domingo, junho 29, 2008

Ela também gosta muito de ti !


Tanto elogio à Câmara da Moita e depois nem foi convidado...


Pelo que nos comunicaram, ontem, num dos dias talvez mais relevantes para os Barcos Típicos do Tejo, o dia em que foi criada a Marinha do Tejo. Esteve presente um secretário de Estado e as Associações Náuticas de Sarilhos e Moita, que foi a anfitriã, mas notou-se que a ADNA, "Amigos do Mar" de Alhos Vedros não esteve presente oficialmente, o que achamos esquisito, pois com tantas palavras de elogio à Câmara da Moita por parte de Carlos Monteiro, presidente dessa Associação, nas páginas do Maré Alta de Junho, sempre julgamos que a ADNA teria um lugar de destaque nesta cerimônia.

O que se terá passado ?

BOXE-João Lobo X Vitor Cabral = 1 a 1 (JM 26.06.2008)


O Segundo Round, teve uma resposta de João Lobo à altura, com o desferir dum soco bem assentado no abdomén de Vitor Cabral, seguido de três directos na cara e de um Upper, desferido de baixo para cima que toldou Vitor Cabral, ao ponto de vacilar bastante e quase cair, mas segurando-se às cordas voltou à peleja.

BOXE-Vitor Cabral X João Lobo = 1 a 0 (JM 12.06.2008)


O derrube das estações de Alhos Vedros a A e B, provocaram este duelo que o Jornal da Moita patrocinou em exclusivo.

Neste primeiro Round, Vitor Cabral, assentou 3 directos, seguidos de dois Cross, tão potentes quanto os Directos, porém o alvo foi a lateral da cabeça do adversário. Vitor Cabral, termina seu movimento com o braço esticado de punho erguido em homenagem ao simbolo do PS, enquanto João Lobo cambaleia devido a estes cinco golpes consecutivos que fizeram estragos e quase que provocaram a ida ao tapete do presidente da Câmara moiteira !

Inédito na História do AVP-4 dias sem postar nada

Calor e férias repartidas, aliadas à preguiça e tédio pelo que se passa aqui neste concelho moiteiro e nestra república de bananas, tiveram este efeito inédito na história do AVP, 4 dias sem postar.

Isto dá mesmo que pensar...

terça-feira, junho 24, 2008

Última Sessão da Câmara Municipal da Moita (pública), 18.6.2008

No decorrer da última Sessão da Câmara Municipal da Moita (pública), realizada no dia 18 de Junho, aconteceu algo de inadmissível e que merece o nosso repúdio e total contestação.
Ao responder a um Requerimento apresentado pelo Vereador do BE – Joaquim Raminhos, com o objectivo de se esclarecerem alguns pormenores referentes ao processo de demolição da Estação de Alhos Vedros, o Vice Presidente Rui Garcia, não autorizou a audiência com os Arquitectos Carlos Matos e Jorge Bonito.
Esta atitude reflecte a prepotência e arrogância da maioria CDU que dirige o Município da Moita.” – refere um comunicado da Comissão Concelhia da Moita do Bloco de Esquerda.

Afinal de que tem medo o Sr. Vice-Presidente?

É sabido que em torno deste processo que envolve a REFER e a Câmara, existem ainda muitos aspectos que devem ser esclarecidos, e deve ser dada essa informação à população.
Enquanto a REFER emitiu um comunicado, dando a entender que a Câmara de tudo sabia, e que nunca tomou uma posição contrária, por sua vez a Câmara refere-se contra o processo de demolição das estações, e afirma que em devido tempo tinha revelado a sua preocupação sobre o assunto junto da Administração da REFER.É preciso esclarecer todo este processo, até ao fim.

A população merece uma informação adequada, para que no futuro situações destas não se voltem a repetir.Afinal de que tem medo o Sr. Vice-Presidente?” – acrescenta o comunicado do Bloco de Esquerda.

Bloco de Esquerda rejeita esta atitude prepotente e anti democrática.

O Executivo CDU ao impedir que um Vereador não contacte com os Técnicos, seja sobre este assunto ou outro assunto qualquer, não contribui para que haja transparência nos processos e não se coaduna com um regime democrático e de liberdade de expressão e comunicação entre cidadãos.O Bloco de Esquerda denuncia esta conduta, que mais parece estarmos na Madeira, do que vivermos no Concelho da Moita, terra de resistência, onde muitos munícipes se debateram pela liberdade ao longo de anos.

O Bloco de Esquerda rejeita esta atitude prepotente e anti democrática do Executivo da CDU, exigindo que seja reposta a liberdade de comunição e expressão no Município da Moita.
O Bloco de Esquerda tudo fará para que a população fique esclarecida sobre o processo de demolição das Estações da Moita e de Alhos Vedros.

Está em causa a defesa e a preservação do Património Histórico e Cultural, que tem estado à mercê da incúria e abandono, tendo parte dele já desaparecido.” – salienta a finalizar o comunicado da Concelhia da Moita do Bloco de Esquerda.

domingo, junho 22, 2008

Se calhar devíamos ter avisado...



... é que estamos em férias repartidas e com pouca capacidade bloguística.
Assim se explica a relativa apatia do AVP.
Não, não temos estado a imitar o Banheirense...

sexta-feira, junho 20, 2008

Buraco na Via Pública


Exma.
Senhora Presidente da Assembleia de Freguesia
Senhora Presidente da Junta de Freguesia

Assunto: Buraco na Via Pública

Os eleitos do partido socialista na Assembleia de freguesia de Alhos, vem a quem de direito solicitar informação escrita sobre:

Para quando:

A Reparação do buraco existente já há dois meses na via pública na Rua Artur de Paiva entroncamento com a Rua Alves Roçada, junto á dependência do Banco Espírito Santo no bairro Gouveia.
Detecta-se no local e através da foto anexa o incomodo e o perigo para os automobilistas que utilizam o local, tal como para os transeuntes que tem que utilizar o respectivo passeio.

Atenciosamente:

José Augusto Ribeiro Moura
Inácio do Rosário Ferreira
Vítor Manuel Almeida Ascenção

Moção do BE, Moita


Moção

Alhos Vedros jamais esquecerá!

A Estação de Alhos Vedros representava para a população desta vila um marco do seu desenvolvimento, que tem vindo a regredir com o encerramento e desmantelamento do seu tecido industrial tornando esta vila com cerca de 500 anos de história cada vez mais pobre.

Do cais daquela Estação, que representava para os Alhosvedrenses uma parte da sua identidade cultural, embarcaram as mais variadíssimas mercadorias e dele partiram e regressaram milhares de trabalhadores e jovens que, na procura do conhecimento, partiam para outras paragens trazendo consigo a formação como ferramenta para enfentarem o futuro num mundo cada vez mais mercantilizado.

Por estes e outros factores que não importa aqui referir, a Estação de Alhos Vedros representava para as suas populações um pedaço da sua memória colectiva que importava preservar, para que as gerações futuras conhecessem uma das páginas do seu passado industrial, sem prejuízo da modernização do ramal ferroviário em curso.

A incúria, a falta de diálogo para com a população de Alhos Vedros, a inexistência de sensibilidade para as questões relacionadas com a defesa do património histórico-cultural, fizeram daquela Estação centenária um monte de escombros no dia 30 de Maio de 2008.
O edifício da Estação de Alhos Vedros poderia ter sido preservado e colocado ao serviço das populações como mais um equipamento social ou cultural de que esta vila se encontra carenciada.

O Movimento espontâneo das populações criado em defesa da preservação da Estação de Alhos Vedros viu-se impotente para evitar a sua demolição, dado ter conhecimento desta intenção da REFER muito tardiamente, o que poderia também ter sido evitado, se os responsáveis autárquicos tivessem informado as populações uma vez que já tinham sido alertados para o efeito no ano de 2005.

Em face do exposto, a Assembleia de Freguesia de Alhos Vedros reunida em Assembleia Ordinária no dia 13 de Junho de 2008 delibera o seguinte:

1. Condenar a demolição da Estação de Alhos Vedros e repudiar o acto bárbaro perpretado pela empresa pública REFER, uma vez que ignorou todos os apelos para o diálogo e os esforços desenvolvidos para a realização de reuniões, cujo objectivo era encontrar soluções entre as partes que priveligiassem a preservação daquela estrutura.

2. Felicitar a população de Alhos Vedros que expontâneamente soube exercer de uma forma exemplar o seu direito de cidadania, ao criar um Movimento de Cidadãos, que tendo simplesmente como único objectivo defender o seu património e preservar a sua memória colectiva que representava a Estação de Alhos Vedros, soube, de uma forma ordeira, manter-se em vigília durante dois dias até de madrugada, em protesto e solidariedade na defesa e preservação daquela Estação.

3. Solicitar dos órgãos autárquicos uma informação mais atempada às populações sobre projectos de demolição ou alteração de equipamentos relacionados com o seu património histórico-cultural, de forma a que estas se possam pronunciar sobre a importância da sua manutenção (ou não) e contribuir participadamente na sua defesa e preservação.


Alhos Vedros, 13 de Junho de 2008

Os autarcas eleitos pelo Bloco de Esquerda

Carlos Alberto Correia Braz Vardasca

Maria Gabriela Filipe

________________________________

Nota: Na eventualidade de vir a ser aprovada, solicita-se o envio desta moção para os seguintes órgãos:

Junta de Freguesia de Alhos Vedros
Câmara Municipal da Moita
REFER (Rede Ferroviária Nacional)
Ministério dos Transportes, Comunicações e Obras Públicas
Órgãos de Comunicação Social do Concelho
Assembleia da República

Novos Ataques Terroristas perpectivam-se...


Os depósitos de água de Alhos Vedros, vão arder !

Foi o comunicado que o AVP recebeu do auto-nomeado, "Movimento Independentista da Vinha das Pedras e Ilha do Rato" (Cidade Estado).

Apela-se às autoridades para que redobrem as atenções, pois pelo que sabemos, estes terroristas não estão a brincar.

quinta-feira, junho 19, 2008

Ataque terrorista ?

O AVP recebeu um comunicado do MIVPIRCE "Movimento Independentista da Vinha das Pedras e Ilha do Rato" (Cidade Estado), que reclama o ataque à Central de Águas da Vinha das Pedras.

O Movimento declara que as acções directas vão continuar até que a Vinha das Pedras se torne uma cidade estado, em conjunto com o território insular da Ilha do Rato e todo o espaço que actualmente pertence ao porto de Lisboa, o Cais Novo de Alhos Vedros, que pertence à freguesia e futuro concelho de Alhos Vedros.

Teme-se que as pretenções deste nóvel movimento vão tornar-se problemáticas com o "Movimento para a Restauração do Concelho de Alhos Vedros", que já declarou que esses territórios são parte integrante do futuro concelho de Alhos Vedros, assim como o Lavradio e Vale da Amoreira, a Baixa da Banheira poderá passar para o concelho do Barreiro, declararam os porta vozes do MRCAV, em mensagem recebida aqui no AVP.

Ainda tudo é possível

Ao intervalo perdemos 2-1 com a Alemanha e confesso que a certa altura pensei que podia ser pior.
Mas um pouco antes de acabar a primeira parte, apareceu a seguinte legenda no ecrã:

Nuno Gomes:
Shots:1
On Target: 1
Goals: 1

Se isto é possível, então qualquer outro milagre é possível

A UE à força.

Todos os países que ractificaram o acordo de Lisboa, fizeram-no por votações em sede parlamentar, a última foi agora com a Grã-Bretanha que é o país em que se o acordo se fosse a referendo, perderia por larga margem.

Esta UE dos grandes países e grandes corporações, quer a todo o custo implementar este acordo de Lisboa porque os interesses económicos em jogo são demasiado altos e vão fazer que ele seja posto em prática nem que seja à força e mesmo que vá contra todas as vontades dos povos europeus.

A validação do acordo nestes 19 países, feito nos seus parlamentos não tem valor algum, pois trata-se de soberanias nacionais que estão em causa, no caso da Alemanha, França e Grã-Bretanha, isso irá significar pouco em termos de soberania, pois esses três grandes preparam-se para reinar sobre os outros restantes, acabando com as Pátrias e criando as Euro-Regiões. É dividir para reinar, até que deflagrem entre esses três grandes, conflitos insanáveis devido à vertigem da exploração dos outros membros, depois regiões da UE, e se os saques não forem divididos igualmente entre esses três grandes.

A única votação válida para este acordo até agora, foi dada pela vontade soberana do povo Irlandês, pois foi o único País que teve de fazer referendo devido à sua própria constituição.

Todos os Países que votaram favorávelmente este acordo têm de fazer referendos em cada um dos 19 países que assinaram em cruz, sabe-se lá porquê, e em todos os outros que faltam ratificar este acordo de Lisboa. Trata-se das soberanias nacionais o que está em jogo e se os povos europeus não votarem em referendo, nunca aceitarão o resultado do acordo de Lisboa. As lutas entre o poder e os povos que vivem nas Pátrias europeias, criarão um ainda maior abismo entre governantes e governados, isto aliado à crise que atravessa a Europa e especialmente Portugal, faz com que exijamos que haja referendo aqui em Portugal, como foi prometido pelo PS e PSD, partidos que mudaram depois de sentido de voto, vá-se lá a saber porquê.

quarta-feira, junho 18, 2008

Isto deve ser só para Mestres



CONVITE

Na sexta-feira, dia 20 de Junho, pelas 18h00, terá lugar no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, uma mesa-redonda a propósito da publicação do Atlas do Ambiente do Le Monde diplomatique, iniciativa para a qual lhe dirigimos este convite.A mesa-redonda contará com os seguintes intervenientes:
● Viriato Soromenho-Marques (Universidade de Lisboa) - «Política de ambiente em Portugal»
● Luísa Schmidt (ICS) - «Cidadania ambiental, entre os "interesses" e a Governança»
● João Pato (ICS) - «Políticas públicas da água em Portugal»
● Sandra Monteiro (Le Monde diplomatique - edição portuguesa) - «Cartografar análises e soluções»
Entrada livre.

Ao ler este Atlas do Ambiente, percebemos que o mundo já mudou e por isso é tão importante esta sua publicaçãoem língua portuguesa. Por nós que, aqui neste canto esquerdo periférico da Península Ibérica,se já não estamos «orgulhosamente sós», estamos por vezes obtusamente alheados. E não só por nós.
Luísa Schmidt
Como este Atlas demonstra, mudar de modelo energético sem modificar o modelo económicopode apenas deslocar os problemas ecológicos. Mas doravante a opinião pública está vigilante. E há-de acabar por impor verdadeiras soluções verdes.
Ignacio Ramonet

«A humanidade não se define pelo que cria,mas por aquilo escolhe não destruir.»
Eduard Osborne Wilson
(Entomologista e biólogo americanoque popularizou o termo «biodiversidade» na literatura científica)


Atlas do Ambiente disponível a partir do dia 20 de Junho

terça-feira, junho 17, 2008

AVP Dançante

E depois nós é que somos coiso e tal?

Olhem-me lá para esta página, também do Margem Sul?




Alguém informa o mulherio, em especial o moiteiro, que não há nada melhor que a coisa em si?
Que a malta de Alhos Vedros não se importa de também levar ao domicílio, enquanto os boieiros moiteiros vão prá esplanada amandar bocas às mulheres dos vizinhos.

Será outro Parque Temático?



Gosto em especial da mudança do título da capa do jornal Margem Sul para as páginas interiores.
Cá fora arranca. Lá dentro deverá arrancar.
Parecendo que não é uma enorme diferença.
Se calhar ainda acabarão a escrever poderá arrancar.
Ou não.
Logo se vê.
Não metal é data de inauguração que a do Parque Temático Multimilionário já passou há 2 meses.

Não se justifica

Que esta prosa de Joaquim Escoval apareça duplicada, aqui no jornal O Rio. Basta ler uma vez, não é preciso ler duas.
A malta percebe que ele não é amigo do outro à primeira.

Bom esforço, amigo Frederico, mas tenta outra vez

Na edição online de O Rio o meu estimável amigo Frederico Tavares saca de uma prosa longa sobre aquilo que ele acha ser o papel de alguns na defesa de tudo aquilo que desapareceu em Alhos Vedros nos últimos tempos.

Enumera lutas, protagonistas, momentos e alinhava alguns qualificativos acerca de várias posições tomadas sobre questões do património da região.

Não percebo como podem ser considerados Velhos do Restelo aqueles que admiram a silhueta da passagem pedonal junto ao Bairo das Palmeiras.

Mas ele lá sabe.



Agora indo ao essencial, o que o Frederico esquece é que todas as lutas em que ele diz que uns estiveram e outros não, foram todas perdidas.
Isso significa que ou os guerreiros eram fracos ou a estratégia usada foi ineficaz.
Porque se há coisa que temos por certa nesta terra é que a partir do momento em que há uma Comissão de Utentes estamos tramados porque a coisa vai fechar mesmo.
É só existir uma Comissão qualquer e lá aparecem os controleiros do costume a riur para as fotos, antigamente de O Rio e agoar só do Jornal da Moita e eficácia ZERO!
Porque essa é a triste verdade: o activismo local é de uma incompetência gritante, quando não é oura e simplesmente instrumentalizado.
Há uns tempos atrás correu abaixo-assinado destinado a promover a recuperação da Capela da Misericórdia de Alhos Vedros.
Foi só fazerem um par de reuniões e aquilo morreu de morte morrida, que ninguém conseguiu fazer nada do que prometeu.
Quanto à estação da CP de Alhos Vedros, quando apareceu uma bem intencionada Comissão já se sabia há muito nos círculos políticos locais que a estação estava condenada.
O que o Frederico poderia fazer, com ganho, em vez destas prosas - será uma pré-candidatura á Junta? - era fazer um levantamento dos sucessos destas coisas a que chamam "lutas" e que nunca dão em nada e só demonstram a pequenez dos pseudo-lutadores e de comissões fantasmas mandadas criar pelo aparelho.
Não sendo de nenhum partido local ou nacional, não me cumpre defender ninguém, mas apenas relembrar que vai para quase 35 anos que quem governa este concelho são os mesmos, só tendo mudado as gerações, mas tendo piorado gravemente a qualidade de muitos dos protagonistas.
E já fica pior que mal queixarem-se sempre do papão Poder Central.
Se é assim, para que serve o Poder Local?
Só para dar empregos a primos, conhecidos, sobrinhos e raparigas da vizinhança?

domingo, junho 15, 2008

Dossier Bilderberg 2

Dossier Bilderberg 1

Clube de Bilderberg

O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, midiático ou político.
Devido ao fato das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente) e de inúmeras teorias da conspiração.
O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, Holanda do Sul, Países Baixos.

Propósito

A intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos.
A cada ano, um "comitê executivo" recolhe uma lista com um máximo de 100 nomes com possíveis candidatos.
Os convites são enviados somente a residentes da Europa e América do Norte.
A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público, mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido.
A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo previniria que os temas discutidos, e a respectiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população.
A teoria que mais se opõe à teoria oficial diz que o Clube Bilderberg tem o propósito de criar um governo totalitário mundial.

Mais três razões para gostar da Irlanda



E não falo da música ou daquele tipo que estraga os vídeos...

AVP-BD



Restos de colecção apanhados na visita à Feira do Livro.

Campanha da Mamografia Digital Gratuita BR


O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.

Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo, devemos ter consciência que não depende só do estado ou de qualquer Governo o dever de exercer a informação que muitos carecem. Exerçamos a nossa cidadania em que estamos inseridos, sem ela será o nosso fim!!!

Vamos salvar o site do câncer de mama? Não custa nada.

O Site do câncer de mama está com problemas pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a quota que lhes permite oferecer UMA Mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixo rendimento.


É por meio do número diário de pessoas que clicam, que os patrocinadores oferecem a Mamografia em troca de publicidade.
É Dever de todos nós dar um pequeno contributo temporal e não monetário das nossas potencialidades em prol da sociedade, fazendo parte de uma cultura informativa e formativa.

sábado, junho 14, 2008

Pelo Seixal



Só hoje apanhei este recorte do Jornal do Seixal em que se relata como nas sessões públicas de câmara parte da discussão anda em torno da blogosfera local.
Embora nunca digam exactamente que blogues são na notícia, supõe-se que o Ponto Verde andará pelas bocas do mundo, como por cá já aconteceu com o AVP.
O engraçado é que também lá se entra p+ela conversa da «difamação» mas depois nunca se demonstra onde é que alguém cometeu tamalho pecado.

E nós ralados com isso!

Do Diário de Notícias:

«Sócrates assume "derrota pessoal"

O problema é o resto da notícia, onde se descobre qu o sentido do voto do povo só interessa quando dá jeito. E isto é igual a nível europeu, nacional ou local, porque vergonha na cara é coisa que qualquer político não tem:

«Governo e PSD defendem que o processo deve continuar apesar do chumbo irlandês "
Com certeza é uma derrota pessoal para mim. É uma derrota para mim e para todos aqueles que se empenharam no Tratado de Lisboa e no projecto europeu. Todos [os líderes europeus] estarão tão desapontados quanto eu estou neste momento." Falando na Figueira da Foz, ontem, José Sócrates reagiu assim ao 'não' irlandês ao Tratado de Lisboa. "Este resultado provoca um profundo desapontamento a mim e a todos aqueles que lutam por uma Europa mais forte, que ultrapasse a crise institucional e se afirme no mundo e dê um sinal de confiança à sua economia e ao seu futuro", acrescentou.Sócrates salientou, no entanto, que o projecto europeu "precisa de avançar" e que o tratado é "essencial para que avance". "Não quero minimizar este resultado. É preciso encontrar uma solução que responda e resolva o problema", disse, insistindo na ideia de que deve avançar a ratificação noutros países.»

Entendam-se!



A questão é antiga e certamente que não se consegue resolver na base da desresponsabilização dos envolvidos.
Pelos vistos o notável e sempre excelente Rui Catrapila Garcia acha que o problema do mercado selvagem da Baixa da Banheira é da responsabilidade da Junta, por causa de uns protocolos de desresponsabilização, desculpem, de descentralização que assinaram, mas depois reconhece que o problema permanece desde os anos 80, quando não existiam protocolos nenhuns.
Depois insistem na ideia nem sempre muito evidente de colocar o mercado junto ao rio, que é para libertar os terrenos da Baixa da Serra para mais casario.
Já só restam uns quantos pinheiros mansos, mas mesmo esses devem ser para abate rápido que o Garcia não é de modas nessas coisas.
E depois percebe-se que, como de costume, ficam para uso público e para infraestruturas destinadas a usufruto pela população os terrenos sem valor para a construção, enquanto se aproveita todo e qualquer quadradinho para lotear.
Não interessa se o mercado no lugar onde o querem meter fique longe da maior parte das populações interessadas.
O que interessa é que ali por cima das antigas salinas não se pode construir e , portanto, pode ser aproveitado, enquanto no outro lado apetece construir.
Apenas mais do que já é habitual em termos de vistas-curtas dos políticos locais em matéria de defesa dos interesses das populações e e vistas largas em matéria da defesa dos interesses do betão.
Espera-se agora que Nuno Apaga-Fogos Cavaco apareça por aqui a dar a explicação verdadeira, verdadeira, de tudo isto e como o amigo Rui, o amigo Fernando e todos os envolvidos, com que ele tem relações de amizade, que conhece e a quem cumprimenta quando passa na rua, estão no fundo de acordo e são todos muito competentes e amigos do povo.

A notícia é do jornal SemMais desta semana.

sexta-feira, junho 13, 2008

Especial Irlanda 6


E Tudo e Tudo...

Especial Irlanda 5




Especial Irlanda 4


O Super Celta !

Especial Irlanda 3


A Buída...

Especial Irlanda 2


As mulheres da Irlanda são uma parte ruiva que está patente na sua bandeira nacional.

Especial Irlanda 1


Benza-os Deus, a partir de agora vou deixar de abortar, abandono o Budismo e torno-me Católico.
Que se lixe a figadeira, Jameson e Guiness não pararão de escorrer pela garganta !

De verde me vestirei e de verde me despirei.

Verde sou eu, Celta com certeza, até relva comerei !

Irlanda visitarei e no musgo escorregarei.

A merda de clima que tendes até esquecerei...

Porque destes à Europa uma nova liberdade, uma esperança de acreditar que alguma coisa existe além dos federalistas apátridas que eu sempre odiarei.


Viva a Irlanda !

O PDM moiteiro em notícia no Público


Versão final da revisão do plano PDM da Moita: corredores de 40 metros excluídos de REN são a novidade

2008-06-12 10:57:00 Lusa

A exclusão da Reserva Ecológica Nacional (REN) em faixas de 40 metros de profundidade a contar do eixo das vias municipais, nas zonas dos Brejos da Moita e Barra Cheia, foi a principal novidade da versão final da revisão do Plano Director Municipal (PDM) da Moita.

Numa reunião extraordinária realizada ontem à tarde, o presidente da autarquia, João Lobo (PCP), defendeu que esta alteração no processo de revisão do PDM vem resolver muitos problemas da população, pois os corredores permitem a construção dentro de alguns parâmetros, sendo alternativa à inclusão de REN nos terrenos agrícolas das duas zonas.“Cerca de 60 ou 70 por cento da população pode resolver os seus problemas e não a escolhemos a dedo.

Esta alteração vai permitir resolver uma série de questões para a população na zona, quer a oposição goste ou não”, disse.

João Lobo lembrou que a existência de alguns corredores já tinha sido defendida pela autarquia, mas que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) inviabilizou a proposta e que agora foi ela própria a retomar a proposta da Câmara da Moita, que foi aprovada pela Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional (CNREN) em Abril de 2008.

PS local critica processo“Sempre que tínhamos possibilidade tentávamos convencer a Comissão de que a nossa proposta tinha viabilidade e sustentabilidade.

Foi a própria CCDR a retomar a proposta que foi aprovada pela CNREN”, defendeu.

O vereador Vítor Cabral (PS) defendeu que o actual processo de revisão é uma “manta de retalhos” que não reflecte as ideias da CDU, nem da oposição ou da população da Moita.“Esta proposta deixa-nos perplexos. Surgiu em 2005, caiu e foi retomada agora de novo, mas como é possível a CNREN aceitar isto e porquê apenas naquelas zonas?” – questionou.

“O presidente agiu com parcialidade em todo o processo, foi amigo para alguns e carrasco para outros”, disse ainda.

Joaquim Raminhos, vereador do BE, defendeu que elementos da CCDR e CNREN deviam ter estado presentes na reunião extraordinária sobre a versão final da revisão do PDM.

“Andamos a fugir para a frente, este processo foi muito discutido e existem várias situações que deviam ser esclarecidas, como as buscas da Policia Judiciária. Defendo que o processo deve ser parado pois vale a pena ponderar”, afirmou.

PSD queria atenção ao novo aeroporto. Luís Nascimento, do PSD, lembrou as diferenças de valor dos terrenos consoante a sua classificação e disse que um processo que a proximidade do novo aeroporto nada altera, é “demonstrativo do erro” que se comete.

“Existem terrenos que valem zero euros por hectare (REN), terrenos que valem cinco mil euros por hectare (RAN) e terrenos que valem 600 mil euros por hectare (urbanos).

O que está em discussão é que as pessoas vêem que ao vizinho saiu a lotaria e a si a fava, e era importante analisar a quem saiu a lotaria”, acusou.

O presidente voltou a lembrar que o processo de revisão já tinha sido aprovado a 9 de Julho de 2007, com os votos contra de toda a oposição, e que em causa estavam apenas as alterações finais ao processo.

Na votação, a versão final da revisão do PDM foi aprovada por maioria, com votos a favor do executivo da CDU e votos contra de toda a oposição.

Uma nota final para a pouca presença de pessoas nos Paços do Concelho, ao contrário das restantes reuniões sobre o tema, que foram bastante concorridas e polémicas, facto que não deverá ser alheio ao jogo de ontem de Portugal contra a República Checa no Euro2008, que começou à mesma hora da reunião, e a crise que se sente no sector dos combustíveis e que entupiu os postos de abastecimento.

Enviado pelo camarada Luís Nascimento, vereador do PSD na câmara moiteira.

Quando os Sociais-Fascistas se tornam Admnistradores



Não sei como a Zita Seabra, antiga Social-Fascista, convive com os trabalhadores das suas empresas, mas Carlos Mendes, o administrador da REGISET sabemos, devido a esta carta que Emilía Rosa Figueira da Baixa da Banheira, enviou para o Jornal da Moita de 12 de Junho de
2008 e que já mereceu comentário do director do RIO.

Comentário de Brito Apolónia:

A Mãe (*)

Li ontem no jornal da Moita (12/6/2008), a carta de uma militante comunista (daquelas que dão carácter, profundidade e dimensão à luta do PCP), uma mulher operária, devotada desde sempre à militância e à entrega (ex: Festa do Avante, Campanha das Filhós, Comissão de Utentes da Saúde, entre outras mais) e, pelo que li e conheço do caso, fiquei triste. Muito triste.
Fiquei triste pelo facto de esta camarada ter querido colocar um problema de âmbito laboral e político de que a sua filha se diz vítima, e de ter sido impedida de o fazer, por acaso, num sítio certo, um plenário de militantes do partido, pelo que ocorre perguntar: Então os militantes, por mais razões que possam ter ou invocar, nem sequer são ouvidos, ou são pura e simplesmente impedidos de falar em plenário? A que troco, afinal?
Entre camaradas, gente da mesma luta, uma trabalhadora sofre alegados vexames e prepotências e quando a mãe quer “queixar-se” de medidas e atitudes alegadamente arbitrárias ou persecutórias, conducentes a retirada de regalias/direitos adquiridos e à instauração de um processo disciplinar a sua filha (também ela com militância no currículo) e, passados tantos meses, nem sequer deixam a mãe ser ouvida, ter opinião?
Aonde é que se chegou no concelho da Moita?
Em casa de ferreiro, espeto de pau!

José de Brito Apolóniajornal@orio.pt

quinta-feira, junho 12, 2008

Vem aí borrasca...

Do Jornal de Notícias:

«Bloqueio: Sócrates sentiu "o Estado vulnerável"
O primeiro-ministro, José Sócrates, admitiu esta quinta-feira que "em alguns momentos" da paralisação das empresas de transportes sentiu "o Estado vulnerável" e garantiu que irão ser tomadas medidas.
"Todos temos que tirar lições do que aconteceu nestes três dias. Uma das lições que tirei: nalguns momentos eu senti o Estado vulnerável", disse, em resposta ao líder do BE, Francisco Louçã, durante o debate quinzenal no Parlamento.
"Vamos tomar medidas para que não o seja mais: algumas infra-estruturas não se compreende que estejam tão dependentes do abastecimento de combustível por via rodoviária", disse.»

Cuidado com esta última frase porque pode indiciar a tomada de medidas aparentemente de prevenção, mas efectivamente de repressão dos direitos dos cidadãos.

Calma

O que foi aprovado em matéria de PDM foi apenas a nível local.
Ainda vai para a CCDRLVT e para ratificação pelo Governo.
mesmo que pareçam ser apenas formalidades, nada está em vigor antes da aprovação final.
Agora se já andam por aí a fazer tudo como se estivesse aprovado é toda uma outra conversa que eu gostaria de saber se a Oposição está a fiscalizar devidamente.
Alguém agarrou no PDM em vigor e percebeu se o que anda a ser feito está dentro da legalidade mesmo legal?

Rápido como um Relâmpago ! Eficaz como um Raio ! É um Super Herói ?

Não !
Foi o PDM que foi aprovado.

Ontem precisamente à hora que começava o jogo da selecção portuguesa e que a luta dos camionistas se desenrolava, não é que a CMM aprova a versão final do PDM, isto só visto...quero eu dizer, para quem o viu.

Declaração de Voto dos vereadores do PS

Declaração de Voto do vereador do PSD, Luís Nascimento

quarta-feira, junho 11, 2008

terça-feira, junho 10, 2008

AVP Musical Radical



Lesbians on Ecstasy, só o título do grupo (que é francês) é fabuloso.
A música podia ser melhor, mas não se pode ter tudo.

AVP Musical



MGMT, Kids

Eu acho bem

De O Rio:
«BE quer esclarecer alguns factos sobre o conhecimento antecipado do processo de demolição da Estação de Alhos Vedros»

Porque o shôr Presidente não se pode escapar sem sabermos até que ponto o poder moiteiro sabia das coisas e, à última hora perante os protestos, deu a entender que não.
Porque parece que esta táctica não foi usada pela primeira vez...

Não havia mesmo necesidade nenhuma

Da TSF:
«Atropelamento mortal marca segundo dia de paralisação
Um elemento de um piquete foi atropelado mortalmente na região da Zibreira, em Alcanena. Entretanto, o presidente do CDS-PP, Paulo Portas apelou ao fim do braço-de-ferro entre o Governo e as transportadoras.

O atropelamento mortal de um elemento de um piquete que participava no protesto promovido pela empresas de transporte de mercadorias está a marcar o segundo dia desta acção que está a decorrer em muitas zonas do país.

A morte do integrante deste piquete deu-se na região da Zibreira, em Alcanena, quando um camião tentou furar este bloqueio à porta do Minipreço local.»

Já agora, diga-se que a cobertura da SIC deste acidente no Jornal da Noite foi verdadeiramente lamentável, quase se como fossem os colegas do piquete que tivessem atropelado o colega.
Podiam ser pró-Governo, mas ao menos disfarçarem um bocadinho.

E agora em castelhano...




Todos juntos !

segunda-feira, junho 09, 2008

A paralisação das empresas de transportes de mercadorias


A paralização das empresas de transportes de mercadorias é uma forma justa desses empresários/trabalhadores de mostrar a injustiça deste governo para com a sua classe, visto que a ANTRAL não os representa e representa apenas as grandes empresas de transportes.
Os empresários/trabalhadores são na sua grande maioria empresários em nome individual, que têm um camião ou dois, as pequenas e médias empresas têm no máximo dez camiões.

O protesto visa a necessidade premente do governo tomar medidas que impeçam a destruição destas micro, pequenas e médias empresas de transporte rodoviário, porque com a impossibilidade de pagar aos seus trabalhadores e de assegurar contratos rentáveis, devido à subida constante do gasóleo, que está imparável desde o começo do ano, aliado à crise que atravessa Portugal, faz com que os bancos recusem crédito às transportadoras por serem consideradas empresas de alto risco.

Na realidade a política deste governo visa a destruição das micro, pequenas e médias empresas, que são a base da nossa economia, para depois serem substítuidas por grandes empressaa multinacionais. Transformando assim a nossa economia nacional numa economia regional europeia, ficando os portugueses que sobreviverem, ou não emigrarem apenas serviçais de produtos turísticos também eles dimensionados por grandes empresas multinacionais.

Esta destruição de uma Pátria, no seu tecido produtivo, destributivo, não se contém aqui. Também passa por uma contínua e persistente destruição do sistema nacional de saúde e da escola pública, do interior do País e das zonas transfronteiriças, onde os portugueses se vão abastecer em Espanha de combustíveis e géneros alimentícios, pois são mais baratos do outro lado da fronteira.

A manifestação dos professores, da CGTP, que abrangeu o sector público e o sector privado e esta paralização dos camionistas é extrapolada à luta da sociedade civil e não se consigna aos sindicatos.

Estas lutas terão de ter consequências para com este governo de eurocratas que só defendem o interesse dos grandes grupos económicos.

Sem uma organização concertada de todos os portugueses que trabalham e que dia a dia vêm o seu poder económico a baixar e este País a esvanecer-se. Que vêm os ricos cada vez mais ricos e os governantes cada vez mais cegos e alienados da realidade não haverá solução para a nossa Pátria.
Este governo não compartilha as dores do nosso povo, devido à sua falta de patriotismo, não têm solidariedade porque não são portugueses, são europeístas e federalistas que calhou nascerem em Portugal...os seus objectivos são pessoais e políticos e não passam por Portugal, apenas se servem de Portugal como meio para atingir os seus objectivos, lá para Bruxelas.

Sem haver uma concertação de esforços e de lutas, corre-se o risco de sectorialmente as forças se irem perdendo, fazendo assim com que este governo sobreviva a esta crise imensa que não criou própriamente, mas que aprofundou imensamente.

É por isso que uma Greve Geral Nacional urge !

Façamos uma Greve que pare todas as micro, pequenas e médias empresas e todo o funcionalismo público, com ou sem o apoio dos sindicatos.

Esta Greve Geral e Nacional é urgente e necessária e terá de durar até que este governo caía e se forme uma Frente Nacional de Salvação da Pátria.
A Luta só deverá parar quando este governo e este estado caíam, como antes cairam de podres, a monarquia, a primeira república e o nacional-corporativismo de Salazar e Marcelo.

Está giro, sim senhor...

E alguém está preocupado com isso?



Só se for a "pobre" da Angelina, que mesmo o Brad não deve ter ficado caídinho por causa do QI...

E alguém está preocupado com isso?



Só se for a pobre da Angelina, que mesmo o Brad não deve ter ficado caídinho por causa do QI...

domingo, junho 08, 2008

Curiosidade

Só com com bastante atraso, imenso esforço (as letrinhas estão pequeninas) e três ataques narcolépticos fulminantes (mais dois de tédio) consegui ler o artigo de Nuno Cavaco no Jornal da Moita desta semana.
Parece que é sobre transportes e parece que é a dizer que os Governos do PS, PSD e CDS-PP estiveram todos mal nos últimos 31 anos.
O que significa que estiveram bem até 1977.
Curioso.

Mais uma promessa cumprida e quase nos esquecíamos!



Eu sei que fomos contra a ideia de construir um grandioso Parque Temático no nosso concelho e em especial numa mancha verde - a última - da nossa freguesia, mas perante o sucesso imenso da abertura deste parque e após o investimento de milhões que foi realizado, criando emprego no concelho e dinamizando a economia local, somos obrigados a dmitir que foi com grande visão que Sua Excelência Magnífica o Doutor Engenheiro João Lobo, Presidente Emérito e com mérito da Câmara Municipal Moiteira assinou o protocolo fundador desta magnífica iniciativa em janeiro de 2006, pouco depois de ter ganho as eleições autáquicas.
Assim se vê cumprido um enorme desígnio estruturante da política local, se colocou a Moitra no mapa e se deu substãncia ao projecto da nova centralidade moiteira que fez parte integrante e destacada do programa eleitoral do Colectivo local.
Viva, viva, pois, que o Parque Temático está aí para lavar e durar.
E quem não salta não é cá da malta.
Y Olé!

O AVP está com o AVG na denúncia desta Fraude Anti-Virótica


Quem escolheu o AVG Free, por ser um Anti-Virus fiável e ainda por cima de borla, deve andar a receber estas mensagens, como a imagem ilustra.

Ninguém me disse, mas isto é uma fraude, e descobri pelos seguintes motivos:
-O aviso está com erros ortográficos em português do Brasil.
-O AVG, Free não tem a versão em português, só os AVGs pagos o têm.
-O pagamento é em moeda Brasileira.
-Os updates são automáticos apesar do que diziam os mentores desta fraudulenta campanha para lhes sacar os nºs do cartão de crédito, que os updates terminavam a 30 de Maio.

Escrevi este post porque gosto deste Anti-Virus. É gratuito, o nome é parecido com o AVP e recomendo-o.

sexta-feira, junho 06, 2008

O Acordo Ortográfico



O anúncio foi publicado esta semana no Notícias do Barreiro.
Para quando o pedido de desculpas público pela disortografia e desgramática?

quinta-feira, junho 05, 2008

AVP - TV



Também às 4ªs feiras, mas neste caso à noite e na RTP2, uma série pateta que nos faz rir um bocadinho no meio de tantas tristezas.

AVP - BD



É aproveitar rapaziada, são 18 álbuns do Blueberry que passaram a sair com o Público á 4ª feira, alguns dos quais eu nunca dei por eles publicados por cá.
A começar por este que tenta fazer a retrospectiva do trajecto do Mike até aos tempos do primeiro álbum sa série, Forte Navajo.
Claroi que os saldos da Meribérica eram mais baratos (2,90 em vez de 5,90) mas há aqui muito material que não estava disponível.
No meu caso é bem uma dezena.

quarta-feira, junho 04, 2008

Ele só leu o dicionário até aos Bês

Ainda da Bola:

«Estou de consciência tranquila»
(Pinto da Costa)

Que chatice, carago!

De A Bola:

«FC Porto suspenso por um ano das competições europeias»

Cá se fazem, cá (às vezes) se pagam.

Até a Barraca Abana !


O meu candidato preferido para o Partido Democrático Norte-Americano ganhou, espero que também vença as eleições para a presidência dos EUA, pois quer queiramos ou não, esta superpotência influencia toda a política mundial para bem ou para o mal...mais para o mal até agora, exceptuando a era Roosevelt, que para mim foi a melhor que os EUA tiveram com o New Deal e o renascimento económico, após a crise de 1929.

Tenho a "certeza"* que Barak Obama, será um novo catalizador dessa Nação, levando-a a um novo estágio de desenvolvimento interno, em termos sociais e económicos, pois a globalização tem levado a que as empresas norte-americanas investam nos Países em que a mão de obra é mais barata, aumentando o desemprego e destruindo o seu mercado interno.

Os EUA, que muitos odeiam, mas que é um dos pesos principais da balança mundial, será capaz de inverter a imagem negativa que em quase todos os aspectos, especialmente os belicistas, expansionistas, capitalistas, racistas e imperialistas têm dado como exemplo ao mundo, e que têm tido seguidores tão inesperados como a China e a Rússia com os seus capitalismos selvagens, que seguem actualmente.

AV2 Assinei este texto pois sei que o meu camarada AV1, é mais Hillary Clinton.
*As minhas "certezas" são sempre entre aspas.


terça-feira, junho 03, 2008

O que restou na caixa de pandora...2


Dizem que após a caixa de pandora ter sido aberta, todos os males do mundo se espalharam, e que só lá restou a Esperança, que aparentemente é um mal, e dos mais entranhados, pois custa a sair, mas também custa a acabar...

Outros dizem que a Esperança é a última a morrer.

Neste caso vamos apostar, um pouco mais, na segunda hipótese.

O que restou na caixa de pandora...1



Dizem que após a caixa de pandora ter sido aberta, todos os males do mundo se espalharam, e que só lá restou a Esperança, que aparentemente é um mal, e dos mais entranhados, pois custa a sair, mas também custa a acabar...

Outros dizem que a Esperança é a última a morrer.

Neste caso vamos apostar, mas pouco, na segunda hipótese.

segunda-feira, junho 02, 2008

A carta do Presidente da REFER retirada do Blogue do Vereador Vítor Cabral







O Histórico da Luta contra a destruição das Estação de Alhos Vedros, pelo Carlos (Brocas).



O texto e as imagens mais explicativas de todo o processo histórico que tentou evitar a destruição da Estação de Comboiois de Alhos Vedros. na visão do seu maior activista e dimensionador do Movimento, o nosso caro amigo, Carlos (Brocas).

Todo o texto merece uma reprodução na íntegra, mas pode lê-lo onde ele foi publicado primeiramente, no Brocas Vetus, um Blogue Alhos Vedrense de luta, feito por um homem que merece desde já o estatuto mor do Alhos Vedrense sem medo e frontal.
O Carlos merece sem dúvida, ser o Presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros e se houver algum Movimento ou partido que tenha a coragem de o pôr como o primeiro de lista para conquistar a JFAV, o AVP aqui estará para o apoiar.
"O texto que se segue reflecte única e exclusivamente a minha opinião pessoal.
Resenha histórica de um movimento popular.

De modo a que fique registado, também aqui no
http://berbequim.wordpress.com, a seguir seguem algumas linhas do que vivi nesta ultima semana na tentativa (frustrada) de defesa da preservação da Estação de Alhos Vedros.
No dia 26/05/2008 sensivelmente pelas 22H00, um grupo de cidadãos de Alhos Vedros, reuniu-se na Praça da Republica de Alhos Vedros, na esplanada do Café Ensaio (felizmente com um oleado por cima da estrutura pois chovia bastante), tendo sido tomadas algumas decisões relativas à posição a tomar e criado o Movimento de Cidadãos Para a Defesa e Preservação da Estação de Alhos Vedros. Inicialmente pensou-se convocar a população para uma reunião a realizar na cave da SFRUA - Velhinha no dia seguinte contudo, chegou-se à conclusão de que seria preferível, e de modo a conseguir-se uma maior mobilização, efectuar essa reunião na Quarta-Feira dia 28/05/2008. Para a mesma foram convocados, não só alguma comunicação social, como também os órgãos autárquicos e a REFER.
Relativamente aos órgãos autárquicos, a única pessoa a aparecer foi a Presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, que afirmou desconhecer completamente que se encontrava previsto ser derrubado o edifício da Estação.
A reunião realizada no dia 28/05/2008 onde compareceram para cima de 100 pessoas, foi bastante participada em termos de intervenções do publico presente. Para evitar repetições de textos (e não alongar muito este que já o irá ser) poderá ser consultado um resumo da mesma no Jornal On-line O Rio aqui:
http://www.orio.pt/modules/news/article.php?storyid=2402, que apesar de não transcrever todas as intervenções (as mais inflamadas por exemplo) transmite com fiabilidade (e outra coisa não seria de esperar do Sr. Brito Apolónia) o que se passou na mesma.
Às páginas tantas, “alguém” informa a mesa de que tinha acabado de receber uma mensagem no seu telemóvel, informando que nesse preciso momento, penso que seria por voltas das 23H30, a Estação já se encontrava completamente vazia, e que os Empreiteiros contratados se preparavam para dar inicio ao derrube do Edifício. Nesse preciso momento um dos participantes encontrava-se a efectuar uma proposta à mesa com 6 pontos, em que no ultimo propunha que, quando se desse por terminada a reunião, os presentes deslocarem-se para o largo da Estação de modo a manifestarem também ali a sua indignação. Claro que, mediante a informação que se pensou ser fidedigna, todos os presentes se deslocaram de imediato para o local.
Veio então, já no local, a constatar-se que a informação era falsa. Além dos “manifestantes” não se encontrava ninguém da REFER ou do Consorcio que se encontra a proceder às Obras no local. Independentemente do resto, a única coisa para que serviu essa informação foi para destabilizar, ou seja, para terminar ali mesmo a reunião.
Contudo, e dado que a vontade dos presentes pela preservação do Edifico era grande, logo ali se estabeleceram inúmeros contactos com meios de comunicação social na tentativa de dar a conhecer ao Pais a nossa revolta.
Conseguiu-se falar com a TSF, veio um repórter da LUSA, e uma equipa de reportagem da SIC. A 29/05/2008, Portugal teve conhecimento do que se passava em Alhos Vedros através da SIC Noticias, da TSF e de diversos Jornais (ver um dos post’s anteriores). Já de madrugada, e dado que nada previa que a Estação fosse derrubada nesse dia, foi convocada uma nova vigília para o dia seguinte, dia 29/05/2008 pelas 22H30, tendo novamente sido convocada a Comunicação Social, os Órgãos Autárquicos (que relativamente à Câmara Municipal da Moita apareceram em peso).
Nesse dia sim, encontravam-se presentes funcionários do Consorcio, a GNR e mais tarde, perto da 01H00, uma carrinha do Corpo de Intervenção.
Encontravam-se também presentes certos “artistas” que mais não queriam que era praticar desacatos, talvez pela bebedeira ou por coisas mais duras mas, conseguiu-se levar a melhor e não existiram qualquer tipo de conflitos.
De frisar que, nessa segunda vigília, pensa-se terem estado presentes qualquer coisa como 250 pessoas.
Como referi acima, desde o Presidente da Câmara a quem foi dada a palavra, mas isso é assunto para mais à frente, passando por vereadores e assessores da força politica (PCP/CDU) que se encontra à frente dos destinos da Edilidade, estava tudo em peso na vigília, inclusivamente um Deputado da Assembleia da Republica, O Sr. Bruno Dias do PCP (claro).
A vontade de lavar a cara foi impressionante.
Após a intervenção de um dos elementos do Movimento, foi dada a palavra ao Presidente da Câmara, Eng. João Lobo que se manifestou contra a falta de informação aos Órgãos Autárquicos por parte da REFER e propôs que, dado que existia uma vedação em terrenos públicos, a mesma fosse por todos retirada dado que não existia, por parte da Autarquia, autorização para esse facto. Assim aconteceu e tudo teria corrido bem, não fosse os acima referidos “artistas” terem mexido no que não deviam, ou seja as vedações dentro da própria Estação, dando origem a que, membros do movimento, sujeitos às “bocas” dessa cambada de energúmenos, tivessem de andar a repor a referida vedação, auxiliados inclusivamente pelo Vereador do PSD Sr. Luís Nascimento.
Veio a saber-se depois, já a situação se encontrava reposta, que os funcionários que lá se encontravam, deram conhecimento à GNR de que, tal (o desmanchar das vedações dentro da Estação) estava a acontecer. Só que, quando, e ai se mostra o civismo com que a situação foi tratada por parte do movimento, a GNR veio tirar satisfações nada havia a reclamar.
A Estação não foi derrubada nessa noite mas sim a na Sexta-Feira dia 30 a partir das 10H00.
O Movimento de Cidadãos Para a Defesa e Preservação da Estação de Alhos Vedros falhou o seu objectivo mas, demonstrou-se que em Alhos Vedros existe gente interessada na preservação do seu Património.
Foi uma excelente demonstração de Cidadania.
Há contudo, na minha perspectiva, que apurar responsabilidades, pois, independentemente do que se diz, do que se tenta demonstrar em publico, há eleitos que, ou por incúria, ou por “esquecimento”, ou mesmo por outras razões que para tentar ser politicamente correcto não as vou escrever, faltam à verdade.
Senão vejamos, será que o comunicado da REFER em
http://www.refer.pt/pt/noticia.php?id=426 não é suficientemente elucidativo?
Será que, e contrariando o comunicado da Câmara Municipal da Moita e as palavras do Sr. Presidente João Lobo, a carta recebida pela Câmara, à atenção do Presidente, e assinada pelo Presidente do Conselho de Administração da REFER não o será?
É com toda a certeza elucidativa de quem, têm a maior fatia de responsabilidade na destruição do Edifico da Velha Estação de Alhos Vedros.
A REFER peca pela falta de dialogo (que até se entende por ser em cima do acontecimento depois de mais de 2 anos de “negociações” com a Edilidade) e por se borrifar para o Património construído. É bem mais fácil (e económico) deitar abaixo e fazer de novo, do que ter despesas de conservação com um Edifício que, apesar das transformações ao longo do tempo, remonta(va) ao ano de 1861.
Contudo, o Edifício em causa foi colocado à disposição dos Órgãos autárquicos no inicio do processo e, foi pela Câmara Municipal considerado que, devido ao facto de a Plataforma de embarque de passageiros ter de ser elevada relativamente à cota a que se encontra, o Edifício ficaria sem utilidade, além da despesa que a manutenção do mesmo traria.
Esqueceram-se que, o Edifício tinha 3 entradas pela frente e que, poderiam eventualmente efectuar um protocolo com uma qualquer colectividade ou associação, de modo a que a mesma assegura-se a ocupação e manutenção do mesmo.
De frisar que, Alhos Vedros é das Freguesias culturalmente mais activas do Concelho e, apesar de já existir um pólo cultural, o Moinho de Maré, o mesmo não é suficiente para a capacidade de realização existente na Freguesia.
Falta de visão.
Falta de atenção às raízes históricas da Freguesia que já foi sede de Concelho, e que, com toda a industria que teve durante décadas, foi uma grande impulsionadora da economia concelhia, pelo emprego gerado através das Fabricas de Cortiça e Têxteis entre outras.

Em 24 de Abril de 2008, um mês antes do despoletar desta situação, o Sr. Nuno Cavaco, Vogal na Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, e assessor na Câmara Municipal da Moita, responde da seguinte forma a um Post do seu camarada Bloguista João Figueiredo em
http://banheirense.blogspot.com/2008/04/quando-era-mido-assistia-ao-desfile-de.html#c9201696722770808648 :

At 3:02 PM, Abril 24, 2008, nunocavaco said…
Caro João no projecto da REFER o elevador apresenta medidas de 1,60m por 1,85m, com uma diagonal de 2,15m, portanto penso que se poderá transportar uma bicicleta.
O que nos transmite a ideia (errada????) que existe conhecimento aprofundado das alterações que vão ser executadas nas estações e apeadeiros do Concelho da Moita tanto a nível Camarário como ao nível da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira.

Resumindo, os culpados do derrube da Velha Estação de Alhos Vedros, é a minha ilação, é nem mais nem menos do que a Câmara Municipal da Moita que, pelas razões já acima expostas, e apesar de ter conhecimento desde (e não referindo a reunião do 4º. trimestre de 2005) que foi apresentado o anteprojecto no 1º. trimestre de 2006, nada fez para evitar a situação, não informou a população e, quando numa demonstração de Cidadania a população se eleva contra o facto, vêm com lágrimas de Crocodilo, descartar-se de culpas, colar-se ao Movimento Popular, e emitir comunicados, onde a verdade dos factos é de algum modo deturpada.

A REFER, ao dar conhecimento às Autarquias, está a dar conhecimento aos Cidadãos, contudo isto só seria verdade se existisse uma democracia participativa, em que a população fosse convidada a participar nos destinos da Autarquia, mas não, por cá quanto menos a população souber melhor, e o termo participação, terá com certeza outro significado.

Penso que, a frase de João Lobo quando da ultima reunião sobre o PDM da Moita “O povo nos julgou o povo nos julgará” deverá, em 2009 ser levada a sério.
O Povo deve julgar esta força politica que, à frente dos destinos do Concelho, nos últimos 10/12 anos mais não têm feito do que lapidar o Património da nossa localidade, seja ele arquitectónico ou natural, como por exemplo o caso da Velha Cadeia que nem aos vestígios encontrados deram importância, como deixar a FADESA assorear parte dos sapais à esquerda da Urbanização da Fonte da Prata e por ai fora.

De frisar também que, na noite de 29, e independentemente do que acontecesse, a população ficou convocada para uma nova reunião do Movimento, novamente na Cave da SFRUA -Velhinha. A adesão nesse dia foi fraca e ninguém das Autarquias compareceu (a comunicação social não esteve presente, eu sei).

O Movimento de Cidadãos Para a Defesa e Preservação da Estação de Alhos Vedros deve continuar de pé, e penso que, desta vez perdeu-se a batalha mas nunca se sabe se mais tarde, e por outra qualquer razão, e na defesa de outra coisa, não conseguiremos ganhar a Guerra.

As imagens documentam o que era a Estação, e no monte de destroços que se tornou.
A carta do Presidente da REFER retirada do Blogue do Vereador Vítor Cabral, já acima referida, fica também aqui para memória futura."

Desde que não seja só para coisas de bois...



... a ideia até que é boa.
Mas parece-me óbvio que se queremos falar de memória colectiva teremos de falar de um Museu em Alhos Vedros, local onde até ficam os palacetes em causa.

A notícia é do Margem Sul da semana passada.

Vocês são sempre muito civilizados

Apesar do meritório esforço o Movimento de Cidadãos para a Defesa e Preservação da estação de Alhos Vedros, não deve ter receio quanto aos alvos dos tiros quando se trata de atribuir responsabilidades à demolição do dito equipamento.
Se é verdade que a REFER é a principal responsável, não é menos verdade que o pdoer local sabia disto há muito.
Por isso quando se afirma, como aqui, que:
«Repudiamos por isso a manifesta falta de vontade para o diálogo e informação por parte da direcção da REFER, para com a população de Alhos Vedros. Lamentamos também a insensibilidade ou incompetência daqueles que, sendo representantes de uma população, permitiram semelhante incúria.»

É bo mesmo que se retirem as devidas consequ~encias e não seja esquecida a dita incúria.

O cinismo

Do site do vergonhoso poder moiteiro:

«REFER de costas viradas para população e autarquias
A Câmara Municipal da Moita lamenta que, apesar dos esforços que a população e as autarquias têm vindo a realizar junto da REFER e do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, o processo de demolição da estação de caminho-de-ferro de Alhos Vedros tenha sido iniciado no dia 30 de Maio.
Perante os últimos acontecimentos, a Câmara Municipal da Moita reforçou a sua posição junto da administração da empresa, reafirmando que seria possível proceder à relocalização da nova estação, quer do ponto de vista técnico quer funcional. Na missiva enviada, a autarquia solicita ainda uma reunião com carácter de máxima urgência ao Presidente do Conselho de Administração da REFER.»

Se há criaturas que mais detetsto do que políticos locais (ou nacionais) medíocres são políticos locais (ou nacionais) medíocres sem corahgem para ssumir os seus erros e omissões.
A CMM sabia de tudo e fez pouco mais do que nada.
Agora quer encobrir isso.
Mas já todos sabemos a verdade.

Em vão

Poderíamos esperar por uma qualquer palavra da tertúlia amoitada sobre a demolição das estações da CP da Moita e Alhos Vedros, mas tirando um post da treta, os banheirenses remetem-se ao silêncio como se fossemos todos obrigados neste concelho a viver com uma plataforma.
Mas percebe-se, como não têm mais, não se importam que os outros também não tenham.
E para além disso o Colectivo está ocupadíssimo com as questões locais: entre todos conseguiram fazer sete posts em duas semanas.
É obra.
(para demolir)

Em vão

Poderíamos esperar por uma qualquer palavra da tertúlia amoitada sobre a demolição das estações da CP da Moita e Alhos vedros, mas tirando um post da treta,

domingo, junho 01, 2008

E agora o blogue para memória futura



Para vergonha dos cúmplices do que se passou. Fica aqui. E era bom que se recolhessem materiais audiovisuais e testemunhos sobre a estação, para publicação no blogue ou em outro tipo de suporte.
Era uma boa ideia para a acção do Movimento entretanto criado, não acham?

Comunicado do Movimento Para Defesa da (demolida) Estação de Alhos Vedros

ALHOS VEDROS NUNCA ESQUECERÁ!

Lamentamos a demolição da estação de Alhos Vedros, antes de mais pelo que o acto revela de insensibilidade para as questões do património cultural e da possibilidade de este ser utilizado como um recurso do desenvolvimento económico e social. Na verdade, o património é a matéria-prima da actividade turística em todo e qualquer país rico. Para além disso, que já é muito, a preservação da memória eleva a cultura dos povos, um dos factores que faz com que as populações sejam livres.
Só por demagogia ou ignorância se pode dizer que a modernização colide com a preservação do património.
Não sendo isso verdadeiro em termos genéricos, como o prova a conservação a que se assiste nos países mais desenvolvidos, também o não é neste caso específico da electrificação da linha do Alentejo, na medida em que a REFER dispunha de espaço próprio e suficiente para construir a nova infra-estrutura na faixa de terreno que vai para lá do antigo armazém de cargas e descargas. Acresce o facto de ter sido isso precisamente que se fez, e bem, na estação do Pinhal Novo.
Por tudo isto, só podemos considerar que a destruição em causa se tratou de um acto bárbaro. A população desta Vila foi vítima de um atentado contra a sua memória e valores culturais.
O nosso propósito era o da conservação e negociação entre as diversas partes implicadas, para que houvesse uma conjugação de esforços no sentido de se encontrar uma solução que fizesse do edifício desactivado um equipamento capaz de, por um lado, constituir uma mais valia para esta localidade e, por outro lado, permanecer enquanto cartão de visita para todos os que pela via férrea chegam aqui.
A nossa atitude, dirão alguns, pecou por tardia. A esses diremos que não pudemos agir mais cedo, porque de nada tivemos conhecimento. As responsabilidades por esse desconhecimento, por essa falta de informação, deverão ser apuradas, pois só assim será possível extrair lições que poderão ser úteis no futuro, na defesa e preservação do património - cada vez mais exíguo – e que, por isso mesmo, importa preservar.
Repudiamos por isso a manifesta falta de vontade para o diálogo e informação por parte da direcção da REFER, para com a população de Alhos Vedros.
Lamentamos também a insensibilidade ou incompetência daqueles que, sendo representantes de uma população, permitiram semelhante incúria.
Esperamos que nas ruínas daquele antigo equipamento esteja o alerta para que haja sensibilidade para a ideia de que o património cultural é uma riqueza das populações e, ao mesmo tempo também, para a necessidade de que as populações possam ser convenientemente informadas, e de preferência consultadas, em casos e decisões semelhantes.
Alhos Vedros nunca esquecerá o que aqui se passou e jamais perdoaremos aos responsáveis.
Congratulamo-nos com o empenho das pessoas, que por duas noites se dispuseram a permanecer de madrugada junto da velha estação e sublinhamos o grande exemplo de civismo dado em todo este processo.

A população de Alhos Vedros deverá, de uma vez por todas, ter parte activa na gestão dos espaços e equipamentos da nossa terra..


Movimento de Cidadãos Para a Defesa e Preservação da Estação de Alhos Vedros