segunda-feira, dezembro 31, 2007

Então tchauzinho ó 2007


O balanço político fica para amanhã.
Que a malta já bebeu mais do que o necessário para gozar com isto.
Ainda por cima os Gato Fedorento estão tão fraquinhos que quase dá vontade de chorar.

Vai daí, para nos entretermos, decidimos criar os nossos prémios AVP de 2007, para não sermos originais.
O símbolo deixou-me um bocadito baralhado, mas amanhã logo se vê o que aquilo dá.

2007 - Balanço Bloguístico



O ano de 2007 termina para mnós da melhor amneira em termos bloguísticos com o maior número mensal de visitantes de todo o ano, apesar da quadra festiva, cheia de feriados e pontes, e ganhos muito signioficativos em relação a Dezembro de 2006. Ao final do dia teremos cerca de 6.750 visitantes este mês contra 3.700 há um ano atrás e andaremos acima das 10.800 entradas contra 6.737.
Em termos totais, em 2007 teremos acima de 66.600 visitantes e perto de 118.500 entradas no AVP.
Todas estas estatísticas são públicas, verificáveis e fiáveis.
Porque não há nada a esconder, nem se usam artimanhas para fugir à comparação.
Para todos os críticos o nosso agradecimento por terem ajudado ao sucesso, comparecendo, comentando com toda a acrimónia e falta de educação e humor habituais aos que mamam num poder que se quer perpétuo.
Aos amigos e conhecidos a gratidão devida por todo o encorajamento.
Para mais logo fica o balanço político local de 2008 que, como se percebe, acaba em absoluto descalabro e apodrecimento interno do actual poder moiteiro.

E a Moita de fora, já repararam?

Merece transcrição completa a notícia do Público de hoje que demonstra como os camaradas moiteiros transformaram este concelho no cu de Judas da Margem Sul, apesar de todas as conversas sobre as centralidades.
Contra factos, não há Parques Temáticos virtuais que nos valham.
E os camaradas dos concelho vizinhos - incluindo o Barreiro - só se lembram da Moita para vazdouro dos lixos.

«Arco ribeirinho entre Almada, Seixal e Barreiro terá vida nova
Projectos de reconversão das frentes ribeirinhas instalam-se em zonas de antigas fábricas empresariais - Quimiparque, Siderurgia e Lisnave.
Milhões de euros é quanto deverá rondar o investimento público e comunitário para a requalificação do Seixal
a O processo de requalificação da frente ribeirinha dos concelhos de Almada, Seixal e Barreiro está já em curso e o ano de 2008 deverá ser fulcral para o início dos projectos.
A frente ribeirinha almadense parece ter o processo mais avançado, tendo apresentado no final do ano de 2007 o projecto Almada Nascente - Cidade da Água, assente na premissa de uma "cidade de duas margens, um centro de Lisboa do outro lado do rio", conforme descreveu o arquitecto galardoado Richard Rogers, autor principal do projecto, no dia da apresentação formal da planta. Poder conciliar actividades como o trabalho, o lazer e ainda a vida familiar são os principais objectivos da obra, que deverá estar concluída dentro de 20 anos.
Uma marina, um terminal de cruzeiros, a transladação do terminal da Transtejo e do Metro Sul do Tejo, praças para realização de actividades culturais, pólos habitacionais e científicos e instalação de comércio e serviços serão as principais valências do espaço, inserido nos cerca de 120 hectares anteriormente ocupados pela empresa de restauração e construção naval Lisnave e elaborado pelos gabinetes Richard Rogers Stick Harbour and Partners, WS Atkins Portugal e Santa Rita Arquitectos.
Depois da apresentação do projecto, na exposição internacional Waterfront Expo 2007, que este ano decorreu em Portugal, os responsáveis pelo projecto, Câmara Municipal de Almada e Fundo Margueira, iniciaram já a angariação de investidores para o espaço, que deverá ter algum financiamento público, mas que assentará essencialmente em investimento privado. Este projecto prevê já um espaço canal para extensão da linha do Metro Sul do Tejo entre Cacilhas e a Cova da Piedade, além de ser palco do terminal e interface de Cacilhas, que deverá ser transferido para a Lisnave dentro de dez anos.
Criar emprego no Barreiro
Na Quimiparque, zona industrial do Barreiro, o projecto de requalificação desta zona ribeirinha também está na iminência de ver aprovado o plano de reconversão para o local, terminando hoje o prazo de discussão pública. De acordo com o presidente da autarquia, Carlos Humberto, o projecto para a zona permitirá criar "uma Área Metropolitana de Lisboa forte e que assuma um papel motor de desenvolvimento do país". Transformar o Barreiro num pólo de emprego, de desenvolvimento económico e com qualidade de vida, fugindo ao estigma da cidade ser considerada como dormitório, será o principal objectivo do plano, a cargo da empresa de consultoria Augusto Mateus e Associados. A aprovação do diagnóstico de partida, estratégia e plano de acção permitirá um olhar mais objectivo e concreto sobre o projecto, que deverá ter luz verde para avançar em 2008.
O documento de diagnóstico está dividido em três zonas. A primeira, a nordeste do Barreiro, irá manter o cariz industrial da cidade do Barreiro, explorando sinergias de intermodalidade de mercadorias enquanto a segunda zona, Centro-Norte, albergará funções mais metropolitanas com espaços públicos, equipamentos, serviços gerais e empresas e inovação e um interface de transportes. Por fim, a zona histórica consolidada da cidade, promoverá o lazer, a cultura e a interligação urbana. No caso do Seixal e da requalificação do espaço da antiga siderurgia, a câmara municipal encomendou um estudo de ordenamento urbano para a zona, que prevê o reordenamento territorial, a requalificação ambiental e a criação de novas infra-estruturas e equipamentos, num investimento que deverá rondar os 65 milhões de euros de capital público e fundos comunitários. O projecto de reconversão para este espaço pretende essencialmente responder a dois problemas da zona: o passivo ambiental, resultante da actividade siderúrgica desenvolvida ao longo dos anos, e a insuficiência de acessibilidades rodoviárias e ferroviárias.
Criar uma "cidade de duas margens" e um complemento a Lisboa é o principal objectivo comum dos três municípios que têm trabalhado em conjunto no sentido de desenvolver a Área Metropolitana de Lisboa. Apesar de estes serem projectos de longo prazo, que só estarão terminados dentro de duas dezenas de anos, o ano de 2008 parece ser o ponto de partida para resultados no terreno, depois de anos a programar projectos para estas antigas áreas fabris.»

Olha-os a escapar pelas traseiras

Do Diário de Notícias:

«
Tratado de Lisboa tem saída para vitória do 'não'
É falsa a ideia de que um eventual "não" numa qualquer ratificação dos 27 países da União Europeia ao Tratado Reformador signifique, inevitável e automaticamente, a morte do Tratado.

À cautela, os negociadores introduziram no documento normas que permitem resolver o problema. O principal imponderável parece ser, pelo menos para já, a Irlanda. Por imperativo constitucional, vai ser convocado um referendo (para já é o único Estado da UE onde está previsto que tal aconteça). Tudo aponta para que a vitória seja do "sim", até porque a pressão é enorme.

A norma que permite a escapatória está no número cinco do artigo 48.º: "Se, decorrido um prazo de dois anos a contar da data de assinatura de um Tratado que altera os Tratados, quatro quintos dos Estados-membros o tiverem ratificado e um ou mais Estados-membros tiverem deparado com dificuldades em proceder a essa ratificação, o Conselho Europeu analisa a questão."»


Mas se assim é, porque têm tanto medo do Referendo?

domingo, dezembro 30, 2007

Não é muito porreiro pá, prometer e não cumprir, não é?

A jovem esperança amoitada do concelho termina assim o seu mais recente artigo de opinião.
Resta saber se também estará a pensar nos seus chefes e camaradas.
Porque as promessas para cumprir são para todos, ?
Fixe, pá?

O Parque Temático?
O Alhos Vedros Cultural?
A Piscina da Moita?
O Pavilhão da Baixa da Banheira?

And so on, and so on...

AVP Musicól Mólticóltórál



Ainda a partir de uma pista do Bino, encontrámos o caminho para a elevação do nível estético-musical do AVP a píncaros nunca dantes alcançados.
Quem não sentir o karma todo a melhorar só de ouvir e ver isto é porque é um moiteiro chocho ou um amoitado que só vê a Playbloy às escondidas, apesar de ter 30 ou 45 anos.

E faxavor de ouvir até à parte orquestral, logo a seguir ao solo saxofónico do Kenny G de serviço.

O Verdadeiro Abrupto



Está por estes lados e recomenda-se a tdo o leitor interessado na blogosfera do mundo real.
E viva o Bino, que ainda por cima já confessou conhecer a Kleo.
Qual Pacheco pereira, qual nada.
Abrupto há só um, o Sexual e mais nenhum!

A BABA - Biblioteca Anarquista Básica do AVP



Porque não podemos descurar a nossa malformação política.

A CMM tem créditos mal-parados por estas bandas?

Do Diário de Notícias:
«Estado deve 150 milhões às câmaras
O Estado deve mais de 150 milhões de euros a 101 câmaras, dívida derivada essencialmente de pagamentos em atraso da Administração Interna, Cultura e Obras Públicas.
A maior fatia, 133,6 milhões de euros, reporta-se a obras ou programas de responsabilidade do Governo, executados por autarquias. Os restantes 16,5 milhões são de compromissos assumidos durante anos por vários governos, protocolados mas não executados, porque ministérios, secretarias de Estado, direcções-gerais ou institutos não pagaram aquilo a que se comprometeram. Este valor foi considerado dívida pois, em muitos casos, as autarquias fizeram despesa.»


Se existe dívida do Estado Central sobre obra paga, façam o favor de divulgar, para percebermos quanto dos 5 milhões de euros do empréstimo bancário que querem contrair tem alguma fundamentação.
Se estão na lista das 101 Câmaras credoras em termos líquidos - e não apenas devedoras à ADSE e Segurança Social - esta é uma óptima oportunidade para se queixarem.
Aqui o pessoal do AVP, nesse caso, estará do vosso lado.
E vocês sabem que, como socialistas bem colocados que somos, o Sócrates e o Teixeira dos Santos ficarão logo a tremelicar de medo.

sábado, dezembro 29, 2007

O empréstimo moiteiro: os porquês e o que vem a seguir

No jornal SemMais (pág. 33) lê-se que o shôr Presidente acha indispensável que a CMM contraia um empréstimo de mais de 5 milhões de euros para "saneamento financeiro", em especial para pagar as dívidas mais antigas e avultadas: à ADSE, à Segurança Social e à Amarsul.
Os líderes da oposição local fazem os seus avisos quanto à razões de tal empréstimo e às suas consequências em termos de encargos para o futuro.
E por acaso é nesses aspectos que nos devemos concentrar mais e questionar a Situação:
  1. Como foi possível chegar a uma situação destas, se no final do mandato anterior tudo parecia ser possível? Se foram feitas promessas como se a autarquia moiteira nadasse em facilidades financeiras, mesmo se eram conhecidas dívidas que, se fossem no caso de um cidadão ou empresário comum, dariam direito a ter o Estado em cima dos calcanhares? Que desmandos foram feitos nas gestões anteriores para que o poder moiteiro retivesse as contribuições devidas pelos seus trabalhadores à ADSE e Segurança Social? Como foi possível que a Amarsul - que terá sido criada para facilitar a vida dos municípios - se tenha tornado um peso tão grande? E como é possível que, com tais dívidas, ainda funcione? Mas, principalmente, como foi possível que a CMM enterrasse dinheiro na marginal moiteira como enterrou se estava numa situação destas? O que foi pago, para que estas dívidas se acumulassem? Seria interessante saber quem não tem razões de queixa da CMM como devedora.
  2. Por outro lado, para o futuro, que encargos mensais acarretará este empréstimo de 1 milhão de contos dos velhos? Não seria melhor desde já afirmar que a CMM perdeu qualquer capacidade de cumprir as promessas feitas na campanha de 2005 e que todas as promessas que os sucessores desta gerência possam fazer estão desde já sujeitas a toda a desconfiança? Porque não há que ter ilusões: o poder moiteiro é como aquelas donas de casa que vai às compras a contar com o rol do fiado e depois dá-se ares de grande senhora, mas tem uma conta calada por onde passa. Em 2009 as oposições devem estar atentas à cobrança das promessas feitas em 2005, quando já se conheciam muitas das impossibilidades e apesar disso se anunciaram obras em outdoors propagandísticos que bom dinheiro custam. Mas também devem estar atentas ao buraco que vai ser o mandato de 2009-2013. Porque este senhor vai-se embora, mas deixará rasto bem negro para quem o suceder. provavelmente, D. João I, o Almeida, teria deixado um buraco bem menor, apesar de todas as suas fraquezas.
E já agora, o que dizer de um poder político local que, perante este descalabro, ainda se quer dar ao respeito quando anuncia que vai renovar a frota automóvel, por causa da poupança em emissões de CO2?
Arrotem menos postas de pescada, almocem e jantem com mais maneiras, que certamente diminuirão em muito o metano produzido em alguns gabinetes e olhem que o metano faz bastante mal à camada de ozono.
Andem a pé, desloquem-se de bicicleta, já que tanto elogiam a "rede de ciclovias", que mais parece um retalho.

E já agora, se pediram para vir o IGAt que tal pedirem uma vistoria às contas pelo Tribunal das ditas?
Sei que há contabilistas sem medo nesta zona, mas se calhar são menos habilidosos do que pensam.

O AVP é que mente?



Uma coisa que gosto que distinga o AVP dos blogues situacionistas e dependentes do poder moiteiro e amoitado é que quando se escreva sobre assuntos sérios, os factos sejam os mais rigorosos que é possível e as deduções a partir deles as mais lógicas.
A ideia não é lançar boatos sem fundamento, só porque dá jeito.
Não é essa a estratégia oficial do poder local, nem dos seus aparelhistas bloguísticos e opinadores.
Veja-se o caso o torno dos Centros de Saúde e dos SAP.
Com base em pouco mais do que nada, tem-se feito localmente um alarido enorme em alguns círculos no sentido de alarmar a população perante o fecho iminente destes serviços.
É um assunto que me preocupa, pois tenho familiares que necessitam desses serviços a funcionar em pleno.
Por isso, tentei desde sempre perceber o que se passava.
Claro que não me fui informar em papéis colados clandestina e oportunamente na porta do Centro de Saúde de Alhos Vedros, pelos mesmos que logo os tiraram a seguir a chamarem a atenção para eles.
Porque foi isso o que se passou.
Há que ser claro nisto: há quem ande a mentir descaradamente em torno dos fechos de SAP e Centros de Saúde por razões oportunistas.
O Público divulga hoje a lista dos que estão para fechar, já fecharam ou mudaram de regras de funcionamento.
Encontram lá o concelho da Moita?
Claro que não.
E o poder amoitado de Alhos Vedros sempre soube disso.
Mas mentiram voluntariamente para criar a confusão.
Para desviar as atenções.
Depois não fecha nada e eles dizem que foi uma vitória da "luta".
Qual luta?
A que fizeram e acabou com o fecho das Urgências na Misericórdia?
E só serviu para serem fotografados uns cromos para a imprensa local.

Vamos ser claros: a política de Saúde deste Governo é um desastre absoluto.
O fecho de SAP no interior do país é vergonhoso, pois é a demissão do Estado combater a desertificação e apoiar os mais necessitados, mesmo se com custos acrescidos.
Poupem em outras coisas.
Agora daí extrapolar aproveitamentos abusivos para consumo local é mais do que desonesto.
É tentar enganar as populações com o bicho-papão que não existe.
Depois, quando ele chega, ninguém acredita.

Temos um prémio porreiro

O A-Sul considerou-nos o melhor blogue regional o que é uma honra tanto porque nem sequer nos conhecemos, como porque a Margem Sul (exceptuemos o sector situacionista) está razoavelmente povoado de blogues.
Por acaso até temos andado meio cansados e a postar fora de horas por causa do excesso de trabalho, mas as audiências deste mês espantam-nos pela positiva, pois mesmo em tempo de Festas vamos batendo recordes.
Ao contrário de que afirmam alguns dos justamente visados pelas nossas críticas, aqui pratica-se a má-língua no bom sentido e não se endeusa o politicamente correcto.
Quem não gosta é porque não tem língua própria ou tem vergonha de ver em público as suas misérias (políticas) privadas.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Quer um referendo ao Tratado Reformador?

Então faxavor de ir aqui e assinar.

Finalmente!



Anos e anos depois do devido, chega uma proposta de Carta Educativa.
São muitas páginas para ler no que talvez seja um dos documentos mais importantes para caracterizar a vida no concelho.
São muitas páginas para ler.
Opinião fundamentada fica para mais logo, depois de consultar os especialistas em Educação amigos do AVP.

Em Alhos Vedros não há reuniões porquê?

Do site do poder moiteiro:

Calendarização da discussão pública da Carta Educativa do Município da Moita:

- 3 Janeiro 2008 – 14.30h – Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça - Moita – Com Agrupamentos e Escolas (Conselhos Executivos e Pedagógicos, Assembleias de Escolas, Associações de Pais, entre outros);

- 4 Janeiro 2008 – 21:30h – Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça – Moita – Com eleitos das Juntas e Assembleias de Freguesia;

- 5 Janeiro 2008 – 21:30h – Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira – Aberta à população e a diferentes entidades, como forças de segurança, associações, clubes e colectividades;

- 8 Janeiro 2008 – 15:00h – Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça - Moita – Conselho Municipal de Educação da Moita.»


Será porque não há infraestruturas adequadas para uma reunião deste tipo, ou é mesmo porque os interessados são obrigados a ir à Moita?
E no dia 3, a que me interessa enquato pai, sou obrigado a faltar ao trabalho porquê?

AVP Quiosque



Estes tipos continuam a sobreviver e com um mau feitio de nos fazer inveja.

A necessidade do referendo ao Tratado Reformador

Mais razões, estas de âmbito marítimo estratégico.
Porque perderemos soberania sobre a nossa Zona Económica Exclusiva.

Um final de Ano sem nada se ter cumprido...

Chegou-se ao final de 2007 sem nada do que foi prometido pelo poder nacional e local se ter cumprido, as promessas de crescimento económico foram todas fracassadas e encontramo-nos agora ao nível da Bulgária, mas com um crescimento de um terço em relação a essa nação.

No concelho da Moita, foi um ano de aniquilamento e de

AVP Musical



Olha que dupla...

Não dão luta...

Neste momento, depois de alguma pujança, nota-se que a moiteirama perdeu a pujança nos seus sítios do costume.
Os idiotas úteis vão sendo largados como a casca pelas cobras.
O Alhosvedrense morreu quando deixou de valer a pena.
O Banheirense vai pelo mesmo caminho.
Já morreu, só falta declararem-lhe o óbito.
O copy/paste tornou-se a regra e até o Luís parece ser o postador de serviço.
O jovem Daniel nunca esteve lá, porque verdadeiramente nunca esteve lá.
O aristocrata Jean, em boa verdade, acha-se superior a este mundo.
E o aparelhista Nuno pensa mais no futuro de respeitabilidade enquanto eleito, evitando dizer mais disparates do que os que ficaram para trás.
Para além de que a facção mais dura acha que o Banheirense nunca conseguiu ser a verdadeira muralha de aço pretendida.
Nem em termos de capacidade de luta, nem de visibilidade blogosféria.
É então a altura de arrancarem com novos projectos - a partir da experiência do homem do Telhado - apenas para funcionarem como barreira de fogo, essa sim nas rais obscuras da pura maldicência e calúnia.
São "anónimos" mas criticam "anónimos".
Não têm ideias próprias, pelo que se queixam de quem as têm.
Tentam encobrir a completa vergonha da gestão moiteira com uma peneira.
Agora é tudo argumentos da "economia de mercado" e de “projectos empresariais de suceso".
São comunistas de nome, com a aposentação garantida, emprego estável à conta do cartão, que começaram a tomar o gosto à boa vida, aos almocinhos e jantares bem regados por conta.
São aqueles que enterraram este concelho e o abandonaram à suburbanização com aroma de bosta em Maio e Setembro.
Gabam-se de pagaros salários aos funcionários.
Pudera.
Então não é essa a clientela que lhes garante o poder?
Multipliquem o número de funcionários e respectivas famílias, parente e fiéis e veja, lá se não conseguem logo uma base razoável de votos?
Se lhes deixassem de pagar é que ia ser o bom e o bonito.
Moiteiro e amoitrado é estúpido por natureza, mas não assim tão estúpido.
Incoerente, mas não é assim tão cego.
Porque se há quem vá embora, ainda há quem esteja na fila para viver da teta.
E ela não pode secar definitivamente.

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Autarquias, corrupção e a Soraia



E quem diz que não há benfiquistas com bom gosto?
Olha-me o António Pedro Vasconcelos!

E que terá feito o velho Nicolau para ter tal sorte?
A Vilanova no Corrupção, agora esta...
Afinal há esperança na 3ª idade.

Já a Região de Turismo parece nadar em dinheiro



A publicidade feita em diversos órgãos de comunicação social local e regional já fazia estranhar em estrutura que se afirmava estar a dar as últimas.
Mas este sábado, um encarte de 4 páginas A3 todas coloridas, no Expresso, por causa do consurso de gastronomia regional?
É coisa cara, isso sei eu. Nada comparável com uma página em O Rio, no Notícias Populares ou no SemMais.
E das duas, uma: ou isto é a missão da Região de Turismo e estranha-se que só agora tenha acordado, ou então estão mesmo a dar o berro aos últimos tostões e quem vier atrás que feche a porta.

Dúvida II

A acreditar nos relatos sobre as justificações patarato-madeireiras sobre o destino de O Rio, ficamos sem perceber porque razão o PCP defende a existência de apoios do Estado à imprensa local ou regional, como aconteceu na questão do porte pago.
Se a coisa é para despachar daquela maneira, mais valia mandarem um capitalista qualquer, que sempre explicava melhor como funcionam as leis do mercado.
Será que afinal os moiteiros e amoitados da Situação se converteram - os protocolos, os híbridos e outros luxozinhos já o faziam adivinhar - ao Liberalismo puro e duro?

Dúvida I

Então, o Pai Natal sempre veio de Volvo para a Praça da República ou ainda não?

Eu não...

Do Jornal de Notícias:

«Entre levantamentos nas máquinas Multibanco e pagamentos nos terminais de pagamento automático (ATM) nas lojas, em Dezembro (até dia 25), a SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços registou movimentos no valor global de 4,221 mil milhões de euros. É o equivalente a cada português ter gasto 422 euros (84 contos) naquele período. Estamos a falar de uma grandeza em torno dos 2,7% do PIB, que daria para construir a ligação de TGV Porto-Lisboa.»

A vergonha



Benazir Bhutto assassinada durante comício político

(do Público)

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Foi só comigo?

Ou este ano não tivemos direito à mensagem gravado-telefonada do shôr Presidente?

AVP do Contra - Secção do Bloco de Esquerda


AVP do Contra - Secção do PS

VOTO DE SOLIDARIEDADE PARA COM O JORNAL “ O RIO “

Considerando, tal como diz o Estatuto da Imprensa Regional:

“A imprensa regional desempenha um papel altamente relevante, não só no âmbito territorial a que naturalmente mais diz respeito, mas também na informação e contributo para a manutenção de laços de autêntica familiaridade entre as gentes locais e as comunidades de emigrantes dispersas pelas partes mais longínquas do Mundo. Muitas vezes, ela é, com efeito, o único veículo de publicitação das aspirações a que a imprensa de expansão nacional dificilmente é sensível; e constitui, por outro lado, um autêntico veículo de difusão, junto daqueles que se encontram fora do País, daquilo que se passa com os que não os quiseram ou não puderam acompanhar. Além disso, tem, por regra, sabido desempenhar uma função cultural a que nenhum órgão de comunicação social pode manter-se alheio. “

e ainda, entre outras afirmações, o que se pode ler no Jornal «Avante!» Nº 1387 – de 29.Junho.2000 sobre a imprensa regional:

“…é um dos mais importantes factores de contenção da iliteracia, pois há muito boa gente, mesmo a viver nas áreas metropolitanas, que o que lê, além de algum jornal desportivo e dos folhetos das telenovelas, é o «jornalzinho da terra». E este constitui, em muito casos, a única leitura para os poucos que ainda lêem …. “

e entre muitas e muitas outras posições, a do sr. Presidente da Junta de Freguesia da Moita que recentemente manifestou publicamente:

“… enquanto leitor assíduo do jornal "O Rio", sempre encontrei nesta prestigiada publicação um mar de pluralismo e isenção, o qual é justo dizer e, sem desprimor para qualquer elemento do corpo redactorial ou colaborador, é fruto da verticalidade e do espírito democrático do seu director, apanágio da superioridade moral dos comunistas e de todos os democratas, mulheres e homens amantes da liberdade…“

Considerando ainda, o brilhante percurso deste Jornal ao longo dos 10 anos da sua existência, o inquestionável contributo para o desenvolvimento das gentes do concelho, bem como o facto de ser o único Jornal não comercial do Concelho da Moita e as lamentáveis pressões e falta de apoios que o conduziram para a inevitável situação de ter de suspender a sua publicação,

A Assembleia de Freguesia da Moita reunida no dia 21 de Dezembro de 2007:

a) – Manifesta a sua total solidariedade para com o Director e colaboradores do Jornal
“ O Rio “, lamentando profundamente as razões que levaram à sua suspensão, desejando que as instituições a quem cabe fomentar e apoiar o desenvolvimento local, tudo façam, de forma inequívoca e incondicional, no sentido de ser possível, num curto espaço de tempo, devolver ao concelho da Moita este seu Jornal, livre, independente, aberto a todas as correntes de opinião, de forma a poder continuar a contribuir para o desenvolvimento e elevação de toda a população deste concelho.

A bancada do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia da Moita

Moita, 21 de Dezembro de 2007

Mas aquilo do caso Portucale não era exactamente em Benavente?

Do Público (sem ligação):

Autarca diz que legislação premeia "selvas de betão"
26.12.2007, Jorge Talixa

A nova Lei das Finanças Locais "é perversa, porque premeia sobretudo aqueles que permitiram o crescimento de selvas de betão", acusa António José Ganhão, presidente da Câmara de Benavente e vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses.
O autarca salienta que a nova lei "daria crescimentos de 90 por cento nas verbas a transferir para municípios como Sintra e outros, onde os processos imobiliários tiveram o seu maior crescimento", e que não se compreende que um município como Benavente, que procurou um crescimento sustentável, tenha as suas transferências da administração central reduzidas em 10 por cento nos últimos dois anos. O autarca comunista sustenta que o preâmbulo da nova lei até refere que pretende "premiar as boas práticas ambientais e combater o crescimento de receitas à custa daquilo que conhecemos como selva urbanística", mas que esta ideia não foi vertida no diploma. Este corte nas transferências financeiras da administração central tem sido justificada com o facto de os impostos directos cobrados per capita no concelho de Benavente serem superiores à generalidade dos municípios portugueses.»


Muita falta de vergonha, é o que é.
E tudo serve como desculpa.
Até já vejo os amoitados todos a esfregar as mãos para justificarem o alargamento do flop da Fonte da Prata com estas justificações

Um Natal em esforço



No Refluxo.

terça-feira, dezembro 25, 2007

Utilidade

Para que não digam que não fazemos nada de útil neste dia de Natal aqui fica esta ligação maneirinha.

Um Natal Socialista?

Da Sic-Online:

«Carlos Santos Ferreira vai apresentar demissão do cargo de presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) na próxima quarta-feira. No mesmo dia, vai começar a fazer os contactos para a lista candidata à liderança do Banco Comercial Português (BCP). Fonte próxima do ainda presidente da CGD confirmou que Santos Ferreira aceitará o convite para se candidatar à presidência do BCP assim que deixar a liderança da instituição pública e que tem "carta branca para escolher a equipa". Notícias vindas, entretanto, a público afirmam que o socialista Armando Vara poderá vir a integrar a administração do BCP

O polvo estende-se...

domingo, dezembro 23, 2007

Mensagens AVP de Natal #2



Para o senhor Peneirento, porque o dia chegará...

Mensagens AVP de Natal #1



Para o poder moiteiro em geral e em particular.

Dupla Personalidade



Bom blog de tirinhas satíricas, com o único problema de me ter roubado a única ideia possível de eu desenhar tirinhas cómicas.
Eu para dsesenhar só se fosse assim e até cheguei a treinar.
Mas atrasei-me.

Logo este que não faz nada

Do Correio da Manhã:

«Ser ministro é um trabalho fascinante
Nunes Correia, ministro do Ambiente, não tem dúvidas em afirmar que ser ministro é um trabalho fascinante, em que muitas vezes está só com a sua consciência perante um mundo de vozes que vão pelo caminho da demagogia. Responsável pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional, confia na boa gestão dos muitos milhões que Portugal vai receber.»

E deve ir-se embora antes da chegada dos dinheiros do QREN.

Importa-se de repetir?

«Peão preso por atropelar carro
Jovem grego vai a tribunal por «passar» por cima de um veículo mal estacionado»

Só fez aquilo que devia...

É quase Natal



Vamos à procura das prendas ideais para alguns figurões locais.
Ao que parece os eleitos da Situação era para terem pópós e rabinho menos remido de prenda, mas a coisa está difícil.
Por isso temos de os compensar, já que fizemos tanto berreiro.
Mas a malta é mais livros e música.

sábado, dezembro 22, 2007

Vamos nessa! E podem ser múltiplos?

Do Portugal Diário:
«Orgasmo mundial pela Paz
Um casal de pacifistas dos Estados Unidos voltou a propor, pelo segundo ano consecutivo, que se faça «amor e não a guerra» e apelou à população mundial a que tenha este sábado literalmente um orgasmo conjunto em prol da paz no mundo, escreve a Lusa.»

Embora moiteiros e amoitados aparentemente não gostem quando aqui se alude vagamente a sexo. MUITO SEXO.
'Tadinhos.
Foram desmamados antes da nascença, ficaram assim. Por isso se entusiasmam tanto com as vaquinhas na altura das feiras e largadas.

Está aqui está na administração do BCP

Da BBC:

Tony Blair
«Tony Blair joins Catholic Church
Former Prime Minister Tony Blair has left the Anglican Church to become a Roman Catholic. »

Será nervoso miudinho?

Voltaram as ofensas de nível mais rasteiro.
Ao mesmo tempo que as entradas no AVP sobem quase 50%.
Eu acho que qualquer coisa andará a borbulhar por aí.
Ao menos consta que a pouca vergonha do Volvo do shôr Peneirento está algo encravada.
Será por isso?
Náááááá....
Deve ser outra coisa.

Eu é mais as curvas...



Mas percebo, o homem vai nos 100 anos.

Aprofundando a Democracia

O rolo compressor democrático avança:

O Tribunal Constitucional notificou os partidos a provarem no prazo de 90 dias que têm pelo menos 5000 militantes.


Eu sei que a lei é dos tempos do Cherne Barroso.
Mas era para levar a sério?
Mas agora é assim?
Não chega aos partidos terem eleitores acima desse número?
Ou mesmo acima de 10.000 ou dos 7.500 que é o número de assinaturas exigidas para existirem?
Mas agora somos obrigados a ter só partidos parlamentares?
Porque querem proibir os pequenos partidos, que normalmente são das franjas periféricas do espectro partidário?
Quem os incomoda?
Os monárquicos?
Os ecologistas verdes/vermelhos?
Os ecologistas a sério?
Os esquerdistas?
Os neo-fascistas?
As novas-velhas direitas?
Isto é uma vergonha e espero que nenhum dos partidos que "escapam" deixe de se solidarizar com aqueles que querem extinguir.
Porque podemos achar que o POUS é arcaico, que o PNR é mau, que Os Verdes são um departamento do PCP ou que o PPM não faz grande sentido.
Mas todos fazem sentido.
E são eles que demonstram a validade da Democracia.
Sem eles não existe Democracia, existe apenas Oligarquia.
Eu não quero ser impedido de votar em quem entender, por muito irrelevante que seja a opção.
A Democracia é isso.
Tudo o resto são artifícios para empobrecer a já de si paupérrima vida política nacional.
É a defesa do status quo até ao limite do admissível.
Esperamos, pois, que Cavaco Silva tenha mão nisto.
Por estranho que pareça, a existência de muitos dos seus críticos mais ferozes depende em boa parte dele.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

E os outros sabem?

«Município lidera candidatura para valorização do Estuário do Tejo no Arco Ribeirinho Sul»

A fonte é outra vez o Boletim da Propaganda.
Eu aposto que se for a Almada, a Alcochete ou ao Barreiro, me vão dizer que são eles que lideram.
Mas tudo bem.
Confiamos na vossa palavra.
Basta ver como cumpriram a Agenda XXI e os milhares de empregos do Parque Temático estão quase aí para resolver a crise local.

Com as obras dos outros sou um grande obreiro

O Boletim Municipal anuncia:

«Reconversão de passagens de nível prossegue»


Mas leiam lá a notícia e vejam se não é tudo obra da Refer.
Os mais distraídos ainda podem pensar que a Refer é alguma divisão municipal.
Mas não é.

Ficção Científica Pura

Do Boletim Municipal:
«À medida que o fim do ano se aproxima, fica-nos a sensação de que concluímos mais um ciclo de trabalho difícil mas, ainda assim, gratificante. Difícil porque se torna cada mais penoso o trabalho das autarquias que têm de gerir apertados orçamentos anuais e, ao mesmo tempo, procurar a melhoria contínua dos serviços que prestam às populações, fazendo face aos sacrifícios impostos pelo Governo. Gratificante porque, apesar das circunstâncias adversas, conseguimos mobilizar recursos suficientes para ganhar alguns desafios – sobretudo nas áreas do Ambiente e da Cultura – que tiveram particular visibilidade nos últimos meses

Isaac Asimov, morde-te de inveja.
Philip K. Dick revolve-te na tumba.
Arthur C. Clarke, reduz-te à tua insignificância.
John Wolf é o novo mestre do fantástico, da antecipação futurológica e da descrição de uma realidade paralela e alternativa à nossa como há muito não se via nesta área bem povoada da literatura mundial.

Atenção nisso



Nós que somos de cá sabemos que é tudo treta, mas para quem é de fora este tipo de falhas pode ser confuso, está bem.
Rio não é o mesmo que mar.
E pinheiros, enfim, são pinheiros.
Nem tudo o que é árvore tem o mesmo nome e dá pinhas.

AVP Agenda Cultural

Traz o cartão do Partido também...

Do Rostos Online:

«A Junta de Freguesia da Baixa da Banheira criou um Gabinete de Apoio Social, que visa promover a criação de oportunidades profissionais, atribuir apoio Psicológico e apoio na Acção Social.
(...)
Horário:
- Segundas-feiras das 19 H às 20 H.»


Porreiro, uma hora inteira por semana.
E num horário mesmo jeitoso.
Pena que o atendimento não seja mais diversificado, porque eu acho que para empregos mesmo, era necessário estar lá o mestre desse assuntos, que vai começando a ter peso nessas matérias.

Finalmente nas mãos



Mas que coisa tão modestazinha.
É a crise, é a crise...
Venham os carros, poupe-se na cultura.

Vai ser cá uma viabilidade!

Do Margem Sul:
«Expansão do metro à Caparica e ao Barreiro avança se for viável»

Com os actuais níveis de ocupação das linhas, só se houver o milagre da multiplicação dos pãezinhos, que é como quem diz utentes.
Mas talvez exista interesse em alimentar um negócio que, com tantas derrapagens, deu muito que ganhar a muita gente.
Aos cidadãos comuns foi pouco ou nada.
Mas lá que muito boa gente ganhou, disso não tenho dúvidas.
Setenta milhões de euros é muito euro.

quinta-feira, dezembro 20, 2007

AVP Divulgação Cultural



Cartaz enviado pelo Carlos Vardasca, que o Raminhos não nos envia nem um sopro de nada, de tão atrapalhado que fica connosco por o termos apoiado.

Lagoa da Fonte da Prata


Um local agradável, perto da beira-mar...

Abençoados 43 anos








Quem diz que as miúdas da minha geração não continuam giras?

(Cláudia Jacques, capitosa, na Maxmen deste mês)

A Refer cumpriu

E a passagem desnivelada para as Arroteias está feita.
A rotunda já dá para andar à volta e tudo.
Só é pena que a outra metade do problema - acesso às Morçoas e à Escola C+S - fique à espera das conveniências do calendário eleitoral, da falta do dinheiro enterrado nas voltinhas da marginal moiteira e nos híbridos dos eleitos.

Alhos Vedros Metereológico

Olá

Chamo-me Luis Salvador e a cerca de 2 anos mudei-me para Alhos-Vedros, fui bem recebido e não tenciono me mudar. Como tenho algum gosto por meteorologia, instalei uma estação meteorológica profissional. Gostaria de saber se tem algum interesse da sua parte, colocar um link para o meu site, ou colocar um banner no seu site com os dados em tempo real.

O link para o meu site é :

http://meteoav.dyndns.biz

Ou colocar um banner no seu site, para tal eu envio-lhe o código HTML para tal.

Obrigado pela atenção

Luis Salvador

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Dá que pensar

Mas já não se sabe que o pároco da Moita é parolo?

Nem é necessário isto para confirmar.

Alhos Vedros, porra, é assim tão difícil?

Rai's parta esta terra que tem nome esquisito que ninguém sabe de onde vem.
Uns dizem que são chochos, outros que são velhos, outros que não querem fantasiar e agora até temos os que entaramelam língua e teclado como no Rostos Online, onde hoje, dia 19, pelas 19 horas se pode ler a seguinte nota com as 12.06 como hora de publicação:

Alhos Verdos – Moita
Recital de Guitarra na Igreja Matriz


Já sei, foi ligeiro engano, nada que não se emende.
Quem não errou que atire a primeira pedra e essa treta toda.
Mas a verdade é que esta semana não ando bem disposto, vai daí...

Excelente escolha



Káká foi efectivamente o melhor.
A FIFA escolheu bem.
Ao Cristiano Ronaldo conviria ser menos peneirolas nas declaraçõe, porque ainda precisa de comer muita sopa e não só de fazer de manequim malcriado.
Não há nacionalismo que iluda as evidências, mesmo se nos transportes e cafés até as senhoras que dizem não gostar de futebol andavam muito pesarosas porque "isto são os interesses".
mas quais interesses?
O Káká fartou-se de ganhar coisas em termos colectivos, de que muitas vezes foi o principal responsável.
O Cristiano Ronaldo foi o melhor mas em quantidade de capas de revistas.
E o 2º lugar do Messi foi mesmo para colocá-lo no lugar e ele aprender (Ronaldo) que não chega a garganta.

Sarkozy 10, Sócrates 1












Basta comparar os gostos. Porque ainda se podem discutir gostos, ou somos mixóxinos?
Já sei, o que conta é a beleza interior, mas a esse nível a Carla até já fez um par de álbuns com música chata, mas muito de esquerda e tudo.

AVPeneiras

Dia 19 de Dezembro já temos mais visitantes do que todo o Dezembro de 2006.
E ainda há quem diga mal de nós, que isto não é visitado, que isto e aquilo.
Falam, falam, mas é de inveja.
Mas verdade seja dita que a concorrência amoitada está a um nível - mesmo para eles - muito fraquinho e não é no sentido do Gato fedorento.
É mesmo fraquinho.

O Mário da Silva ainda mexe

Pois, a blogosfera local anda meio em estado de apatia, mas o MdS lá vai atirando as suas alfinetadas aqui e aqui sobre a muita hipocrisia e ignorância dos bem-pensantes amoitados.
força neles que eu ando cansado.

terça-feira, dezembro 18, 2007

Eu cá gosto

Do site do Parlamento:

«Referendo
Instrumento de democracia directa através do qual os cidadãos eleitores são chamados a pronunciar-se por sufrágio directo e secreto, a título vinculativo, sobre determinados assuntos de relevante interesse nacional, mediante proposta da Assembleia da República, ou do Governo, ao Presidente da República que decide da sua realização.»
Como eu gosto da democracia directa...
Ainda por cima somos pouquinhos.
Eu fazia um todos os meses.

O melhor blogue português de 2007

A lista está aqui e é especialmente interessante por ter nos primeiros lugares alguns blogues cujos autores foram júri da mesma eleição.
Nem de propósito Marco Santos do Bitaites, Nuno Markl do Há Vida em Markl e Pedro Ribeiro de Os Dias Úteis escolheram e foram escolhidos, respectivamente, em 1º, 2º e 6º lugar (neste último caso, o blogue é do mais normalinho que pode haver).
Isto é profundamente parvo.
Nem me dei ao trabalho de conferir as outras listas para confirmar se ainda por cima ganharam nas categoriais sectoriais.
Qualquer dia faço a eleição do Melhor Blogue Local de Alhos Vedros e arredores, fico com o 1º prémio e distribuo os outros pelos meus amigos.
Não há pachorra.

Afinal o irmão só tem 75 anos, é um puto

Fidel Castro admitiu pela primeira vez que pode vir a deixar o poder. O presidente cubano prestou uma declaração na televisão cubana onde admite renunciar ao poder em favor de “pessoas mais novas”.»

E já tentou dizer alguma coisa com conteúdo?

Do Jornal Regional, que retoma O Rio, a notícia sobre o lançamento do opúsculo minúsculo de J. M. Vargas, que desta vez me desiludiu um bocado em matéria de substância:

«No final, Fernanda Gaspar, presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, fez a seguinte declaração a O RIO: “A Junta sempre assinalou a Comemoração do Foral de Alhos Vedros, sendo esta uma forma de valorizarmos o nosso património histórico. A história local tem muita importância na perspectiva de conhecermos e valorizarmos o nosso passado e a forma como viviam os nossos antepassados, no sentido de podermos construir um futuro mais solidário e com melhores conhecimentos”.»

Mas que verborreia vazia de conteúdo, quando se sabe que as vereações de Alhos Vedros estão por transcrever e houve documentos na JFAV que parece que não sei o quê que lhes aconteceu e tal.
A história tem interesse na perspectiva de conhecer o passado?
A sério?
A história é para conhecer mesmo o passado?
Não me diga!!!
E serve para saber como viviam os nossos antepassados?
Ena, que coisa brilhante!
Quer dizer, quem teve antepassados cá pela zona.
Os outros, precisam da história de outro local.
E para construirmos um futuro mais solidário?
Como?
A JFAV vai também alugar híbridos?
Ou vai geminar Alhos Vedros com uma terrinha qualquer, para ir passear à conta, para Cabo Verde ou França como os outros?
Sinceramente.
Tudo bem, a malta não tem jeito para falar nada que se aproveite, mas ao menos, podiam uma vez, unzinha só, evitar esta treta de conversa?

É pá, publicaram aquilo para fazer marcação à publicação da revista do Vítor Cabral e mais nada.
Se o autor, que participou nas jornadas de história local, ficou embaraçado por aparecer na revista, que pedisse escusa e a malta percebia.
Agora lá por fazerem uma publicação que tem menos papel que A Dica da Semana e custa menos do que a publicidade do Modelo, que até é a cores e tudo não é preciso parecer que inventaram a roda dentada...

Será prenda de Natal, de Ano Novo, de dia de Reis ou de Santa Engrácia?

O fim das obras sortidas no IC21?

segunda-feira, dezembro 17, 2007

AVP Musical

Mas a dupla dinâmica quer mais casario ali à volta

Do Semanário Económico:
Espanhóis vendem em Portugal para pagar dívidas em Espanha
(...)
Grandes projectos de habitação em dificuldades
Embora a saída dos promotores espanhóis tenha como primeira e destacada razão a pressão do sector bancário, a verdade é que muitas das imobiliárias vieram para o mercado português fazer “mais do mesmo”. Ou seja, apostaram na promoção para os segmentos médio e médio baixo, em mega empreendimentos localizados em zonas deprimidas, como a Moita, Loures, Odivelas, e na zona de Gaia. Um dos projectos que é referenciado como um insucesso comercial é o Quinta Fonte da Prata, da Martinsa-Fadesa, e que está a ser promovido em Portugal desde 2000. A Urbanização Quinta Fonte da Prata é constituída por 3.200 apartamentos e está inserida na localidade da Moita, na orla esquerda do Tejo, em frente a Lisboa, ocupando uma superfície de 52 hectares.»


Está certo que o projecto é da gerência de D. João I, o Almeida, mas a verdade é que D. João II, o Lobo validou a estratégia completamente errada e fez assentar a revisão do PDM em mais disparates deste tipo, sem perceberem que para atrair gente não chega o preço baixo, se a qualidade escasseia, as infraestruturas não existem, as obras se prolongam por anos e anos a fio e depois acabam todos com o melhor - a proximidade do rio e alguma paisagem - encoberto por novos loteamentos e monturos de entulho.
Mas eles é que foram eleitos, eles é que sabem o buraco em que nos querem enterrar.
Mas quem é jumento teimoso mais do que não aprender com os erros, nega que tenha errado.


Para quem tem tempo

Jogos online ligeirinhos, mais no género fantasia:

Adventure Quest (o mais juvenil).
Crimster.
Gladiatus (é espanhol mas não é mau).
Legend of the Green Dragon.
Lord Archmage.
Syrnia.
Travian (uma bom treino para urbanistas-aspirantes)

AVP Geek

Scrapblog, uma nova experiência para álbuns de imagens online.

Mas ainda alguém se lembrava disto?

Do Público:
«UGT: Torres Couto, João Proença e Oliveira e Costa absolvidos
(...)
O processo UGT/FSE, arrasta-se há mais de 15 anos, tem como arguidos o actual secretário-geral da UGT, João Proença, o seu antecessor, José Manuel Torres Couto, o ex-tesoureiro José Veludo e o também antigo dirigente da central sindical Rui Oliveira e Costa, entre outros.
O colectivo de juízes presidido por João Felgar absolveu ainda todos os 36 arguidos do caso UGT e considerou atribuível o crime de burla na forma tentada ao dirigente da central sindical José Manuel Veludo, mas já prescrito.
José Manuel Torres Couto não esteve presente na sessão de hoje, por se encontrar no Brasil.»


Claro: absolvição, condenação por crime já prescrito e arguido a banhos no Brasil, que por cá está frio.
Sindicalismo-caviar.
Apenas o Portugal podre a deitar um pouquinho mais de mau-cheiro.

Há boas e más notícias



As más, primeiro:

«O RIO vai ser suspenso, contra a nossa vontade e a vontade dos amigos de O RIO, devido a dificuldades de viabilidade económica, embora sem problemas financeiros (não se deve nada a terceiros). Esta é a última edição de um ciclo de 10 anos que totalizou 230 publicações impressas.A suspensão do jornal não significa acabar.
O RIO em papel poderá sair em ocasiões especiais como, por exemplo, no 25 de Abril, nas festas do concelho, na quadra do Natal ou em períodos eleitorais.»

Agora as boas:

«Entretanto, com menores custos, temos ORIO.Pt, que vai continuar.
O jornal online com notícias da Moita e da Região, actualizadas diariamente, já tem um vasto leque de leitores que, creio, poderá aumentar. O RIO na net (www.orio.pt) tem um apreciável potencial para crescer no concelho da Moita. Além disso, é lido em qualquer parte do mundo e poderá ganhar a preferência de emigrantes e outras pessoas ausentes do nosso concelho, que queiram manter-se informadas sobre o que por aqui acontece. A busca de jovens colaboradores levará ao rejuvenescimento de ORIO.Pt, abrindo-o à juventude, como é nossa intenção.

Portanto, O RIO não seca. ORIO.Pt vai continuar a correr e a ser de todos!»

domingo, dezembro 16, 2007

O TGV e o Concelho da Moita





Depois de ler aqui e ter descarregado o PDF sobre os traçados possíveis do TGV no atravessamento do Concelho da Moita, esta será a sua configuração futura.



Opinião acertada

No Jornal de Notícias, texto de opinião de Freitas Cruz:

«Quem ouviu o primeiro-ministro esta semana, na Assembleia da República, não escapou a uma invencível perplexidade. Sejamos francos e perguntemo-nos cruamente: haverá alguma semelhança entre o quadro idílico desenhado por José Sócrates e a vida vivida hoje em dia pelos portugueses? Que o desemprego até vai bem. Que a economia não faz outra coisa senão mostrar progressos. Que o sucesso e a disciplina nas escolas são exemplares. Que a ninguém faltam meios para combater a doença. Que a paz nas ruas, a segurança das pessoas e dos seus bens nunca estiveram tão garantidas. Enfim, que podemos dormir descansados. Apetece mesmo dizer, com o sorriso possível, que melhor do que agora - "jamais"!»

O historiador duplo

Do Rostos Online:

«José Manuel Vargas, no decorrer da apresentação do livro, a propósito de uma pergunta sobre o topónimo Alhos Vedros e sua relação com “Allius Vetus”, referiu que não conhece nenhum documento onde exista a designação “Allius Vetus”.
“Nunca aparece em lado nenhum, em documento nenhum, o tal Allius Vetus, nem sei se isso seria possível, nem sei se isso será possível do ponto de vista filológico e etimológico. Creio que é uma fantasia.” – sublinhou José Manuel Gaspar


Já tínhamos chegado à conclusão de que o nome certo é "Alhos Chochos".
Percebe-se que a indirecta é atacar a publicação feita sob a direcção de Vítor Cabral.
Agora o que não percebo é exactamente quem esteve presente no lançamento do livro, se José Alius Não Vetus Vargas, se José Vetus Não Gaspar.
Que prudentemente declarou sobre o topónimo misterioso da nossa tera:

«Alhos Vedros – “Alhos Velhos”, quer dizer exactamente isso. Mas porquê? Porque havia uns “Alhos Novos”. Não sei. Sei que existia que há um sítio chamado Sernache dos Alhos, também com origem medieval. Mas, não posso avançar muito mais do que isso.
Não sei porque é que, os povoadores desse tempo, resolveram chamar assim ao lugar. Não faço ideia.
E não quero fantasiar.” – sublinhou o historiador José Manuel Gaspar


Entretanto, julgo que o historiador local José Manuel Vargas terá dado lugar, a certa altura do lançamento, ao historiador-não faço ideia-e não gosto de fantasias-e-por-isso-não-leio-os-livros-do-Rodrigues-dos-Santos, José Manuel Gaspar.
E viva a imprensa atenta da região!

É um bocadinho mais do que custa o aluguer dos pópós

De O Rio:

«Em termos de Acção Social Escolar e políticas de apoio à família, a autarquia prevê um investimento que ultrapassa os 650 mil euros, nomeadamente ao nível das refeições para os alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Pré-Escolar, da implementação progressiva dos prolongamentos de horário nos jardins-de-infância e dos transportes escolares.»

Se juntarmos o Volvo é quase a mesma quantia.
Ou seja, para apoiar milhares de munícipes, o poder moiteiro gasta pouco mais do que para motorizar e fazer tremer o rabiosque de uma mão-cheia de "eleitos".
Desde que os do costume achem bem, apoiem e tenham a lata de vir espernear contra as políticas sociais do Governo, quem sou eu para contestar?

Aliança Moiteira Autárquico-Taurina



De acordo com Vítor Cabral esta foi a recordação dada pelo shôr Presidente aos vereadores.
Arre-burro que isto é de uma falta de gosto a toda a prova.
Coisa mais parva é difícil.

Diálogo quase real

«Em Portugal, o poder de compra caiu de tal modo que até a classe média está a sentir na pele essa queda.

No seu estilo inconfundível, o Bloco de Esquerda atacou o Governo com o seguinte argumento:

- Temos a situação tão degradada com os valores éticos, sociais e morais a ser postos quotidianamente em causa por este Governo, que até universitárias estão a começar a prostituir-se.

A resposta de Sócrates não se fez esperar:

- Em primeiro lugar, este Governo não recebe lições de ética, nem quaisquer outras, de ninguém; em segundo lugar e como é apanágio de V. Ex.ª que já nos habituou à distorção sistemática da realidade, o que acontece é exactamente o oposto: a situação é tão boa que até as prostitutas já são universitárias.»

sábado, dezembro 15, 2007

Fontaínhas, protocolos, TGV


Esta notícia do jornal Sem+Mais que me apareceu incluído no Expresso é muitíssimo interessante, por causa de muitos assuntos que foram tratados aqui no AVP e deram grande discussão.
Lembram-se?
E agora?
Será que os protocolos, não sei quê e que tal, tiveram isto em consideração?
Quem vai ganhar muito com isto?
Ou talvez não?
Quem sabe?

AVP Musical



Assim, meio acústicos, até são interesantes. Ganharam o Mercury Prize, entre vários outros prémios este ano.

Aspectos da História de Alhos Vedros – Séculos XIV a XVI

De José Manuel Vargas, está a ser lançado hoje.
Temos um correspondente no local para arranjar um exemplar que depois comentaremos.
O autor é de confiança, raramente dá passo em falso.
Pelo que o resultado deve ser bom.
O problema mesmo é o briol cá fora, com o sol a esmorecer.

Cá é mais a conspiração do silêncio a favor

Do Diário de Notícias:
«A 'CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO' CONTRA O PARTIDO COMUNISTA»

Este é o título da coluna do provedor do Diário de Notícias, a propósito de queixas quanto ao tratamento discriminatório dado ao PCP na imprensa nacional.
Podem ler tudo, que tem lá um parágrafo especialmente divertido.
Nós por cá, temos é o contrário: uma esforçada tentativa do PCP para impor o silência na imprensa.
A cada um a sua conspiração preferida.
Olhem, a nível nacional, têm boa solução: criem blogues de denúncia.
Devem é ser bem escritos e ter algum interesse.
Caso contrário acabam como o Banheirense.
A fingir que existem e têm opinião.
E que servem para alguma coisa.
Ou que são visitados.

Isaltinices

Em peça de José António Cerejo, no Público:

«Isaltino Morais depositou quatro vezes o que ganhou
15.12.2007, José António Cerejo

A tese da acusação, que o juiz considerou consistente, é a de que o autarca se serviu das suas funções para enriquecer ilegalmente
"Caricatas." É como o juiz qualifica as alegações de que a fortuna de Isaltino teria origem na sua ex-sogra
a Isaltino Morais depositou entre 1993 e 2002, só nas suas contas da Suíça e nas da sua ex-secretária, qua-
se quatro vezes mais dinheiro do que declarou ter ganho no exercício das suas funções. E o IRS que devia ter pago e não pagou nesse período ascende a cerca de 630 mil euros - lê-se no despacho judicial que esta semana o pronunciou, para posterior julgamento, pelos crimes de participação económica em negócio, corrupção passiva, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal.»


Pois é, pois é.
O homem com este dinheiro deveria era ter-se aposentado, em vez de voltar.
Com a experiência que tem, assim como com as conivências que ramificou pelo Bloco Central, pensou que escaparia.
E provavelmente escapa.
Mas sempre vamos sabendo o que fez.
Mais a Norta a Fatinha Felgueiras parece que também vai acabar atrapalhada.
A Justiça tarda quase sempre e por vezes nem chega.
Mas em outros casos vai chegando.
Devagarinho.
Talvez por isso alguns tentem marchar antes que.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Notícia do Margem Sul



Acrescenta-se mais abaixo (página 6) que esteve 50 anos sem uso, dos quais os últimos 6 em restauro.
Palavras para quê...
Atendendo aos detalhes cronológicos é de um certo e determinado autarca moiteiro ou, talvez melhor, amoitado.
O problema é que a população parece que não quer a devolução.
O artigo continua defeituoso.

Actualidades do Blogger

Para quem não reparou, o Blogger já admite comentários com identidades de outras plataformas.
Para quem não seja residente no dito cujo, já podem assinar com o registo do LiveJournal, TypeKey, Wordpress, OpenID, etc.

Continuam...

... em bom estilo as memórias do Carlos Vardasca no seu blogue, que precisamos acrescentar à nossa lista de permanentes..

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Revistinha Boa



Apareceu, sem se fazer avisar, por aí, nas lojas da especialidade.
É o nº 9 e para variar chega com seis meses de atraso (a MAD ainda demorava mais e agora nem chega).
É num formato bem bom e o conteúdo condiz.
Tem excelentes artigos e 6 páginas de Gotlib.
E a partir dela foi ainda possível descobrir o site da Caros Amigos ou rever a Cult.
Ou como o AVP Quisque se torna transatlântico quando o material é mesmo bom e não é só retórica de babaca intelectualóide luso.

Dupond e Dupont com vaias em fundo



E mais uns episódios interessantes.

Abre hoje

A Byblos, a maior livraria portuguesa.
Junto às Amoreiras, faz a FNAC parecer anã.
E o subsídio de Natal que já quase se foi...

Pela Marinha Grande

Do Diário de Leiria:

«“Estes meus ‘amigos’ conseguiram o que nem a PIDE conseguiu: afastar-me da política”

Um mês depois de suspender o mandato na Câmara da Marinha Grande, João Barros Duarte, fala, pela primeira vez, numa entrevista ao Diário de Leiria, sobre a forma como foi afastado do cargo. Barros Duarte diz que deposita toda a confiança no seu sucessor, Alberto Cascalho, mas acusa alguns militantes do PCP de “compadrices, caprichos e incompetências”, e de terem desencadeado uma campanha para “corromperem” o seu nome a nível social e político.»

Recordações do "Património Vivo"




quarta-feira, dezembro 12, 2007

Ele é que é o Prlesidente da coisa

De O Rio:

«Na sua intervenção, o antropólogo Vítor Pereira Mendes destacou o facto de estar em Alhos Vedros, “terra em que as pessoas gostam da sua história, acarinham o seu património e valorizam a sua memória”. Vítor Mendes revelou que quando assistiu à sessão dos Amigos da História Local, em Setembro passado, viu que a qualidade das intervenções e a participação das pessoas era tal que valia a pena fazer uma edição que projectasse ainda mais essa sensibilidade das pessoas em relação à história da sua terra”.»

Fossemos nós de memória curta e esqueceríamos as vezes em que se decidiu amesquinhar a nossa terra e as suas gentes, como aconteceu neste caso e especialmente neste.
Mas não somos.
Por isso mesmo custa ver como o antropólogo/técnico camarário em deriva política permanente parece querer fazer acreditar que sem ele a divulgação da História de Alhos Vedros não existiria.
Olhe que não, olhe que não...
Consta que ajudou, mas não fica bem armar-se em dono da coisa.
Revela demasiado oportunismo.

Trabalho, muito trabalho...

A razão da ausência quase completa durante o dia de hoje.
Cansaço, muito cansaço.
E verdade seja dita, se nos astrairmos do movimento editorial em torno de Alhos Vedros, a vida local está mortiça.
Está tudo à espera que algo rebente.

terça-feira, dezembro 11, 2007

E já informou os seus colegas disso?

No Rio, a propósito do lançamento da revista Foral 2014:

«Em representação da Câmara Municipal, a vereadora Vivina Nunes salientou que Alhos Vedros é a terra do concelho que tem ainda mais património vivo, que é preciso cultivar e preservar.»

Em especial o caterpillar-Garcia e o bulldozer-Lobo?
Património vivo?
Ainda temos?
Que bom.
Mas com um esforçozinho eles acabam por destruir tudo.
Não é por falta de tentarem.
Acham que paredes velhas são para derrubar.
Pilarestes é que são bons.
O poço qualquer dia é abalroado por uma camioneta que esteja a estacionar por ali.
O palacete está cai-não-cai.
A capela da Misericórdia está como sabemos e nada se fez para a recuperar.
Quanto ao património natural nem é bom falar, porque é a maior das vergonhas.
Mas temos rotundas.
Muitas.
Rotundas são boas.
A malta anda à volta, fica tontinha e não percebe que este tipo de declarações são mesmo para ofender a inteligência de qualquer um com vergonha ca ra.

Autarca-modelo

Da TSF:

«Isaltino Morais vai sentar-se no banco dos réus

Além de Isaltino Morais, vão também a julgamento a irmã do autarca, Floripes Morais de Almeida, o jornalista Fernando Trigo, o promotor imobiliário João Algarvio e Mateus Marques.
Florípes Almeida vai responder em Tribunal por co-autoria material com o irmão de um crime de branqueamento de capitais.
O jornalista e actual empresário Fernando Trigo vai a julgamento por um crime de participação económica em negócio e um crime de branqueamento de capitais, ambos em co-autoria com Isaltino Morais.
O promotor imobiliário João Algarvio vai sentar-se no banco dos réus pela autoria material na forma consumada de um crime de corrupção activa.
O arguido Mateus Marques responde também em julgamento por um crime de corrupção activa na forma consumada.»


E claro que clama inocência de tudo e mais alguma coisa.
Interessante a aliança entre os intervenientes, as suas ocupações e trajectos profissionais.

Este sacana tem cá uma lata

Do Público:
«Líder líbio acusa europeus de não respeitarem africanos
Kadhafi confronta países ocidentais com direitos dos imigrantes»

Nada como ter recursos energéticos no país para um tipo passar do terrorismo de Estado para lições de ética política.
E - como com o Putin, o Chávez, os tipos da Arábia Saudita, etc, etc - os grandes líderes europeus metem a viola no saco e sorriem.

A vantagem é que dá para fotografar (mal) a qualidade urbanística

Mais devagarinho, por favor....

Já não chegavam as obras no IC21.
Mal acabam as obras na rotunda da REFER, vai de levar com as obras ali no viaduto a caminho do Vale da Baixa.
O melhor é mesmo andar a pé.
Só é pena que aquilo não tenha espaço para peões.
Pois é, esqueceram-se.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

As 3 idades de um "clássico" local



Em 1981 a publicação dos Subsídios para a História de Alhos Vedros foi a verdadeira pedrada no charco do total desconhecimento existente - para além das memórias individuais e das estórias orais - quanto à ancestralidade de Alhos Vedros e detalhes da sua História.
Obra do padre Carlos Alves era uma publicação de divulgação, sem grandes pretensões académicas.
Mas preencheu um cantinho do enorme vazio existente sobre o tema.
Rapidamente esgotada a edição, passou mais de uma década até aparecer uma segunda, em 1992.
Foi entre esses anos que, curiosamente, o meu interesse sobre as origens e a situação de Alhos vedros teve maior vigor.
Ou dizendo melhor: cresceu e quase desapareceu.
Primeiro com a constatação do muito que se podia fazer em termos de preservação do que tinha ficado como que parado no tempo, o que o historiador local/regional António Nabais considerava ser a sorte da terra; depois o desânimo perante o esventramento da terra em nome do progresso, que se viria a confirmar fugaz, e a permanência de verdadeiros atentados ao património natural, como era o caso da zona ribeirinha.
Os abarracamentos pseudo-industriais que se estenderam um pouco por toda a localidade desfearam-na, assim como o mau-gosto urbanístico, mas os alhosvedrenses parecem ter encarado isso, na sua maioria, como os efeitos indesejados mas necessários, do desenvolvimento.
Em 1992 eu já tinha desistido, porque percebera que o caminho tomado era outro e que a sensibilidade para as questões do património - apesar de alguns esforços individuais ou da acção da CACAV - era nula.
A 2ª edição da obra, com poucas modificações em relação à anterior (uma nova introdução e um esboço cronológico) deu-a a conhecer a mais gente.
Mas não era o suficiente para fazer os alhosvedrenses encararem o seu Património como uma riqueza.
O Urbanismo é que imperava e o poder moiteiro ditava as regras, mesmo quando isso era feito por gente de Alhos Vedros.
Em matéria de estudos pouco se ia fazendo, apesar das promessas.
E tudo se ia degradando.
Passaram 15 anos e o panorama ainda é mais deplorável em termos de destruição do património local, natural e edificado.
O poder político é de uma insensibilidade brutal nestas matérias e a ignorância é a regra.
O modelo de desenvolvimento é o da suburbanização terceiro-mundista, patega e míope.
Em termos de estudos locais, progrediu-se alguma coisa, mas muito menos do que o desejável.
Quem tem o dever de apoiar este tipo de trabalhos prefere gastar o dinheiro em carros, viagens ao estrangeiro em nome de geminações tropicais ou em eventos que não deixam marca.
E ao fim de 15 anos, os Subsídios do padre Carlos Alves ainda mantêm grande parte da sua importância.
A nova edição é bem mais agradável, mais completa e rica do que as anteriores.
Pelo cuidado gráfico, pelo enriquecimento iconográfico.
Mas, até por isso, alguns detalhes poderiam ter sido melhorados, com o apoio de algum estudioso local.
Falta uma bibliografia de apoio com as obras publicadas nos últimos 25 anos. São poucas, mas existem. E ainda outras de enquadramento.
Falta uma ficha técnica mais atenta à identificação, datação e origem das imagens.
Falta uma modernização do conteúdo equivalente à modernização da forma.
Mas não deixa de ser um objecto bonito de se ter, como que o reencontro com o velho "clássico" que foi amarelecendo nas nossas estantes.
O Padre Carlos está de parabéns, pela longevidade do interesse que o seu estudo suscita.
O Vitor Cabral também, pelo empenho que colocou nesta edição.
E a todos os outros, nomeados ou não, que ajudaram a esta edição.
Agora venham mais cinco... não reedições, mas novos trabalhos.