Galécica" para enganar os Portugueses do Norte.

Tudo isto é uma mentira!

Apenas interesses económicos Galaicos como a Caixa Galiza, esatrão interessados nesta treta.
O governo da UNS, patrocina este programa, mostrando como a sem vergonha e o anti-patriotismo deste governo de malandros, não tem limites na sua saga de destruição da nossa independência, Luís Filipe Menezes está solidário com este atrofio à nossa inteligência. Não somos nós que precisamos deles, são eles que precisam de nós, para usufruirem o espaço Atlântico que Portugal subjugado a Espanha lhes proporcionará.

Quem não vê é porque não quer ver, ou tem interesses.

O Partido Socialista tem como objectivo único a entrega de Portugal a Espanha e a destruição da nossa identidade cultural. São os piores inimigos da nossa Pátria, não têm vergonha de o ser e agora com o alibi da ETA, vão começar a prender os Patriotas que dizem estas verdades.

É hora das forças armadas acabarem com esta 3ª república e instaurar um governo nacional que defenda os Portugueses!

AVP Tele-Escola





O primeiro pólo vai abrir na Baixa da Banheira, num anexo ao Fórum, e o segundo naquele edifício ali mesmo ao lado da Càmara, à esquerda de quem desce da avenida das largadas.
Por questões de comodidade dos principais interessados.
Evidentemente.

Para acompanhar

A discussão em torno do projecto de António Cabós Gonçaves para um mercado de rua na dita de seu nome Marquês de Pombal.
Como achei desde o início, à primeiras palmadinhas nas costas e sorrisos dos que dão a cara, irá seguir-se uma campanha de bota-abaixo pela segunda linha do aparelhismo barreirense.
Se há quem se oponha por razões fundamentadas, já começaram a aparecer os vigilantes em certos comentários a falar em abaixo-assinados contra e tudo o mais.
Apenas o costume, digo eu..

Borlex


O Correio da Manhã oferece uma música do Boss de borla, o que nunca é de desdenhar, embora depois, para os mais piratas, até destoe na galeria de mp3 emulados ou kazaados.

Tirou-me as palavras da boca (o que é uma porcaria)

Do Setúbal na Rede, excerto de um texto de Alberto Pereira:

«A auréola prestigiante da Internet favorece a difusão de asneiras deste calibre atirando para o papel de receptores passivos a maioria dos utentes da Internet. Isto porque não basta ter informação disponível. É necessário possuir conhecimentos básicos e estruturados para se poder distinguir o trigo do joio na imensidade da informação da Internet.
Portanto, caro leitores. Muito cuidado com quaisquer notícias ou mensagens sobre assuntos científicos que estejam ou tenham origem na Internet. Esta é um poço de informação inesgotável e credível mas para quem tem já algumas bases sobre os assuntos, de outro modo arriscamo-nos a ser uma presa fácil para qualquer especulador mal informado ou até mal intencionado.»

Utilidade pública



Eis a última aquisição para os edifícios camarários moiteiros, numa última jogada para tentar iminuir as ausências no posto de trabalho, para ir tomar o cafézinho qu na prática é em muitos casos uma geladinha.

Não antevejo grande sucesso, porque a maioria dos moiteiros não distingue uma champanhola vintage da zurrapa da tasca da esquina.

Mas talves os shôres mais importantes percebam e assim, ao contrário dos subordinados, tirem o rabo com maior frequência dos gabinetes.

Entretanto lá por fora...



Explicações no Kaos.

segunda-feira, agosto 27, 2007

Até chega a dar dó, outra vez


Para que conste e para quem não saiba, em Agosto no hemisfério Sul está-se no Inverno, ergo a Antártida tende a engordar.
Já no hemisfério Norte estamos no Verão, donc o gelo no Ártico emagrece.

Que se consiga tirar todo um curso universitário de Geografia - e parece que da Física - sem se aprender isto é algo curioso, mas vejo que não é impossível.
Terá sido tirado por fax na Independente?

E, meu caro NC, eu nem sou, nem deixo de ser assim.
Vocelência é que se presta de forma demasido fácil ao ridículo.
Evite, meu caro, evite.
E bons sonhos.
Com leitinho morno, para não aquecer localmente.

Até chega a dar dó





Eu acho - mas se calhar sou demasiado exigente - que deveria existir um mínimo exigível de rigor às patacoadas do nosso estimado Nuno Cavaco sobre questões climáticas.
No seu último post, para alfinetar este nosso (paciência, os videos estão a custar a aparecer, mas estão lá), incluem-se imagens e ligações para um site em que não se afirma nada do que NC afirma e cujos dados são apresentados com avisos como estes:

«these data are still experimental, no warranty»

«No warranty, expressed or implied, is made regarding the accuracy or utility of the data! False ice concentrations can occur due to bad weather systems.»

Não é por nada, caro ex-multiassessor, membro do Rebabartivo Concelhio, autarca eleito, especialista em variados assuntos político climáticos e actual jovem esperança do Partido do Colectivo, mas por favor, ao menos tente dar um pouco de luta e não se cubra de ridículo desta maneira.

Leia as coisas antes de as citar.
Se não lhe ensinaram isso em lado nenhum, já podia ter aprendido connosco.
Olhe que com a nossa provecta idade, não vamos cá estar para sempre e o seu caso já começa a ser preocupante.

Olhá bela ideia!

Do Público:
Noruega apresenta a primeira prisão ecológica
A Noruega apresentou hoje aquela que diz ser a “primeira prisão ecológica do mundo”, na ilha de Bastoey, onde os 115 detidos aprendem a proteger o Ambiente.»

Aqui era fácil.
Mandávamos os prevaricadores para a ilha do Rato e deixávamo-los lá sem outro alimento que não fosse a bela da taínha oleosa e do caranguejo raquítico e mai'nada.
Soluções para o planeta:


Para quem quer continuar a destruir o planeta existem simples soluções:


Esgotar os recursos actuais energéticos. Quando o petróleo e as árvores desaparecerem completamente da face do planeta têm de usar a energia nuclear, pois não larga CO2, apenas radiação.

As Usinas nucleares deverão estar próximas ou dentro dos perímetros urbanos das cidades, pois se houver fuga de radiação serão os seres humanos que lá vivem, a morrer. Isto faz com que sejam menos seres humanos depois a habitar neste planeta.

O capitalismo internacional deve ser explorado até ao limite. Certos países, como a China têm de ser mais eficientes na transformação dos cidadãos em máquinas produtivas para dimensionar o capitalismo a nível global.


"Em cada País é uma China, em cada País um capitalismo"


Trabalhar cansa e ocupa tempo

Pelo menos no nosso caso.

domingo, agosto 26, 2007

Verão Molhado


Inundações em finais de Julho na Inglaterra.


Inundações na Coreia do Norte


Inundações no Sul do Texas.


O furacão Dean abre a temporada em meados de Agosto, em plena época de veraneio na Jamaica.

Obviamente, tudo isto são maquinações do Al Gore.

AVP Memória (Animada)



Arranjar isto em português é que não foi possível.

AVP Divulgação - Secção das Romarias





Ainda falta quase um mês mas fica aí o anúncio.

Interessante

Do site do poder moiteiro:
«A Câmara da Moita atribuiu ainda, por unanimidade, e a título excepcional, um subsídio no valor de 200 euros, ao Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia, no âmbito da deslocação do Círio de Nossa Senhora da Atalaínha em Romaria ao Santuário de N.ª Sr.ª da Atalaia – Montijo. De salientar que este ano se comemoram quinhentos anos sobre o aparecimento do primeiro Círio em Romaria ao Santuário de N.ª Sr.ª da Atalaia. – Montijo.»

Já as festas de Alhos Vedros deste ano parecem ter sido consideradas, unanime e excepcionalmente, objecto de um maior apoio do que em outras alturas.
Será que, afinal, as montanhas se movem?

Eu se fosse ao Vieira...

... despedia já o Camacho.
Afinal o Fernando Santos sempre conquistou um empate no campo do adversário.

sábado, agosto 25, 2007

Parece que para alguns...

... este é o modelo ideal de democracia.
Um deputado da oposição questiona uma medida presidencial - a tentativa de depôr juízes do Tribunal Constitucional - e os vigilantes-deputados saltam ´dos lugares para se expressarem à pancada.

O QUÊ??????????????

«Não tenho opinião sobre a Ota.»
(Mário Lino em declarações ao Expresso de hoje)

Desde que para nós sobre o lixo, ninguém se rala



No jornal Sem Mais de hoje tomamos conhecimento da parceria que se prevê entre o Barreiro e o Seixal para reabilitarem a zona do estuário do Tejo fronteira que lhes é comum, com base num projecto de náutica de recreio.
Fazem bem.
Muito bem mesmo.
Porque o estuário deve ser protegido e/ou aproveitado para efeitos lúdicos, desde que se respeite a necessária preservação ambiental.

Já no caso da Moita, o bem-estar à beira-Tejo traduz-se em espelhos de lama, esgotos e dejectos a boiarem a céu aberto.
As parcerias são para as ETAR's e já é uma sorte.
Para o que interessa o Barreiro procura outras companhias e o poder moiteiro não se rala muito, pois aposto que depois, em caso de necessidade, os amigos chamam os amigos se for necessário ocupar uns lugarzinhos em qualquer grupo de trabalho, comissão ou empresa que se venha a criar para o efeito.

Quase todos os poderes são iguais



É difícil que o controle de uma máquina de poder - por pequena que seja - não inebrie os mais deslumbrados.
A nível público ou empresarial, no plano local ou nacional, a tentação é sempre muito forte para controlar a informação.

Este governo só-cretino faz o que em tempos santanistas-portistas seria considerado pecado mortal pelo PS: não se limita a tentar controlar o acesso à informação, tendo passado para - onde e sempre que pode - reescrever essa informação.
E também é por isso que eu desacredito da cultura da wikipédia que se presta a estas coisas com muita facilidade.

Quanto a nós por cá, a tentativa de abafar as vozes críticas na imprensa e blogosfera, assim como os retoques na informação disponibilizada, também são da mesma família.
A única diferença é que desta vez temos uma espécie de aldeia gaulesa e como dizem os romanos nas histórias do Astérix, afinal eles estão em desvantagem porque são uma maioria absoluta e nós apenas uma mão-cheia de maledicentes e a coisa fica desiquilibrada a favor da liberdade de expressão.

Manhã risonha

Apesar da chuva e da eliminação do Obikwelu nos 100 metros por falsa partida, há sempre o mítico voleibol feminino, em grande prémio mundial na China transmitido no Eurosport2.
Hoje de manhã Polónia x Holanda, as duas equipas melhor apetrechadas no torneio, as polacas com um par de morenas de fazer chorar as pedras da calçada, mas de nome impronunciável, e as holandesas com um trio de loiras espadaudas capazes de colocar a babar o tuga mais impenitente e anti-misógino (uma Staelens, uma Stam e uma outra qualquer que nãm'alembro).
E a manhã fica logo mais interessante.

sexta-feira, agosto 24, 2007

Afinal, afinal...

... o homem até veta a torto e a direito, como se não houvesse segundo mandato no horizonte.

Solidariedades

A ler, a ler com atenção, desde que não fiquem com os olhos em bico.

Descoincidências acontecem

E se o são, porque será que precisam de tamanha justificação?
Ainda me lembro de, quando procurava explicar algumas posições do AVP em 2005, no período pré-eleitoral autárquico, mais na defensiva, aparecerem logo por aí a dizer que isso poderia ser sinal de que teriam acertado em algo.
Não tinham razão na altura.
Nem têm razão em agora quererem ilibar o João Figueiredo de ser o António do Telhado.
Nem nunca se escreveu isso por aqui.
O que se apontaram foram descoincidências no tempo e no espaço.
Descruzamentos de vidas e trajectos, tão só.
Porque bem sabemos que os judeus, romanos, Pilatos e o imprerador romano da época (quem era?) não tiveram o mesmo papel na crucificação do Cristo histórico.
Cada um contribuiu, por acção ou omissão, na coisa.
Mas só uns sujaram mesmo as mãos.
Outros limitaram-se a virar as costas e lavar as suas.
Mesmo sabendo que.

Silêncio, que se vai cantar o fado!



Ah Fadista!!!

Combustão espontânea, certamente!

(Margem Sul, 24 de Aosto de 2007, p. 16)

AVP Memória (Musical)



Para animar a sexta-feira, tradicional dia de trabalho político.

Descoincidências II

E a propósito daquele par de blogueiros que parece terem andado pelos Algarves ao mesmo tempo, um de cara ao léu e o outro embuçado, lembrei-me subitamente de alguém que até tem, ao que dizem, umas propriedades para veraneio por aquelas paragens e até costuma ser simpático no convite aos amigos.
Será que?

quinta-feira, agosto 23, 2007

Unidade Anti-Moiteira!


Informa:
Este governo amoitado conseguiu pôr toda a gente contra a sua política destrutiva para o actual concelho da Moita, ele é o O RIO, os activistas da Várzea, os amigos do cais da Moita, O Bloco de Esquerda, o Partido Socialista, o Partido Social-Democrata e todos os que não dão a cara por não quererem ser vítimas de retaliações físicas, profissionais e familiares.

Tirando o Nuno Cavaco o João Figueiredo a Fernanda Gaspar e os outros que vivem à custa do poder moiteiro, este edil conseguiu assegurar a maior adversidade por parte dos cidadãos do actual concelho da Moita, devido ao autismo, estupidez, arrogância e desprezo que o reformado e bem pago, João Lobo tem para com os munícipes deste triste concelho.

MBAV

Descoincidências

Olhem a data, olhem a proveniência e depois digam-me que eu estou a ter a visão a dobrar de beber tanta água mineral.

A Lenda das Três Verdades


Pela abordagem ao rigor dos factos e pela forma tosca de tentar tapar o sistema solar com uma peneira rota, detecto impressões digitais a olho nu, nem sempre necessário chamar qualquer equipa do CSI para achar o(s) nome(s) na base de dados dos pinóquios locais.

O Eixo Roma-Berlim, desculpem, Barreiro-Moita


Praticamente em tempo real, pelas 15.45.
Não há grande necessidade de aumentar o zoom, para evitar chatices.

(obviamente, o sistema está instruído para ignorar as nossas próprias visitas)

Dúvidas da Tarde

Será que o Gabinete tem algo a ver com o Colectivo?
Haverá elementos comuns?
E porque será que ultimamente ninguém "dá a cara" pelos actos do poder moiteiro, refugiando-se no cómodo, mas cada vez mais daninho e mal cuidado, matagal das designações gerais e colectivas?
Entre isso e o pseudo-anonimato de que acusam outros, venha o demo e escolha com cuidado.
Em suma, será que cortaram as solanáceas aos elementos do poder moiteiro e já não falam individualmente porque ficaram a fiar fininho?

Mas então porque anunciaram que havia intervenção do público?

O Gabinete de Sua Excelência Altíssima e Irrepreensível, o Presidente Eleito Moiteiro, Sua Magnificência Alva e Pura, faz publicar na imprensa, em especial em O Rio, uma nota em que afirma ter sido a reunião de 9 de Julho da mais pura legalidade ao não permitir a intervenção do público, pois era uma reunião pública extraordinária e não ordinária (agora escuso-me aos trocadilhos evidentes sobre a ordinarice de..., pois, cala-te boca).

O que o Gabinete de Sua Majestade Reluzente não explica é porque divulgou no site da CMM até cerca de 48 horas antes e fez circular pela imprensa uma nota em que afirmava que essa participação era permitida.
Equívoco ou incompetência dos serviços?
Cautela e arrependimento tardio?
Falta de tino?
Não vou aventar qual a hipótese certa.
O que é certo é que no site da CMM até ao fim de semana anterior ao dia 9, no Rostos Online, etc, a reunião foi divulgada como sendo pública e com período reservado à participação dos munícipes.
Se o Gabinete de Sua Alteza Brilhante, Reluzente e Desmemoriada não se lembra, todos nós nos lembramos.

E sobre todo o episódio devemos subscrever inteiramente a resposta do director de O Rio, quando escreve:

«Independentemente da legalidade (ou não) do que se passou na referida reunião pública extraordinária, o que não contestámos nem contestamos, no que diz respeito a comparações com certas atitudes do presidente do Governo Regional da Madeira, não retiramos nada do que foi escrito. Antes pelo contrário, sobre este assunto o melhor é ficarmos (agora) por aqui. Porque, a seu tempo, como diria o meu amigo Lourivaldo, muita água deverá ainda cair neste quintal.»

É aproveitar

Para quem sabe e gosta de ler, claro.
No Modelo de Alhos Vedros, hoje de manhã, estavam a dar livros a quem fizesse compras, fosse qual fosse o valor.
São restos de umas promoções de uns iogurtes, ams sempre são livros bons (Somerset Maughan, William Faulkner, etc) mesmo se com capas capazes de ferir a vista.
A mim calhou-me Os Sete Anos no Tibete, que é um bocado a atirar para a seca.
Mas a livro dado, não se olha o título.

Também temos cá na Moita algo parecido com isso

Do Público:
Blogue "pessoal" de Menezes é feito por assessor
«O blogue de Luís Filipe Menezes é feito por um dos seus assessores, afirmou ontem ao PÚBLICO António da Cunha Vaz — da agência de comunicação que foi contratada para fazer a campanha do autarca de Gaia para a liderança do PSD —, a propósito da notícia do PÚBLICO que revela que o presidente da Câmara copiou, sem referir a fonte, artigos nomeadamente da Wikipédia sobre Michelangelo Antonioni, Bergman, sobre Hiroshima e sobre Miguel Torga.»

Afinal não é plágio, é apenas trabalho escravo do outro.
Afinal o Meneses não copia, manda copiar, ou então manda fazer e colocar o nome dele, que é quase o mesmo.
E claro, assessor que não é burro, foge com o corpo ao trabalho.
Também conhecemos isso.

Moral da estórinha ridícula:
E o peido, digo, o erro, que aquela senhora deu, não foi ela, fui eu.

A minha cor preferida é o quê?








You excel at anything difficult or high tech.
In other words, you're a total (brilliant) geek.
It's difficult for you to find people worth spending time with.
Which is probably why you'll take over the world with your evil robots!

Your strength: Your unfailing logic

Your weakness: Loving machines more than people

Your power color: Tan

Your power symbol: Pi

Your power month: July

Isto é que são convites!



Não sei quem nos meteu na mailing-list deste tipo de acontecimentos culturais, mas agradecemos na mesma.
Para quando um festival erótico no Fórum Cultural Banheirense?
Sempre teria mais afluência que certas iniciativas muito à frente só para alguns.
Ou mesmo como actividade inaugural do projecto Alhos Vedros Cultural?

Nós fornecemos a ideia, depois é só darem-nos um acesso livre ao evento.

O AVP em Férias



O pessoal é muito viajado e interessa-se sempre por cultura.

Neste caso temos uma interessante foto de uma histórica ponte de Toulouse, cujos arcos de volta perfeita revelam claramente a sua origem romana.

quarta-feira, agosto 22, 2007

AVP Memória (Didáctica)



Sinceramente não me lembrava desta do pintainho ter um episódio todo ecológico.

Sempre a mesma coisa!

Assim não!
Quando há uma reunião pública de câmara, a afluência ao AVP desce a pique.
Nas horas anteriores anda sempre pelas dezenas.
Chega-se ao período das 5 da tarde em diante está tudo lá dentro a falar, a impedir de falar ou apenas a "controlar".

Não é só por aqui



O estado de abandono e declínio a que vai chegando o património nesta triste parcela da margem sul.


Com as devidas vénias ao autor destas e das outras imagens, Luís Ferreira da Luz de seu nome.

Agora estou preocupado!



Não é por nada, mas é que neste mesmo momento o Bush Jr. está a discursar em Kansas City - cidade onde está de visita - sobre as relações com o Iraque e não é que temos exactamente uma visita dessas paragens?
Será que alguém viu Alhos Vedros pelo Google Earth e pensa que - com tanto abarracamento ao abandono - está a avistar Sadr-City ou Tikrit?

Estou espantadíssimo!

Empresas a financiar campanhas autárquicas, neste caso do PSD, por caminho ínvios?
E ainda estou mais espantado porque só demorou 5 anos a saber-se da coisa, que respeitam às contas de 2002.
Mas deve ter sido mesmo incompetência da malta do PSD nacional, porque há por aí que se gabe de conhecer contabilistas tão bons que fazem desaparecer, sem rasto, ninharias dessas.
233.000 euros de financiamento irregular a nível nacional?
Devem estar a brincar!
Isso é o que se angaria num só jantar, num qualquer convento perto de si.

O meu problema com os ecologistas e pacifistas...

... é que muitos deles fazem demasiado lixo e armam demasiada confusão para serem o que dizem ser.
Para além disso fazem quase sempre um enorme cagaçal por onde passam para serem verdadeiros defensores da harmonia, da paz e do amor.
O facto do Miguel Portas os encarar com simpatia, só vem mais em seu desfavor.

Sinto-me feliz


«avzinhos cambada de pulhas corruptos amiguinhos do especulador escumalhoso»

Resta agora acresentar que na tertúlia amoitada, que fielmente serve o poder moiteiro, se afirmou que não se fazia diferença entre a forma de agir de dois Antónios, o Ângelo que dá a cara, aparece a defender os seus pontos de vista na televisão ou na imprensa nacional, e este do Telhado que nos oferece estas pérolas e outras do mesmo calibre.

Pérolas essas que, como O Broncas bem escreveu, têm as dedadas do(s) autor(es) e protectores bem marcadas.

Na minha modesta opinião, nós definimo-nos tantos pelos amigos como pelos inimigos que temos.
Eu estou satisfeito com os meus.
Já existem outros que se o estão, deveriam mascarrar a cara de alcatrão e enfiarem-se num barril de penas.

Aqui pelas vizinhanças também já houve disso

Do Público, sem link.
«Textos assinados por Luís Filipe Menezes copiados de sites da Internet
O weblogue do candidato à presidência do PSD, Luís Filipe Menezes, continha, até ontem ao final do dia, vários plágios de textos publicados em sites da Internet, nomeadamente na Wikipédia, sem qualquer referência à origem. Em alguns artigos assinados pelo presidente da Câmara de Gaia não há uma única linha da autoria de Menezes.
A 7 de Agosto, por exemplo, Luís Filipe Menezes quis assinalar os 62 anos da tragédia de Hiroxima e socorreu-se da maior enciclopédia online. "No 33.º dia após o aniversário dos Estados Unidos e às 8h35, do dia 6 de Agosto, o Enola Gay lançou a primeira bomba", começa o texto Hiroshima, meu amor, sublinhando mais à frente que o material "radioativo [brasileirismo não corrigido da Wikipédia]" se espalhou numa "espessa nuvem".»
.
Normalmente isto só acontece com gente de muito valor, muito ocupada e que precisa de "auxiliares de memória" ou de escrita.

terça-feira, agosto 21, 2007

AVP Memória



Só mesmo para aficionados do Patrique Dufe, que eu era mais dá-las à Vitória Principal.
E assim se faz um trocadilho digno do horário nobre dos telejornais nacionais.

Só lhe falta mesmo é passar pelo Cais de Alhos Vedros...

Do Setúbal na Rede:

Pela defesa do ambiente e da qualidade de vida
As questões do ambiente são fundamentais para a saúde e a qualidade de vida da população. As políticas a adoptar neste plano devem ser consideradas como elemento indispensável em qualquer actividade económica, com a profundidade e exigência necessárias e não como tantas vezes acontece como uma alternância entre a insensibilidade, o “fechar os olhos” e o “cruzar de braços” face a situações de grande gravidade e o desencadeamento de medidas restritivas pouco fundamentadas e operações mediáticas para português ver.»
.
Tem razão, sim senhor.
Escreve bem.
Pena que escreva só para um dos lados.
E conviria, já agora e em nome da coerência e pureza dos ideais, não "fechar os olhos" e "cruzar os braços" quando as asneiras, incúrias e inacções são dos camaradas.
Como é o caso deste assunto.
Porque os princípios são mais bonitos quando são para aplicar a todos por igual.

Leituras de Verão



Para agradar a gregos e a troianos.
Tanto o lado negro da mais mítica família americana e em especial da sua passagem pela Casa Branca, estudada por um dos mais destacados jornalistas americanos de investigação (o que revelou o escândalo das prisões americanas no Iraque), como a revelação dos documentos sobre as actividades do KGB e aliados no Terceiro Mundo, sendo que neste caso há muito interesse em percebermos o que se passou principalmente em Angola e Moçambique, para compararmos com as "versões oficiais" de trazer por casa.
Tudo ao alcance de qualquer bolsa, nos saldos de um Modelo perto de si ou nas promoções da Fnac.

Imaginemos

Tudo teórico, como é claro.
Hipotético.
Puramente em tese.

Que pessoas com responsabilidades políticas formais no concelho, ao nível do poder instituído ou das estruturas que o apoiam, fizeram os possíveis por criticar os "anónimos" dos blogues, acusando-os de lançarem calúnias.
Mas que depois andam como anónimos a comentar nesses e em outros blogues, assim como criam blogues de autoria "anónima" exactamente com o único intuito de colocar boatos em circulação.

Que essas mesmas pessoas sempre descredibilizaram o que era escrito pelos "anónimos", valorizando "quem dá a cara".
Mas que depois, mal alguém dá a cara e o nome, assumindo uma oposição frontal, assentam baterias sobre essa(s) pessoa(s), lançando sobre elas as mais descabeladas e infundadas acusações, sabendo de antemão que apenas lhe querem sujar o nome a cara.

Que essas pessoas quando dão a cara fingem respeitar as regras da civilidade, e que até defendem a posição de que tudo se faz "com regras", que a democracia não admite nada que não passse pelas "vias regulares" e pelos impressos apropriados.
Mas que são as mesmas que, quando sonham que não se sabe quem são, fazem os maiores atropelos às regras que querem impôr aos outros, mantendo-se coerentes aliás com a sua prática passada de atropelos às regras da liberdade democrática de opinião e manifestação.

Que essas pessoas afirmam acreditar que as situações irregulares devem ser denunciadas às entidades competentes e que a Justiça e os Tribunais devem funcionar.
Mas que são as mesmas que, pela calada, usam todos os truques para entravar o esclarecimento dessas situações, assim como para evitar o conhecimento de documentação que deve ser obrigatoriamente do conhecimento público, apostando no prolongamento no tempo e no arquivamento por questões processuais ou técnicas das denúncias feitas.

Que, por fim, essas pessoas afirmam prezar o debate de ideias e desprezar os ataques pessoais.
Mas que são as primeiras a enveredar pelas ameaças soezes sobre quem não alinha pela sua cartilha e que, de cara destapada ou recorrendo a idiotas úteis, procuram atrair os "anónimos" para "darem a cara" só com o objectivo com que se mandam os cães de caça espantar as lebres.

A nós não nos enganam.
Mas pode ainda haver quem se deixe enganar.

Tudo hipoteticamente, claro.
E sem qualquer relação com a nossa realidade local.
Que é límpida e transparente.
E em que quem dá a cara às segundas, quartas e sextas não anda embuçado pelos telhados às terças, quintas e sábados.

Coisa mais transparente e límpida não há

Agradecendo os links a quem teve a gentileza de os enviar e naturalmente quer permanecer "anónimo".
Juntem esta peça já conhecida com esta mais recente e depois procurem outras pecinhas espalhadas por aí.
Por enquanto guardamos outras para nós.

Castigo exemplar para os activistas...

...que destruiram um hectare de milho transgénico no Algarve.


O Judge Dread já decidiu, a sentença será a plantação de um hectare de canabis transgénica e o seu tratamento por parte destes activistas, sendo ainda obrigados a fumarem apenas as plantas machos e enviar as plantas fêmeas para o AV2, por correio expresso para o Café Ensaio, onde se encontra frequentemente a beber umas cervejolas e a dizer mal do poder moiteiro, com os outros drogados...

Sim porque só os drogados é que falam mal deste perfeito governo moiteiro!

Recordamos aos cidadãos, que Portugal é um Estado de Direita, quer dizer de Direito e não mais se vão admitir estas ilegalidades para com a propriedade privada.

AVP Jurídico

segunda-feira, agosto 20, 2007

Sexo amoitado



Desde que fiquem felizes...
Mas olhem que pelo vosso ar, andam a precisar de mais do que de unhas afiadas.
Quem tem telhados de vidro, não deveria atirar pedras.

AdTicted

O Blogue: AdTicted, tem direito aos seus 15 dias de fama e o AVP, vai ajudar a a isso!

O ataque ao poder moiteiro - A estratégia, parte 2

Depois do aparente interesse despertado pelo perfil do candidato desejável para defenestrar o poder moiteiro, seguiu-se, mesmo no momento certo, a parte 1 da estratégia de acção defensiva perante o que normalmente é a guerra suja da 2ª e 3ª linhas de amoitados aparelhistas, a mando do Rebarbativo Concelhio.
É altura, portanto, de passar à parte 2 da estratégia de acção, neste caso não tanto defensiva como mais pró-activa.
Provavelmente será a parte mais impopular desta minha reflexão porque no fundo destina-se a tentar fazer perceber que os aparelhos partidários e as ambições pessoais devem ser colocados para trás se é que querem ter sucesso.
A coisa é assim.
Existindo um candidato que preencha as condições já antes descritas - e já disse que os nomes em que penso talvez não sejam os mais óbvias, se bem que o amigo Brocas acertou à primeira cavadela ao contrário dos jericos comentaristas da tertúlia amoitada - e lançando a sua candidatura de forma independente, devem os aparelhos partidários da oposição local guardar o devido recato e não querer aparecer em bicos de pés ou com o braço logo sobre os ombros da dita personalidade.
Porque isso seria, por um lado, uma inutil e negativa instrumentalização e, por outro, um método rápido de afunilar a base de apoio de tal candidatura, abrindo-lhe o flanco ao contra-ataque das linhas recuadas do Partido do Colectivo.
A candidatura deve ser, até pelo novo modelo que se projecta para os executivos autárquicos, inicialmente um projecto independente das estruturas partidárias convencionais, a que podem - posteriormente - as forças da oposição local juntar-se, aliando-se no apoio.

De certa forma fazendo aquilo que não foi feito com Manuel Alegre, assim viabilizando a vitória de Cavaco Silva à primeira volta.
Se a miopia dos aparelhos partidários, na soberba dos "seus" candidatos" tivesse sido substituída por uma visão menos tacanha, poderíamos ter outro panorama em Belém...

Por isso, a ideia deve ser sempre a de deixar lançar a candidatura e depois - se é que são mulheres e homens para isso - as forças da oposição local unirem-se em seu redor, deixando para depois as mesquinhezas das lutas pelos lugares.
Aliás, mesmo no cenário actual, a oposição tem quatro vereadores, o que dá para satisfazer pelo menos todas as forças em presença numa possível futura aliança.
E por isso a equipa deve ser formada num segundo momento, de negociação do apoio à lista unificadora da oposição.
Claro que esta é uma estratégia difícil, com algumas fragilidades e pouco popular para muitas das figurinhas e dos figurões locais mais ambiciosa(o)s.
E é arriscada.
Claro que é.

Antes de mais porque envereda por uma nova estratégia de oposição, usando o frentismo real contra o frentismo retórico do Partido do Colectivo.
É uma estratégia de tudo ou nada, com pitadinhas de maniqueísmo, prestando-se a críticas óbvias como "eles juntaram-se todos contra nós".
Mas também é a única possibilidade de fazer virar o cadeirão.
Repartida em três facções, a oposição nunca ganhará as eleições, conseguindo quanto muito acabar com a maioria absoluta.
Mas mesmo conseguindo essa vitória relativa, só teria consequências se conseguissem todos entender-se a posteriori.
Nesse caso, porque não o fazerem a priori, deixcando tudo claro?

E esse tipo de aposta poderia fazer despertar uma imensa minoria de eleitores que têm optado pela abstenção, por não acreditarem em nenhuma das propostas de alternativa que ao longo de décadas se foram apresentando contra o poder moiteiro.
Umas por manifesta falta de qualidade.
Algumas por mera vaidade pessoal e ânsia de protagonismo.
Outras por manifesta atitude de "picar o ponto".
Por isso muita gente foi ficando em casa.
Não é verdade que a diversidade de alternativas seja, nestas paragens, motivo para aumentar as probabilidades de voto, porque o factor essencial é que, com uma oposição fragmentada, já se sabe quem ganha, apenas restando saber se é é mais ou menos à tangente, se é por goleada.

Em 2005 foi quase por goleada, quando nem os próprios esperariam.
Alguém aprendeu com os repetidos erros do passado?

AVP Memória



Quando se pensaria que Marques Mendes não conseguiria descer mais...



... eis que ele nos surpreende com um novo mínimo nacional, europeu, olímpico, mundial e cósmico ao convidar Badocha Jardim para a comissão de honra da sua candidatura à liderança do PSD.

Perante isto, até Luís Filipe Menezes parece elista, sulista e liberal.

Estou inconsolável


A minha proverbial sinceridade sportinguista impele-me a afirmar o meu desconsolo e desgosto pelo despedimento de Fernando Santos do Benfica.
Não há direito.
A margem de progressão para a demonstração da incompetência do "engenheiro do penta" ainda era grande, pois mal fez dois jogos oficiais.
A época passada não conta.
Se contasse, tinham-no despedido em Junho, como fez o Sporting há uns anos e muito bem.
Mas agora após uma semana de temporada?
Com uma vitória num jogo "europeu" (está bem era o Copenhaga, mas os tempos estão escassos, mesmo que fosse o Jeunesse D'Esch) e um empate na Liga, fora de casa, usando aquele equipamento rísivel, o balanço nem ia mal.
E, repito, o empate foi a jogar com um equipamento que alguns gays que consultei acham que até dá má fama à classe.
Pelo menos o Leixões jogou de vermelho.
O Nuno Gomes quando disse que o problema do Benfica era "mais profundo" deveria querer dizer o contrário: o problema está é em cima da pele, à superfície e é bem visível.
Só o Petit é insensível à quilo porque o Petit, enfim, é o Petit.
Eu acho que a grunhice é tal que ainda hoje não percebeu que anda a jogar de cor de rosa.
Mas voltemos ao Fernando Santos.
O homem como treinador é fraquinho, fraquinho.
Conseguiu não ser campeão com o Jardel na equipa nos seus bons tempos.
Se até o Boloni conseguiu isso, qualquer treinador conseguiria.
Pelo menos deveriam ter-lhe dado mais dois meses para demonstrar a incompetência de forma mais flagrante.
Não foi ele que vendeu o Simão.
Não foi ele que deixou escapar o Manuel Fernandes.
Não foi ele que não conseguiu guardar o Miccoli.
Agora querem o Camacho, o tipo mais frenético do futebol a seguir ao Maradona depois de uma dose tripla de coca.
Aquilo é que vai ser um saltar e estrebuchar vilanagem.
E o Vieira ainda lhe promte três novos reforços.
Se não forem três marrecos, ex-Sporting, como o Luís Filipe, e a avaliar pelos últimos três, devem ser o Di Madalena, o Burgessio e o Babalu.
Ou o Zé Colmeia e o Peninha.

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(a imagem foi recolhida no Câmara Lenta e é uma carta de FSantos para o dito Petit que demonstra como devia marcar o golo ao Leixões)

domingo, agosto 19, 2007

Animação premiada


Japonesa, com tons ambientais um pouco delicodoces, mas apesar de tudo interessante.

Sai mais uma rodada...

... para a mesa do canto, 4ª feira, pelas cinco da tarde.
O último parágrafo da notícia umas vezes é para levar a sério, outras nem por isso.
Depende dos humores.

Dúvida Dominical

Será que existem actos de negligência, omissão, incompetência, falta de ética, transparência ou legalidade sem pessoas que os pratiquem?

É que o nosso caro e puro João Figueiredo continua a criticar o AVP porque acha mal que as nossas críticas atinjam pessoas.
Quando se lhe chama a atenção para o facto de aqui se criticarem actos públicos, decisões políticas e projectos, ele replica que isso atinge, por tabela, as "pessoas".
Não percebo esta lógica, confesso.

Pelos vistos há quem ache que quando se praticam actos menos adequados ao interesse público - vamos poupar agora nos adjectivos - só devem ser criticados os "actos" e não as pessoas.

Um dia ainda me hão-de conseguir explicar como é que os actos surgem ex nihilo.
Sem agentes, que é como quem diz as "pessoas".
Será que como são feitos com recurso a bens públicos, acharão os doutos que não existem lesados nem responsáveis pelos actos?

Ou que os actos só existem se provados em Tribunal, dez anos depois?
Acho que a teoria valentiniana-isaltina-fuelgueirista-pintista tem alguns adeptos no poder moiteiro e seus camaradas amoitados.

sábado, agosto 18, 2007

Sugestão



Agradecendo a referência ao Mário da Silva.
Mais detalhes aqui sobre a iniciativa para quem leva a sério as questões do Ambiente e não apenas como cortina de fumo.

Sugestão para a Suaré



Depois da primeira série, aqui divulgada ainda quando não tinha edição nacional, eis que ela chega juntamente com a segunda, disponível tanto no Círculo de Leitores como nas lojas da especialidade.
A história é muito superior à velha Galactica e a Cylon loura tem imeeeeeenso bom aspecto.

Mais promoções de Verão



A FNAC está a despachar os monos e lá se vão encontrando algumas coisas interessantes.
Este álbum é um clássico da escola franco-belga com 20 anos e grande sucesso comercial, mesmo se não dos que mais me cativam.
Mas a 2,5 euros , que diabos, não há que se muito esquisito.
Argumento 7,5/10 desenhos 6/10.
Dá para acrescentar na biblioteca bedófila cá de casa.

O Barreiro no Mapa



Grande investida mediática da CMBarreiro em torno da revitalização do centro comercial do Barreiro, embora isso seja feito sob pressão da futura implantação do Fórum Barreiro que irá, conforme seja "usado", permitir a revitalização do comércio tradicional da zona envolvente ou acabar por destruí-lo completamente.
Basta olhar para o definhar do Feira Nova, em especial da sua área comercial de lojas e cinemas, para se perceber do que escrevo.
De qualquer modo, na revista Sábado desta semana temos direito a uma longa peça de publicidade institucional destinada a explicar o projecto, o qual surge num momento em que o Barreiro pretende renovar-se e surgem novas ideias como o Mercado da Rua Marquês de Pombal que pretendem que a cidade barreirense inverta a situação de degradação e declínio que a marcaram nos últimos 20-25 anos, por ter sido mal conduzida localmente e desprezada pelos poderes da capital.
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Embora me pareça que tudo isto precisará de muitas pernas (leia-se dinheiro), boa vontade e entendimento (leia-se coragem política de gerar consensos e apoios) para avançar de uma forma consequente, percebe-se que existe uma aposta destinada a recuperar um protagonismo perdido no contexto da margem sul - há quem fale em "centralidade" - e dessa forma atrair investimentos e ideias novas.
Ao contrário da Moita que se divide em reproduzir o que de pior teve nas últimas décadas - casario incaracterístico e boiadas - e projectos perfeitamente inviáveis e meramente propagandísticos como o inefável Parque Temático, de que já ninguém fala.
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Aliás, não deixa de ser curioso que Carlos Humberto, enquanto presidente da Junta Metropolitana tenha dado há um par de meses uma entrevista à revista Turismo de Portugal em que afirma que a aposta da região deve ser na requalificação da paisagem e na tentativa de alargar os pontos de atractabilidade turística, algo que há muito está ausente do chamado "arco ribeirinho" de Almada ao Montijo.
Só que, depois, é preciso que essas palavras se concretizem em actos e que, em especial quando a cor partidária é a mesma, exista a coragem de concertar estratégias e desenvolver projectos comuns de uma forma coerente.
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Mas é claro que, se o Barreiro quer recuperar uma centralidade perdida, a outra face da moeda é o reforço da situação ultra-periférica e de dependência da Moita-dormitório.
E nisso, tristemente, o poder moiteiro está de acordo e dá a sua mãozinha prestável, acedendo a tudo o que subalternize o concelho e o torne atractivo apenas devido ao baixo custo da habitação, resultado da falta de estruturas habitacionais de qualidade ou de infraestruturas de apoio, em termos de lazer e desporto.

sexta-feira, agosto 17, 2007

Podiam ter sido 9...

...mas 4 a 1 está bem, guardamos o resto para quando destroçarmos os vermelhos!

Bem-vindos, finalmente!



Finalmente temos um placa toponímica sem erros ortográficos à entrada da terra.
Anos e anos de disparate, sem vergonha, sem capacidade de auto-crítica e correcção do erro mais básico.
Parabéns Brocas, foste o mais teimoso de todos nós.
No meu caso, já desisti sequer de esperar que esta malta aprenda a conjugar o verbo "haver".
Mesmo os que andaram comigo à Escola e levaram reguada da boa o conseguem, quanto mais o resto da petizada.

Exemplo de Cidadania

Para mostrar como a guerra suja funciona, o poder amoitado criou ou mandou criar o blogue António do Telhado para atacar praticamente uma única pessoa, à laia de blogue de ataque unipessoal.
Por sua vez, à laia de inteligente, o António que não é anónimo, nem calunia ninguém e por isso tem a benção dos Cavacos locais e dos seus amiguinhos comentaristas, criou uma sondagem para determinar quem é o maior idiota do concelho, sondagem essa que, por qualquer estranha razão, deixou de estar disponível, o que me deixa triste porque eu queria votar em mim, na falta de poder votar nos idiotas úteis desta santa terrinha mal-enganada.
Volta (??) Alhosvedrense que estás perdoado.
Afinal há exemplos ainda piores de frete blogosférico.
E depois têm a manifesta lata de criticar os outros.

Adenda: Já está disponível novamente a interessante sondagem e já pude vislumbrar todas as hipóteses e votar em mim. Pelos vistos este é um concelho com poucos idiotas, se apenas há quatro hipóteses e só acham uma com nome próprio. É que sempre pensei que o Rebarbativo do Concelhio do Colectivo tinha mais elementos.