sexta-feira, abril 27, 2007
AVP didáctico
Vamos lá aprender com os E-Mail de uma vez por todas... e livremos a Internet de 80% dos vírus e entulho...
O MAIS IMPORTANTE:Quando vocês reenviarem mensagens, retirem os nomes e endereços de e-mail das pessoas por onde esses e-mails já passaram.
Há programas a rodar na Internet para "apanhar" tudo o que estiver antes e depois de um "@", isso é vendido a Spammers, que muitas vezes espalham vírus.
Quando mandarem uma mensagem para mais do que uma pessoa, não enviem como "Para" nem com o "Cc", (ouviram????) enviem com o "Cco" (carbon copy ocult) ou, de preferência, " Bcc"(blind carbon copy), que não vai aparecer o endereço electrónico de nenhum destinatário...
1) As grandes empresas NÃO usam correspondência do tipo corrente(chain-letters). A Microsoft e a AOL NÃO estão a oferecer US$ 245 a cadareenvio de e-mail. A Ericsson e a Nokia NÃO estão a oferecer telemóveis. Aliás, pense bem, como é que eles vão saber se você reenviou estese-mails para outros endereços?
2) A BAYER e a NESTLÉ NÃO estão a dar kits gratuitos para quem reenviare-mails e mandar a confirmação para o endereço indicado.
3) A MTV NÃO vos dará o direito de ficar nos bastidores se vocêsremeterem correspondência a um monte de gente.
4) NÃO é porque alguém escreveu, quatro degraus antes na pirâmide, que éverdade (observem, é mais uma mera mentira).
5) NÃO existe uma organização de ladrões de fígado ou outros orgãos.Ninguém acorda numa banheira cheia de gelo, mesmo se um amigo jurar queisto aconteceu ao primo do amigo do conhecido dele.
6) Se o(s) último(s) desastre(s) envolvendo foguetes da NASA espalharam partículas de plutónio sobre a Costa Leste Americana, vocês acham,realmente, que esta informação chegaria ao público por e-mail?
7) NÃO existem os vírus "Good Times", "Bad Times", "Sapos Budweiser", etc.Na verdade, vocês NUNCA, mas NUNCA mesmo, devem reenviar qualquer e-mailalertando sobre vírus antes de confirmarem num site fiável de umacompanhia real, que estas o tenham identificado.
8) Cortem aqueles quilómetros de cabeçalhos com endereços dos e-mail's.
9) Existem mulheres que estão realmente a sofrer no Afeganistão, e asfinanças de diversas empresas filantrópicas estão vulneráveis, masreenviar um e-mail NÃO ajudará estas causas. Se vocês quiserem ajudar, procurem a melhor forma junto da vossa Junta de Freguesia, a AmnistiaInternacionalou a Cruz Vermelha. E-mails com "os abaixo-assinados" geralmente sãofalsos e nada significam para quem detém o poder para fazer alguma coisa sobre o que está ser denunciado. São meios de obter endereçoselectrónicos.
10) NÃO existe nenhum projecto para ser votado no Congresso Brasileiroque reduzirá a área da Floresta Amazónica em 50%. E nem para deixar de cobrar portagens. Portanto NÃO percam tempo nem "façam figuras tristes"assinando e reenviando aqueles furiosos abaixo-assinados de protesto, oucomunicando este tipo de coisas.
11) Vocês NÃO vão morrer nem ter azar no amor se rebentarem uma corrente. Sejamos inteligentes e recusemos essa maneira imbecil de ajudar oshackers e os spammers (propagandas).
12) Escrever um e-mail ou enviar qualquer coisa pela Internet é fácil...NÃO acreditem, automaticamente, em tudo. Observem o texto, reflictam, analisem tudo isto antes de reenviarem aos amigos.
13) Quando recebemos mensagens pedindo ajuda para alguém, com algumafotografia comovente, NÃO reenviem apenas "para fazerem a vossa parte"...pode haver alguém cheio de más intenções, por de trás deste e-mail...verifiquem a veracidade das informações... Afinal, próximo da vossa casa há sempre alguém carente que vocês poderão ajudar, se esta for a vossa opção de vida.
14) Cuidado! Muito cuidado com as mensagens-lista de dados de pessoas, que cada um vai assinando, colocando os seus endereços, telefones reais ereenviando... Podem facilmente ser utilizadas por assaltantes, sequestradores, piratas informáticos, etc.
15) Agora, SIM, ENVIEM esta mensagem aos vossos amigos e conhecidos, eajudem a colocar ORDEM nessa imensa casa chamada Internet. Lembrem-seque, todos os dias chegam milhares de inexperientes à Internet, e quanto mais pudermos ensinar, será de grande valia para todos.**********No reencaminhamento deste mail, apague os endereços de e-mail nelemencionados. Use também o BCC (em vez do "to/para"). Proteja a sua privacidade E, sobretudo, A DOS OUTROS !!!
O que vejo eu?
Beijo na Boca
Agora os PDM's já podem ser aprovados com menos controle e os licenciamentos e planos de pormenor, idem, idem, aspas, aspas.
Diz que é para descentralizar, aligeirar e modernizar.
Neste caso, certamente que não teremos a situação local moiteira e amoitada a dizer que é o papão do Neo-Liberalismo.
Embora seja a mesma lógica do recuo do Estado Central na Saúde, Justiça, Educação e Segurança Pública.
Depois, quando as coisas correrem mal e ficar tudo uma manta de retalhos, a culpa será obviamente dos autarcas e de quem os elegeu.
E estes é que se lixam, porque os outros aposentam-se novos.
25 de Abril de 1974 – A Memória

A nossa memória dos acontecimentos passados nunca é objectiva e nunca consegue retratar de forma exacta o que se passou, sendo isso ainda mais grave quando se trata de fazer a interpretação desses mesmos acontecimentos, extrair-lhe um sentido e relacioná-los na sequência de tudo o que os antecedeu, buscando-lhes as causas próximas ou profundas, e lhes sucedeu, tentando perceber se o que veio depois a ocorrer já estava mais ou menos predeterminado.
Porque estivemos envolvidos directamente no que se passou e esse envolvimento perturbou a nossa percepção, ou porque não fomos testemunhas directas e dependemos dos relatos de outros, a reconstituição de momentos marcantes do passado histórico acaba por resultar de uma construção feita pela nossa memória, que selecciona e combina diversos elementos, de acordo com padrões condicionados por questões afectivas ou por motivações particulares.
No caso de acontecimentos tão relevantes e simbólicos como o 25 de Abril de 1974 este fenómeno de construção da memória assume ainda maior importância porque, aos aspectos individuais, acrescem os elementos culturais, ideológicos e políticos que pretendem condicionar a forma como será transmitida e preservada essa memória colectiva, que se torna assim motivo e palco de acesa disputa por parte dos diferentes grupos em luta pela hegemonia do Poder, político, económico e/ou cultural.
Protagonistas, motivações, acções, tudo se torna com o passar do tempo, motivo de revisão, reapreciação e reconstrução, conforme os pontos de vista, ideológicos e não só, e a(s) agenda(s) daqueles que pretendem tornar-se os guardiães preferenciais da memória.
A (re)construção da memória torna-se, em grande parte, uma estratégia de legitimação da posse do Poder por um determinado grupo que, por essa via, procura demonstrar como a situação presente estava já definida geneticamente nas acções (positivas) do passado.
Isto verifica-se com eventos e datas simbólicas como a Restauração (1 de Dezembro de 1640), a Revolução Liberal (24 de Agosto de 1820), a Implantação da República (5 de Outubro de 1910), a “Revolução Nacional” (28 de Maio de 1926) ou a própria “Revolução dos Cravos”.
Os momentos preferenciais para a reconstrução da memória colectiva são as comemorações desses acontecimentos simbólicos, fazendo-se esse esforço sentir desde os primeiros tempos, embora com o afastamento temporal essa acção sobre a memória possa ganhar maior eficácia.
É particularmente interessante analisar, por um lado, o ênfase colocado nos diferentes protagonistas dos acontecimentos e, por outro, a composição daqueles que vão aparecendo como analistas desses mesmos acontecimentos.
Tudo isto depende da própria evolução política
quinta-feira, abril 26, 2007
Romaria do AVP em perigo

Também quero ser "Alto" qualquer coisa
Se fosse com base nestas notabilidades, ainda acreditávamos ser um país importante.
E logo o Sampaio, que mal se percebia quando falava entre nós, vai ser giro a fazer dialogar as civilizações.
Não é ser má-língua
Não sou engenheiro, e muito menos pela Independente ou pelo Piaget, mas dá para ver.
Em defesa da Escola Pública

Eu já acredito na tal conspiração

quarta-feira, abril 25, 2007
E o Maior Comunista do Concelho da Moita é...


Quem diz que hoje não se trabalha?
Sejam amigos...
É que eu fui passear à outra margem e de qualquer forma gosto de primar pela discrição e não dar pelas vistas nestes eventos.
terça-feira, abril 24, 2007
O homem anda claramente perturbado
Shôr presidente, tenha noção das coisas.
Afinal, não é só o amor que é um fogo que arde sem ser ver!
O regresso de Bonixe, o Sempre-Fixe
Pelos vistos o homem é dos que andam por aí e não deslargam.Homem rico, homem pobre
O da Moita pelo menos já desistiu de anunciar o site.
O Poder Local antes do 25 de Abril
Como podemos ver, 33 anos fazem muita diferença.
Viva o Poder Local Democrático!
25 de Abril de 1974-O Acontecimento

Os acontecimentos do dia 25 de Abril de 1974, na sua natureza essencial mais objectiva, tomaram a feição de um golpe de estado de cariz militar, com os objectivos de substituir a elite política no poder e de alterar os principais aspectos do regime em vigor, no sentido da sua liberalização e da eliminação do seu aparato repressivo autoritário.
Cerca de uma semana depois, nas manifestações populares massivas do dia 1 de Maio de 1974 (declarado feriado pelos novos governantes), a anterior caracterização já se encontrava ultrapassada em virtude da fortíssima movimentação social em decurso que, em grande parte de forma espontânea mas também com algum enquadramento por parte de algumas forças políticas e sociais, começaria desde cedo a pressionar os novos actores da situação política emergente no sentido do alargamento do programa inicialmente previsto pela coligação de motivações que dera origem ao Movimento dos Capitães.

«(...) mais do que no dia 25 de Abril, será no dia 1 de Maio que se poderão encontrar factos comprovativos dos termos do contrato político entre o MFA e a mobilização popular, não só nas grandes cidades como um pouco por todo o país.» (J. Medeiros Ferreira, Ensaio Histórico sobre a Revolução do 25 de Abril, Lisboa, 1983, p. 36)

Esta tensão entre o programa inicial do Movimento - que na sua formulação de mínimo denominador comum, era relativamente neutro do ponto de vista ideológico e minimal no plano de reformas previsto – e os imprevisíveis efeitos da agitação social que se começava a avolumar, fez-se sentir de forma determinante ao longo dos dois anos que se seguiram, deixando sequelas directas até ao início da década de 80 e levando ao gradual f(r)accionamento entre os diferentes grupos que tinham constituído o MFA (e os seus apoios na sociedade civil e no nascente sistema partidário) quanto a orientação a dar ao que já se adivinhava vir a ser uma revolução política e social.

«Na noite de 25 para 26 desenrolam-se, porém, os primeiros confrontos entre Spínola e os seus fiéis, por um lado, e os oficiais que haviam coordenado as operações de derrube do regime e se assumiam como os dirigentes do Movimento, por outro. Aqueles procuravam apoderar-se do comando dos objectivos conquistados, enquanto Spínola se recusava a aceitar a inclusão no Programa do MFA do reconhecimento do direito dos povos à autodeterminação.» (A. Reis, Portugal – 20 Anos de Democracia, Lisboa, 1994, p. 18)
O resto do ano de 1974 e 1975 passariam na
Indefinição
Luta pela predomínio.
Solução intermédia, proposta pelo grupo dos 9.
De qualquer modo, o golpe militar/revolução de 25 de Abril de 1974 foi um momento único de deposição de um regime mantido longamente graças à inércia e receio da maior parte de uma nação adormecida, incapaz de se mobilizar de forma eficaz contra a ditadura, fora de esferas oposicionistas restritas, fossem elas de matriz republicana (mais elitistas e intelectuais) ou comunista (mais enraízadas no tecido social de parte do país).
Resolvido de uma forma globalmente pacífica, o golpe militar despertaria uma energia longamente adormecida na generalidade do povo português, que aproveitaria a novidade de uma liberdade que quase ninguém experimentara no seu tempo de vida para se expressar de forma festiva e vibrante, quando ainda não se conhecia exactamente em que direcção a Junta de Salvação Nacional iria conduzir o novo regime, a que formas de legitimidade recorreria e que projectos tinha para o futuro, a curto ou médio prazo.
Os primeiros disputavam o controle do Poder, enquanto os últimos procuravam perceber de que forma a sua vida se iria alterar e melhorar com a nova situação. Enquanto massa com uma dinâmica e características colectivas próprias, as multidões representavam, por um lado, a manifestação pública das aspirações comuns da maioria da população mas, por outro, o instrumento privilegiado para a manipulação por parte das diversas facções do novo regime e um campo de batalha político indirecto.

No entanto, na última semana de Abril de 1974 viveu-se um momento único e praticamente irrepetível, de alegria espontânea e ainda não enquadrada por nenhum tipo de estruturas políticas que, na tentativa de a capitalizarem, a viriam a desvirtuar e instrumentalizar pouco tempo depois.
Nessa semana, a alegria transbordou e foi vivida por quase todos sem preocupações do que o futuro reservava, apenas com o prazer da sua própria fruição.
A partir do 1º de Maio, na sequência dos regressos do exílio de Mário Soares e de Álvaro Cunhal e das movimentações de bastidores para a constituição de partidos políticos destinados a enquadrar as diferentes correntes de opinião em formação na sociedade portuguesa e as diversas formas de sentir o futuro do país, a espontaneidade irá cedendo gradualmente e a mobilização popular irá ser “organizada” cada vez mais de acordo com interesses que obedeceriam a lógicas da luta pelo poder ao nível do topo.É a partir desse momento que começam as disputas sobre o verdadeiro sentido dos acontecimentos de 25 de Abril de 1974, disputas essas que seriam desenvolvidas tanto ao nível da luta pelo Poder herdado, como da luta pela construção da Memória do que tinha ocorrido.
segunda-feira, abril 23, 2007
A Revolução vai fazer a idade de Cristo

Agora quanto à substância...
Mistura alhos com bugalhos.
Uma coisa é dar patada na malta do PS por eles agora parecerem, na tal liguagem coiso e tal, quase mais comunistas que os comunistas.
Outra é misturar isso com a história do PDM e insinuações várias que, essas sim, são caluniosas, quando se afirma que as outras é que são calúnias.
Mas eu percebo que estejam a cerrar fileiras e a querer mostrar força e unidade.
E que o shôr presidente esteja um bocado aflito e queira co-responsabilizar o resto da malta, em nome dos serviços prestados à causa.
Para não sair pela esquerda baixa como o antecessor, cujo rasto complicado andou pressuroso a cobrir nestes anos.
Porque o comunicado do PS, por si mesmo, não justifica tanto alvorço.
Mas nunca se esqueçam da doutrina Pimenta Machado acerca da verdade dinãmica, que aliás um dos elementos da concelhia gosta de arvorar como filosofia particular.
E não se arrisquem muito pela doutrina Fátima Felgueiras de ser a eleição o método de lavar mais branco.
Ou mesmo pela doutrina Valentim Loureiro, aquela que afirma que mesmo que tenha feito uma coisa, desde que não possa ser provada em tribunal por inadmissibilidade técnica da prova, é como se não tivesse feito.
Mas eu reteria essencialmente este parágrafo que se segue para memória futura, em especial as partes assinaladas a negrito, sobre anão partidarização do PDM (acredito que alguns empresários de sucesso não votem no Partido, lá isso acredito) ou sobre posições a tomar posteriormente (cheira-me a que adivinham borrasca):
O resto é mais do mesmo. Nem valia a pena gastarem uma sessão do Colectivo para redigir isso. Bastava terem-me encomendado a prosa que eu saberia fazer melhor a vossa defesa. Por estranho que pareça.
Porque esta é manifestamente a estratégia de defesa errada.
Porque demonstra que o medo se instalou.
Só que não deve, não teme.
Ora, se teme...
Importam-se de repetir?
É verdade que o comunicado da concelhia do PS é estranho na linguagem.
É verdade que não estou aqui a postar por causa das questões políticas em causa.
Mas o que é mesmo verdade é que não percebo o que é uma linguagem descontextualizada da linguagem.
Sei que deve ser falha ou falta de uma qualquer palavra.
Sei que não é caso raro nos documentos do poder moiteiro e da força que lhe dá cobertura.
Mas não iam contratar um linceiado em Língua e Literaturas?
Ainda não anda ao serviço para rever os documentos autárquicos e já agora os que saem da Dínis Ataíde?
Quantos, mais exactamente?
A FÉ !!!
O que faz mover a malta é a fé, só a fé...
BOMBÁSTICO
Assim a Isabel Queiroz do Valle vai à falência se ainda não foi.
domingo, abril 22, 2007
O que se passa pela ex-Norporte?
Será que vai ali nascer o 67º espaço do projecto Alhos Vedros Cultural?
Ou será apenas para armazenar maquinaria, na falta de outro estaleiro?
Sobre o Nazismo, o Fascismo e o Salazarismo
Hitler era um racista genético, criou um regime socialista para uma raça, os arianos, a partir daí todas as raças "inferiores", foram roubadas e algumas como aos judeus tentou-se exterminá-las, desse facto criou uma riqueza substancial, (só em dentes e objectos de ouro dos judeus, foi um ver se te avias...) que até deu para alimentar uma máquina de guerra imensa que possibilitou à Alemanha aventurar-se na 2ª guerra Mundial com o apoio de Mussolini e Staline.
Mussolini começou uma aventura anti-burguesa, nos princípios revolucionários do fascismo nos anos 20, do séc. 20 e criou uma ideia de estado corporativista, o Fascismo que Rolão Preto em Portugal tentou copiar, mas que a Salazar lhe era hostil, devido ao carácter anti-burguês, anti-clerical e urbano do fascismo, Salazar contrapôs a isso uma realidade Portuguesa diferente, o latifúndio agrícola a aliança com empresas que monopolizavam sectores básicos da Indústria, como as massas aliménticias, as cervejas, etc. e também uma concordata com a Igreja Católica, o que criou um centro de interesses comuns que fez o Salazarismo aguentar-se durante quase cinco décadas.
Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 10

sábado, abril 21, 2007
AVP Divulgação

III FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE BEJA
Entre os dias 5 e 20 de Maio, o Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja volta a vincar a silhueta da cidade.
Exposições de autores portugueses: Alice Geirinhas; André Lemos; Artur Correia/António Gomes de Almeida; Augusto Trigo; Gisela Martins e Sara Ferreira - mangakas portuguesas; José Manuel Saraiva; Maria João Worm; Pedro Rocha Nogueira; colectiva “Toupeira”, com Carlos Apolo, Carlos Páscoa, Inês Freitas, João Lam, Lobato, Luís Guerreiro, Maria João Careto, Paulo Monteiro, Pedro Ganchinho, Susa Monteiro, Véte, Vitor Cabral, Zé Francisco e Zé Pedro); e a retrospectiva "Dois anos de Bedeteca”.
Exposições de autores estrangeiros: David B. (França); Max (Espanha); Miguelanxo Prado (Espanha); Ulf K. (Alemanha); e a colectiva “Desde Galiza” (Galiza/Espanha), com David Rubín, Diego Blanco, Emma Ríos, Kike Benlloch, Kiko da Silva, Miguel Robledo e Victor Rivas.
Além da Casa da Cultura, que funciona como “coração” do Festival, o evento estende-se por todo o centro histórico: Conservatório Regional do Baixo Alentejo, Galeria do Desassossego, Museu Jorge Vieira - Casa das Artes, Museu Regional de Beja, Núcleo Visigótico – Igreja de Santo Amaro e Pousada de S. Francisco.
Sete núcleos expositivos onde se mostram algumas das tendências mais relevantes no campo da banda desenhada contemporânea, incluindo ainda o Pax Julia - Teatro Municipal, que volta a acolher parte da programação paralela.
Mais de 40 autores, 15 exposições patentes ao público, mais de 450 originais em exposição… Maio é o mês da banda desenhada no Sul do país…
bedetecadebeja@yahoo.com
Site disponível brevemente
Organização: Câmara Municipal de Beja
Lá como cá
A todos os níveis.
A FCC é a comissão federal que nos EUA regula, entre outros aspectos, a liberdade de expressão nos meios de comunicação social - TV e Rádio - e que multa quem diz palavrões nas emissões ou faz comentários tidos por incovenientes.
Na era Bush tem caído sobre muitos dos comunicadores mais incómodos, levando por exemplo o mítico Howard Stern a migrar para uma estação de rádio por satélite que foge à regulação americana e emite num sistema de assinatura.
Por cá, seja a nível nacional como local, há muito boa gente que tem em si uma costela de agente da FCC, uma espécie de Federação dos Censores Camuflados.
A eminência parda do regime

sexta-feira, abril 20, 2007
Até amanhã Kamaradas...

Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 9

Novidade Mundial
Anunciada na página 11 do jornal Margem Sul, canto superior direito.
Quando tiver cópia em papel digitalizo para guardar na galeria dos "Momentos Mais Deprimentos Deste Concelho".
E olhem que não são nada poucos.
Mais um momento de humor
Será que a parte do Abel Xavier é demasiado ousada?
Xenófoba, sei lá?
Demasiado contundente para os louros, talvez?
Momento Sério de Humor
Será que este humor é aceitável?
Politicamente correcto q.b.?
Ninguém vai vetar ou achar de mau gosto?
É sexta-feira, pá!
Caso contrário, não há fim de semana que resista.
Por um lado parece que foi bom, porque pelas notícias que tive, chegar à santa terrinha ao início da tarde era coisa boa para um hovercraft, tanto junto à rotunda da BP na Moita (aquela impermeabilização toda ao lado da ribeira foi muito boa ideia, coisa mesmo competente) como entrando pelas Fontaínhas (parece que apesar do declive, a chuva decide sempre fazer uma piscina a meio da Av. 1º de Maio).
Assim já cheguei com tudo sequinho.
quinta-feira, abril 19, 2007
Em protesto pela detenção de militantes do PNR
E que tal passarem por aqui?
A Juventude Censora Portuguesa
Não há qualquer volta a dar a esta gente de mente mesquinha e hábitos que têm muito de salazarento, apesar da escassa idade.
Estes "jovens" revelam o pior que existe no aparelhismo jotinha de qualquer partido.
Neste caso é tanto mais grave porque gostam de afirmar-se contra a censura e a favor da liberdade.
São uns hipócritas.
Como os que temos por cá, formados nesta escola vergonhosa do Pensamento Único, que perante a diferença optam pelo silenciamento e pela tentativa de ataque pessoal.
Os assessores comunicacionais, meninos ou meninas.
Gente sem vida própria que não a oferecida pelo aparelhismo.
Pelos empregos dados pela submissão canina.
Gentinha cinzenta, incapaz de um sorriso inteligente.
Gentinha com saudades da ditadura.
Da sua ditadura.
A que não chegou a existir.
Onde poderia abafar todos os que são diferentes.
Os que pensam por si.
Os que desalinham.
E ainda há merdinhas que depois usam vídeos do Gato Fedorento quando lhes dá jeito.
Vergonha e muita faz falta aos Jovens Censores Portugueses.
Desespero
O mais giro é andarem aos tiros no vazio e no escuro, para ver se acertam.
Por mim, estejam à vontade, denunciem todas as minhas ligações partidárias, todos os meus projectos chumbados pela câmara, todos os meus interesses imobiliários, todas as minhas inimizades pessoais.
Será que não notam que isso só revela desespero?
Eu estou trankilo.
Barreira de Fogo - A confirmação
Sim, se vos dá jeito assim pensar eu sou fascista, apresentei projectos pessoais à câmara que não foram aprovados e ando numa cruzada anti qualquer coisa.
Se ainda quiserem não percebam que identifiquei como técnica da câmara uma das pessoas da dupla Paula&Paulo no post abaixo e não duas.
Afinal, esperar que saibam ler e tenham um mínimo de decência é esperar muito de quem só aprendeu a discutir à traulitada.
E espero ansiosamente pelas novidades bombásticas sobre isto e aquilo.
Se forem iguais às da Independente, serão extremamente interessantes.
Realmente há tascas que quando o vinho azeda, ficam empestadas e há que voltar a evitar passar sequer à porta.
Barreira de Fogo
O poder moiteiro, no seu habitual autismo e na sequência da actual política de se não são controlados por nós, são contra nós e vamos boicotá-los, preferiu não aderir à iniciativa, assim explicando de que lado está.
Para fingir que tem algo a dizer sobre o assunto, mas principalmente com o objectivo de denegrir a imagem de quem está a colocar de pé um acontecimento desta monta, deu ordem para os aparelhistas de 2ª e 3ª linha produzirem prosas sobre o tema, onde a qualidade técnica roça o zero e a opinião política impera, mas onde se nota principalmente o acinte, a raiva e o desejo de amesquinhar e denegrir quem incomoda.
Nesse esforço inglório, porque as capacidades são evidentemente fraquinhas, fraquinhas, parece que o asessor multiusos recebeu o reforço de uma dupla Dupond e Dupont, só que em versão masculina/feminina (não será a mesma pessoa?) que dão pela nome de Paula&Paulo.
Pelo menos num dos casos é reconhecidamente alguém que existe e sobrevive porque o poder moiteiro lhe paga com dinheiros públicos para defender interesses particulares e partidários a partir de um cargo técnico-administrativo.
Mas veremos como serão essas pessoas - técnicos que deveriam conhecer as limitações das suas funções, em especial no horário de trabalho que é pago com salário resultante do dinheiro de todos nós - que irão fazer o trabalho sujo que o pessoal político de primeira linha não tem a coragem e/ou verticalidade de assumir.
E esta é uma promiscuidade vergonhosa.
Será que os responsáveis políticos pelo urbanismo no concelho nos últimos anos não têm nada para dizer ou nem sequer sabem o que dizer?
Ou será que não gostam de dar a cara, escondendo-se atrás dos mini-mes?
São estes aparelhistas sem vida profissional própria, independente do aparelho, que irão ser mandados espalhar as bostas pelo caminho de quem tenta erguer alguma coisa.
Dizem que usam argumentos, mas na verdade não passam de meros leitores de cassetes.
Quanto aos patrões, àqueles eleitos que nem um ofício sabem escrever sem debitarem baboseiras, apenas esperam o momento de serem remodelados por razões de ordem pessoal, apesar da qualidade do trabalho desenvolvida de conçiênçia trankila.
quarta-feira, abril 18, 2007
Sporting na final da Taça !

Era mesmo, mesmo necessário...

E por estas bandas?
Alguém me sabe dizer como é por cá?
Os eleitos também se cortam nas declarações?
E os funcionários, são todos muito bons, com classificação bem marcada a vermelho?
Isto só lá vai de borla

terça-feira, abril 17, 2007
Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 8

Só o facto de alguém ser baptizado nos anos 30 com o nome de Staline de Jesus seria motivo para receber um qualquer tipo de prémio.
Agora já muito distante do poder moiteiro, foi ele que assegurou a transição do poder local no pós-25 de Abril.
Sempre visto com alguma desconfiança pelos mais puros e duros por causa do seu lado empresarial, o mítico Staline Rodrigues abandonou o PC, para depois se aproximar do PS, do qual também acabaria por se afastar, sempre por manifesto excesso de individualismo e razoável dificuldade em adaptar-se às disciplinas partidárias.
Apesar da idade ainda por aí mexe e há não muito tempo andou a agitar outras velhas glórias da política local para uma regeneração geriátrica da vida política local, nos intervalos de umas partidinhas de xadrez.
O que se formos bem a ver até nem seria a coisa mais disparatada de todas num concelho onde as novas gerações são de uma indigência quase completa.
Mas Staline de Rodrigues está na nossa lista principalmente pelo seu papel histórico no concelho, assim como por ser nossa convicção que, heterodoxias à parte, o homem ainda é essencialmente comunista.
Os outros é que não o compreendem.
Importam-se de se entender?
- Evitando a ocupação desordenada.
- Minorando a degradação ambiental.
- Preservando o espaço para as necessidades futuras de habitação, equipamentos, estradas, actividades económicas, serviços e agricultura. »
No site dos amoitados, pela pena do aparelhista de serviço que dá a cara:
«Nos PDM´s em vigor a classificação de solo urbano coloca nas mãos dos promotores todas as possibilidades de construir, com a novas revisões isso não se passa assim. Por exemplo, se num concelho existem 20000 fogos e 10000 destes não são usados, as Câmaras Municipais podem argumentar que não entendem como pertinente mais construção e como tal não a autorizam mediante estes argumentos. Com os PDM´s em vigor isto nunca poderia acontecer.»
Seria muito pedir que se entendessem sobre o valor do PDM ainda em vigor - apesar de todos os atropelanços - antes de dispararem ao acaso, conforme o que parece conveniente.
Muit'agradecido.
Agenda
Bom dia
Informação prévia:
Por favor visite e terá mais informação ao ver os links da Conferência, versão síntese e por extenso.
Para nos conhecer melhor, veja por favor aqui.
É com gosto que divulgamos a notícia seguinte:
Fernando José Matos Pinto Monteiro, Procurador Geral da República reúne terça-feira 17 de Abril de 2007, pelas 1530 HH , com o Deputado Luís Filipe Carloto Marques, Dirigente Nacional do MPT - Partido da Terra e Membro do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata.
O objecto da Reunião não foi divulgado.
Recorda-se entretanto que o Deputado Luís Filipe Carloto Marques, que edita regularmente o Blog A Cidade e as Serras, Ecologia, Saúde e Solidariedade, tem tomado uma série de iniciativas parlamentares directa ou indirectamente relativas ao Processo de Revisão e ao Projecto de novo PDM da Moita, a saber nomeadamente:
· Sobre a alteração da lei dos solos e as mais-valias-urbanísticas
· Licenciamento de obra alegadamente ilegal no município da Moita
· Protocolos celebrados entre a CM Moita e entidades privadas na expectativa da revisão do respectivo PDM
· Aquisição da Quinta das Fontaínhas, no concelho da Moita, pela cooperativa PARCOOP
· Desclassificação de parcelas de terreno da REN no procedimento para a revisão do PDM da Moita
· Procedimentos em matéria de gestão do território do município da Moita
Entretanto, informamos com gosto que ganha todos os dias corpo a preparação da Conferência da Moita sobre o tema:
Uma Verdade Inconveniente
A política dos Solos, as Mais Valias Urbanísticas e o Ordenamento do Território:
O Interesse de Portugal e dos Portugueses
Trata-se de uma iniciativa da Várzea da Moita e de um grupo alargado e aberto de Cidadãs e Cidadãos, que aceitaram o desafio e organizam uma Conferência nacional de análise e debate a realizar na Moita, a partir das 2030 HH de Sexta 18 Maio e ao longo do dia de Sábado 19 de Maio 2007.
A Conferência terá lugar na Moita, e terá 3 Sessões, a saber:
· Sexta-feira 18 Maio '07, pelas 2030HH: Sessão Inaugural e Início dos Trabalhos
· Sábado 19 Maio '07, pelas 0930HH: 2ª Sessão e continuação dos Trabalhos
· Sábado 19 Maio '07, pelas 1300HH: Almoço
· Sábado 19 Maio '07, pelas 1500HH: 3ª Sessão e continuação dos Trabalhos.
· Sábado 19 Maio '07, pelas 1800HH: Sessão de Encerramento
As Sessões de Trabalho terão tendencialmente a duração 2 horas e meia, com Pausa, sendo que nesse tempo deverão ocorrer 3 Intervenções Programadas de cerca de 30 minutos, seguidas de um período aberto de Intervenções dos Participantes em geral e de Debate com os Conferencistas.
Um formato diferente e complementar poderá ainda ser preparado, se as necessidades de organização assim o determinarem.
Com os melhores cumprimentos
Moita, 17 de Abril de 2007
Moradores e Proprietários da Várzea da Moita
varzeamoita@gmail.com
Miopia Amoitada
Entretanto, no Banheirense (olhó link lindinho) Nuno Cavaco decide escrever sobre revisões de PDM e tal, sendo que se negou a participar de forma pública e bem visível numa iniciativa que brevemente - com apoio expresso de figuras públicas locais e nacionais de todos os quadrantes -, para dizer uma conjunto de absolutas incoerências, misturadas com a explícita confissão do que eu acho ser uma política totalmente errada da relação entre o poder público e os interesses privados.
Vejamos os pontos principais da "argumentação":
- Não há novos PDM's aprovados porque isso interessa a um número pouco significativo, que terá interesse em manter os anteriores PDM's porque isso coloca nas mãos dos promotores a capacidade de construírem como bem lhes interessa.
- Nuno Cavaco apresenta como grande manobra negocial do poder moiteiro - tenta alastrar a estratégia a todas as gestões CDU talvez por falta de memória, o que se compreende - o facto de exigir contrapartidas aos promotores como "a construção de estradas".
Mas o mais interessante é reparar que NC apresenta a construção de estradas como a grande conquista do poder moiteiro. Claro que nunca lhes ocorreria que as contraparttidas passassem por algo mais do alcatrão e rotundas. Era exercitar muito a imaginação.
- Em terceiro lugar, assanha-se o opinador contra os pderes das CCDR's por serem órgãos não democráticos que têm poder de tomar decisões sobre os PDM's.
Gostava de saber se os gabinetes técnicos das câmaras ou de estudos que "desenham" os PDM's também são eleitos. Mas isso nem é o mais engraçado. O engraçado é que enquanto a CCDR foi "amiga", com uma forma de agir afável e amável para o PDM da Moita, com algúém amigo bem colocado, tudo estava bem. Agora que os ventos sopram agrestes, a coisa muda e clama-se pela regionalização para que as amizades possam ser colcadas em pontos-chave. Espero, ansioso, pela argumentação de os Tribunais, o IGAT e a Procuradoria-Geral da República serem órgãos não eleitos e, por isso, não serem competentes para intervir no bloqueio e suspensão de decisões políticas ilegais ou inconstitucionais.Ao que parece a um aparelhista faz confusão o conceito de divisão de poderes em democracia quando essa divisão não dá jeito. Já para outros casos - Gondomar, Lisboa, Felgueiras, Salvaterra de Magos, etc - provavelmente a opinião será outra.
Por fim, NC investe de forma pouco hábil contra o que chama de especuladores imobiliários, percebendo-se que o alvo da prosa sublinhada a negro é alguém que incomoda o poder moiteiro. Esquece-se o jovem aparelhista que os maiores especuladores imobiliários são aqueles com quem o poder moiteiro estabeleceu protocolos que permitiram multiplicar exponencialmente o valor de certos terrenos. É interessante esta forma de manifesta cegueira, para não dizer pura desonestidade não vá o homem encrespar-se e vir com ameaças, intelectual em que um negócio de muitos milhões não é especulativo, mas a eventual compra e venda de andares e moradias já o é. Eu, por exemplo, já recorri por duas vezes a uma agência imobiliária sediada na Moita para mudar de casa e tratar da papelada - a do senhor Maia no Intermarché - e não tive razão de queixa. Será que NC recorreu a outra e não gostou?segunda-feira, abril 16, 2007
Notas Soltas...
Parece ainda que alguém já foi inquirido sobre uma eventual remodelação. E garanto que não foi o engenheiro.
Divulgação Institucional da CMM

Temos Novo Doutor !
Boa Questão!
Será Verdade?
domingo, abril 15, 2007
Cinema Nacional

Ai o Gago não mata,
Ai 'té lava diplomas,
Ai põe-nos cor de prata.
Três diplomas, um bacharel,
Sete exames, um Doutor,
Três notinhas no papel,
Que o freguês é um Senhor.
Engenheiro, sorridente,
Engenheiro que o curso aldrabou,
Universidade, Independente,
Povinho que o Sócrates enganou.
Um curso de engenheiro,
Vê lá bem tão lavadinho,
Influências ou dinheiro,
Vê lá bem, está aprovadinho.
Voltando à bosta fria

Já sabem que aqui ninguém é grande romeiro.
Nem a São Bento, o Paulo e à Matriz de Alvalade nós rumamos.
Eu consigo compreender que a CMM não queira nada com a AEM e com a Romaria que eles vão organizar.
Mas negar o mero empréstimo de um telheiro e baias?
Será que está tudo a ser usado para alguma coisa?
Para tapar o sol na moleirinha do shôr Presidente?
E para encaminhar os aparelhistas amoitados ao redil?
E então o que dizer de obrigar a malta a limpar as ruas depois de passar a Romaria?
Será que a MESQUINHEZ não tem limites?
Entretanto, fica-se na expectativa da reacção da Junta de Freguesia da Moita, já que o seu presidente disse que iria apoiar toda a gente.
Nesse caso, será a Junta a limpar a bosta de toda esta confusão?
Consta por aí...
O resultado é que ele vai mesmo bem destacado na votação para Grande Comunista do Concelho.
Sendo que não ganhamos nada com os votos, o melhor é pensar em inserir um mecanismo daqueles em que se recebe 60 cêntimos por cada clique em alguém, para tornar a coisa mais interessante.
Mas ainda faltam três perfis e tudo pode mudar.
De qualquer modo, se o Broncas ganhar nós até ficamos satisfeitos porque, sendo alguém que não conhecemos, há ainda a hipótese de ser mesmo comunista.
sábado, abril 14, 2007
AVP Mósicall
O tipo parece um Barishnikov novinho, mas é o Martin Solveig.
É impressão minha ou ando a recomendar muita coisa afrancesada?
Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 7

Talvez esta escolha não seja das mais óbvias, mas achamos ser jusrto recordar este homem, alhosvedrense por mero acaso, que ocupou boa parte dos anos 90 a ajudar a destruir boa parte do que Alhos Vedros tinha de menos mau, que era uma feição que permitia recordar o seu passado histórico tradicional, ao mesmo tempo que cedia a todos os interesses privados que se levantassem no seu caminho.
Com efeito, foi graças a ele que, em nome do Progresso e enquanto passeou pelo pelouro do Urbanismo e depois pela Presidência da CMM, que algumas das maiores barbaridades se fizeram na fregueis em termos de monos "industriais", do prolongamento da GEFA para cima da Igreja Matriz á ocupação de quase metade da rua Vasco da Gama com a expansão da Helly-Hansen/Norporte.
E porque achamos que isto é digno de um "grande comunista"?
Simplesmente porque esta forma de arrasar com o passado e as tradições é típica de quem quer uma sociedade nova que deixe para trás o seu passado histórico obscurantista.
Pelo menos em seu favor há a dizer que não promoveu romarias, nem apreceu abraçado ao lobby das boiadas.
Mas João de Almeida foi ainda notável pela forma como soube fazer a transição do comunismo ortodoxo para a via mais moderna que a actual dupla dinâmica prossegue de total embevecimento pelos "empresários de sucesso".
Para além de que, como Grande Comunista que foi e talvez ainda seja, depois da procaria que fez já exceder claramente todos os limites, se ter deixado varrer em silêncio, desaparecendo sem um pio a meio do mandato "por motivos pessoais", quase nunca mais se deixando ver, como se não tivesse existido.
Aliás, quando abro antigos Boletins Municipais estou sempre à espera de ver a sua imagem apagada nas cerimónias oficiais com o Photoshop dos novos aparelhistas amoitados mais dotados para as produções gráficas, substituída por uma foto de um sorridente Lobo ou de um Garcia de mãos cruzadas sobre as partes pudendas, a sua imagem de marca em tais ocasiões.
Só ter dois votos neste momento na nossa eleição é de grande injustiça por parte daqueles que devem tudo o que vão tendo à sua queda em desgraça.















