sábado, abril 14, 2007

Umas pequenas dúvidas "socráticas"

Eis um texto que nos chega de alguém que conhece alguns dos meandros universitários, em especial da história da UnI, mas que como é natural deseja e merece manter o seu anonimato.


1. A data do certificado (ou cópia) que (alegadamente) consta do arquivo da UnI não é nenhuma das "versões" de 1996, mas uma nova versão: 2003 (vidé fac-simile de Público, quinta-feira).

2. Todos (mas todos mesmo) os certificados e diplomas (mesmo os de meros cursos de especialização, pós-Graduação, MBA, etc... e claro Certificados de Habilitações, Certificados de Curso e Diplomas) são assinados pelo Reitor e pelo Presidente da Direcção. E isso por uma "pequenina" razão: se o documento não tiver a assinatura da Direcção da entidade instituidora não é um documento produtor de efeitos jurídicos, pois só quem tem personalidade jurídica é que pode ser titular de Direitos e Obrigações... e só quem pode ser titular de Direitos e Obrigações os pode transmitir ou constituir na esfera jurídica de outros. Ora, face ao ordenamento jurídico português (e poderia ter sido outra a opção, mas não foi) as universidades privadas são estabelecimentos sem personalidade jurídica, a qual lhe é "emprestada" pela entidade instituidora. Logo, o certificado apresentado pelo sr. PM - seja o que ele apresentou, seja o que (alegadamente) consta no arquivo da UnI (e que tem, e bem, a assinatura do Prof. Luíz Arouca e da sua filha, a Dra. Mafalda Arouca) - não é capaz de produzir os efeitos pretendidos por quem o apresentou, porque não tem validade jurídica erga omnes.

3. Importava saber para que endereço foi enviada a (alegada) carta de pedido de equivalência, pois à (alegada) data do (alegado) envio da mesma a Uni funcionava noutro edifício que não o actual na Av. Marechal Gomes da Costa.

4. Para justificar a troca do ISEL pela UnI, o sr. PM invocou a credibilidade e prestígio da UnI. Admito que a haja tido nalgum período da sua (infelizmente) curta história, mas uma universidade com 2 anos de funcionamento, sem nenhum licenciado e com uma autorização de funcionamento com menos de 6 meses (Maio de 1995) é manifestamente pouco.

5. Mais: segundo o sr. PM, a sua transferência (chamemos-lhe assim) do ISEL deveu-se ao facto de, após a conclusão dos CESE, no certificado e no diploma constarem a expressão "equivalência a licenciatura": por um lado, solicitava-lhe que verificasse se não é essa a designação que aparece nos certificados das universidades privadas; por outro, parece-me muita tonteria e complexo de inferioridade invocar tal argumento... até porque, me parece uma escolha para pior, pois, presumo que os cursos de licenciatura do ISEL sejam automaticamente acreditados pela Ordem (como pode verificar em http://www.ordemengenheiros.pt/Default.aspx?tabid=511&pid=0).
Faz sentido que se troque um curso com acreditação por um sem acreditação... apenas porque não gostaria de ficar apenas com uma "equivalência a licenciatura"?!?

6. Parece que, segundo dizem, o Certificado de Habilitações que (alegadamente) o sr. PM entregou e cujo original está na posse da Câmara Municipal da Covilhã é assinado pelo Reitor Prof. Doutor Luíz Arouca a "96/08/26", tem no rodapé da pagina os contactos da UnI, a morada com o Código Postal 1800-255, Tel.: 351 21 836 19 00 e Fax.: 351 21 836 19 22 e o http//: www.uni.pt.
Como pode ser possível que já nessa data a UnI usar papel timbrado com normas que só viriam a ser adoptadas em 1998 para o Código Postal e em 1999 para os Números de Telefone?!?
E quando a UnI nem tinha ainda internet instalada, quanto mas um site?!?
Se é verdade, esta seria a "suprema barraca"!!!

Abraço,

Velho Amigo

Como está senhor arquitecto paisagista hidráulico?



Do Record de hoje (clicar para ler melhor).

Uma nova oportunidade


Boa onda 2

A revista Cais de Abril é em boa parte preenchida com ilustração e Banda Desenhada.
E a causa até é boa.
Desta vez não precisam de fechar os vidros nos semáforos em Lisboa e fingirem que não v~eem os vendedores.

Boa onda

A Feira Laica.
Cuidado com as ideias pré-concebidas.
Laica também foi uma cadela famosa.

Acho que isto vai cheirar ainda mais mal !


O Concelho da Moita, com as descargas de efluentes urbanos directamente no rio, como é o caso do Cais Velho de Alhos Vedros e na Moita com o seu espelho de merda, vem acrescer agora o facto do pedido de limpeza das bostas cavalares pela AEM, à CMM, ter sido indeferido pelo presidente, João Lobo numa atitude que se pode designar literalmente de mandar a AEM à merda !
Acho que isto vai cheirar ainda mais mal do que actualmente, por isso o AVP, vai comercializar as máscaras AVP que assim irão minorar o problema de maus cheiros neste concelho, à beira-merda plantado.



Ao que nos diz o Mira, ...a unica reunião que houve com o presidente durou 2 minutos porque ele não quis a reunião gravada e nunca mais houve nenhuma

sexta-feira, abril 13, 2007

Falta de explicação

Coisa mais estranha é o consenso pantanoso que se começa a gerar em torno da questão dos deslizes curriculares de Sócrates.
Agora o que fica bem é dizer que a coisa está explicada, que é preciso avançar e governar o país.
Acho natural esta argumentação em gente como Jorge Coelho, António Vitorino, Francisco Assis e tudo aquilo que orbital em torno de um PS central.
Até quase percebo o mutismo do outro PS e de boa parte do centro-direita.
Já mais estranho acho que o mesmo argumento tenha sido usado por representantes das forças partidárias parlamentares à esquerda do PS.
Porque alegar que se deve esquecer isto para que o Governo possa governar o país significa um par de coisas:

a) Que afinal isto estava a afectar a governação do país.
b) Que a governação estava a ser boa, pois deve prosseguir.

E é este tipo de coisa que não percebo. Então se bloquistas e comunistas se assanham todos contra as políticas deste Governo, depois alegam que os devem deixar em paz a governar?
Afinal parece-me que todos têm telhados de vidro e adoram este imenso lodaçal em que caiu a vida política.
O melhor é não mexer muito, para que a lama não atinja mais gente.
Resta saber quem anda com rabos de palha nesta matéria.
Eu tenho cá umas ideias, mas depois dizem que eu sou maledicente.
Mas pelos vistos do que a malta gosta mesmo é do pântano.

Explicação

Leio a consternada nota de imprensa da Comissão de Freguesia do PC por causa da falta de cobertura televisiva da sua VII Assembleia Reginal.
Não percebo o espanto.
A explicação é simples.
Informadas do programa de festas, as redacções perceberam que iria existir um discurso de João Lobo às massas presentes.
Ora atendendo ao desenvolvimento da sua passagem de conçiênçia trankila nos ecrãs da RTP quando da cobertura do caso das Fontaínhas, ninguém estará muito interessado em gastar tempos, meios e dinheiro para obrigar repórteres e audiências a morrerem de tédio.

Novo Curso da UnIA


Mantorras é o novo professor do Curso de Licenciatura; "Técnicas de Condução Adiantadas Viárias" que pretende dar possibilidade a todos os licenciados de puderem conduzir em todos os Países do Mundo, Sócrates já se inscreveu nesta nova cadeira da UnIA e pretende com isso aumentar em mais quatro anos o seu curriculum universitário.

Universidade Independente de Angola


Há soluções para tudo, para os docentes e corpo Admnistrativo e até funcionários que gostem do calor tropical e de espeleologia e mineração, podem sempre ir para a Universidade Independente de Angola continuar os seus cursos...

Retrospectiva - 4 Anos



Para estômagos pouco sensíveis.

Publicidade ROCK


Os MACE vão estar a tocar ao vivo dia 14 de Abril, pelas 22H00, no RockLab (Moita).

Aparece !! A noite conta ainda com a actuação dos The Resignation

Entrada: 2€
O download das músicas da nossa Demo/Promo (Bagdad) já se encontra disponivel (aqui).
Descarrega, ouve e partilha, estás em casa. Deixa-nos a tua opinião/comentário Rock on

Abraço dos MACE

Então pronto, não se fala mais nisso

Ontem à noite, no debate sobre O Estado da Nação, os representantes do PC e do Bloco de Esquerda, com esta ou aquela ressalva para cobrir a retirada, declararam-se praticamente felizes e satisfeitos com as explicações do Primeiro-Ministro sobre a trapalhada da sua vida académica.
Fosse Santana Lopes ou Portas e se veria o escândalo e o alarido.
Nestas questões, que são de carácter e transparência da conduta pública, não deveria existir Esquerda nem Direita.
Apenas vergonha na cara ou não.
E na falta de exemplo vindo de cima, alguém com autoridade, moral e política, para a tentar fazer vingar.
O problema é que ela é escassa em todos os lados.
E por exemplo em matéria de Bloco as trapalhadas nesta matéria de alguns "vultos" são mais do que socráticas ou platónicas, são mesmo maquiavélicas.
Por isso, é melhor não fazer muito barulho.
Não vá alguém começar mesmo a escavar e surja toda a procaria à superfície.
Isto é que é o verdadeiro "sistema".

quinta-feira, abril 12, 2007

I know nothing



Já está quase tudo a ficar tudo esquecido.
Vários opinadores parecem achar que já não vale mais a pena.
Outros mais importantes acharão que o puxão de orelhas foi suficiente.
Se até o missionário apocalíptico Louçã, o justiceiro do casaco e espada, já disse que está esclarecido, é porque tudo está esclarecido.
O pântano vai deixar de fazer grandes ondas.
Há negócios por fazer.
Obviamente!

A dupla maravilhosa


Lá está o amigo "de sucesso" da Margem Sul

Do Portugal Diário (via mail amigo)
Empreendimento de luxo projectado para Rio Frio

«A Herdade de Rio Frio, concelho de Palmela, deverá receber um dos maiores projectos turísticos de luxo a nível nacional, nos próximos anos. Recorde-se que o Rio Frio foi a localidade que, lado a lado com a Ota, se bateu para receber o Novo Aeroporto de Lisboa. Mas devido à questão «ambiental» acabou preterida para receber a infraestrutura. Recorde-se a pergunta deixada no PortugalDiário por Reis Borges, conselheiro de Obras Públicas e Transportes jubilado: «Será que tudo isto é para urbanizar Rio Frio?».
Segundo informação recolhida pelo PortugalDiário, o empreendimento irá ocupar cerca de 1500 hectares e quer aproveitar a barragem da Venda Velha para desportos náuticos. De acordo com algumas notícias publicadas em 2004, o número de moradias, com jardim, a construir ainda não estava definido. Todavia, Emídio Catum, um dos rostos do projecto, terá garantido que «as manchas de montado de sobro, eucaliptal e pinhal» se iriam manter.
Em declarações ao PortugalDiário, um membro da Quercus afirmou que a associação ambientalista já tinha conhecimento do empreendimento e pretendia acompanhar todo o processo. Até porque, disse a mesma fonte, «se tinham sido contra a construção do aeroporto em Rio Frio para protegerem o leito do Tejo e montado de sobro, não tinha lógica deixarem construir um projecto daquela natureza».
Mas o nome de Emídio Catum não é totalmente desconhecido da Quercus e das gentes de Setúbal. Ele é administrador da Pluripar, a holding ligada à «Nova Setúbal», que se envolveu na polémica de abates de sobreiros, devido a uma mega-urbanização de sete mil fogos. Projecto que teria sido aprovado por um executivo socialista.
Desta forma, a dúvida levantada por Reis Borges, especialista em planeamento aeroportuário, tem resposta positiva. Há, de facto, planos para urbanizar a Herdade de Rio Frio. Um negócio de milhões.»

O Antropólogo lá da "terriola"

Confesso que gostava de conhecer pessoalmente o técnico camarário, licenciado em Antropologia, Vítor Pereira Mendes.
Gostava, a sério que gostava.
Porque apenas por via da leitura a coisa realmente não dá.
O misto de peneiras, três pós de cultura geral e muita dissimulação são uma combinação de demasiada moitice para ser verdade.
Nesta semana, no Jornal da Moita, depois de umas deambulações histórico-culturais decide alfinetar - se é que bem percebi a coisa - alguns "vanguardistas" de Alhos Vedros (claro que ele não nomeia ninguém, mas é dos que é contra as insinuações e ataques anónimos, coerências antropológicas, eu sei...) por aparentemente se terem chocado com uma performance meio-nudista durante a Quinzena da Juventude. E fala de AV como "terriola", o que é certamente um tratamento carinhoso e próprio de um ex-autarca moiteiro.
Nada que não se esperasse de tão caricata figura, sempre pronta a colocar-se em bicos de pés, para não dizer em pontas, porque pode dar-se a mal-entendidos.

Mas sobre a substãncia disto, apetece-me ainda escrever mais algumas coisas:

a) Em Alhos Vedros não existem "vanguardistas". Quanto muito há admiradores de rectaguarda. Se VPM se está a referir a quem eu penso, nem há 25 anos foram vanguardistas, quanto mais agora que estão instalados na vida e são adeptos do politiquinho correctinho.

b) A performance com os corpos e não sei quê também não é vanguardista, pois isso é coisa que já se faz desde os anos 60 e fez escola nos anos 70. Não assisti, ouvi falar, não posso avaliar da cólidade cóltural, mas nem me choca nem deixa de chocar. Antes pelo contrário.

c) VPM poderia ter a capacidade de enfrentar os seus demónios e, em coerência, nomear do que fala, pois ele é daqueles que manda os outros dar o nome aos bois, mas ele dá dois passos atrás e só se fica por insinuações ressabiadas.

d) Quando é que é criada uma Ordem dos Antropólogos para certificar os títulos? É que escrever sobre boiadas e recolher fotografias não chega para ser "engenheiro das antropologias".

Mas continuo na minha. Preciso mesmo de ir à DASC conhecer esta luminária do saber e da denúncia do vazio cultural.
E que não se queixe de ataques "anónimos", porque o que faz é exactamente uma versão do mesmo porque ataca sem nomear os atacados, para sempre poder dizer que foi mal entendido.

Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 6



Aqui está o homem das grandes obras, o iniciador da obra desnecessária de grande valor mas utilidade nula.
Ainda aí hoje temos o Dique da Lama em homenagem ao carácter visionário deste político local, já aposentado por causa do muito cansaço, na mesma leva do outro Presidente.
Tudo malta muito esgotada pelos almoços, digo, pelo trabalho.
De qualquer modo o título justifica-se porque a obra do Dique foi a pedra de toque do regime moiteiro para o futuro em matéria de política redistributiva da riqueza, numa modalidade quase madeirense.
Faz-se uma obra pública de aparato que se vem a descobrir não servir para nada do anunciado - o reperfilamento da Marginal é apenas outro episódio desse tipo de política - redistribuindo-se os dinheiros públicos captados por muitas e desvairadas gentes, sendo que a arraia miúda fica só com os tostões e passado algum tempo se recomenda a demolição da obra e substituição por outra, para que o ciclo se reinicie.
E assim se chega alegremente a Presidente da Assembleia Municipal, nos intervalos das viagens à estranja com os antigos colegas do trabalho que tanto o desgastou e fez aposentar.

quarta-feira, abril 11, 2007

Também vos posso dar música?



Não é grande coisa, mas evoca e recicla uma boa memória e eu passei mesmo agora mais de uma hora a ouvir bem pior.
Os Grandes Comunistas do Concelho que esperem por amanhã.
Afinal, de acordo com a nossa sondagem nem sequer existem ou somos mesmo nós!

Ganda Negócio



Por apenas € 4,99 um tipo pode ouvir moedas de 1 cêntimo a cair a 10 metros de distância!!!
Maravilhoso, melga!!!
Bastaque apenas 500 criaturas distraídas deixem cair, num raio de 10 metros, moedas de cêntimo para um tipo conseguir recuperar parte do investimento.
Só parte, é claro, porque depois é necessário comprar lentes de contacto ou óculos para achar o sítio exacto do chão onde caíram as moedas.
Melhor do que isto nem na loja do asiático!!!
Melhor que isto só mesmo os livros que ensinam a ser rico em 10 lições, escritos por tipos sem saber onde cair defuntos.

AVP Musical



Nicolle Willis and the Soul Investigators, música e vídeo de 2007, believe it or not...

Maldades...

Ando a divertir-me que nem um jornalista no dossier académico do Sócrates a descobrir o valor dos blogues locais.
E então não é que há alguns que valem, como é que eu hei-de colocar a coisa...
...
...
pronto, eu digo
...
...
ZERO.
...
...
E nem é preciso ir até à Baixa, podemos mesmo ficar pela nossa terrinha.
E nós até vamos lá visitá-lo e coiso.
E é bom rapaz.
Mas aquilo realmente é curto.
Muita parra.
Mas sem uva.

Quanto ao resto, o JJCN e o Brocas, que está de novo bastante activo, não andam nada mal.
O que é mais do que merecido.

Nacional e Local

A entrevista do nosso D. Socras I hoje à noite na televisão pública tem tudo a ver com a nossa situação local, parecendo que não.
Tanto pelo contexto, como pelo desfecho.
Porquê?
Antes de mais porque toda esta agitação resulta, por um lado, do embelezamento de certos factos e, por outro, da enorme ânsia de controlar o fluxo de informação para o público.
Em Lisboa como na Moita existe a paranóia do controle da informação, da definição da agenda política e da domesticação da opinião pública.
O que devia ser público e transparente é opaco e alega-se de foro restrito, o que devia ser uma relação salutar com os eleitores é encarado com desconfiança, alegando-se as vitórias eleitorais maioritárias como argumento de autoridade, por fim o que devia ser suportado como uma natural busca pelo conhecimento dos factops por cidadãos e comunicação social é apelidado de manobras com intuitos ocultos (lá é a OPA fracassada do Belmiro, o ataque aos privilégios dos jornalistas, aqui são os "interesses" de quem ousa protestar, a insinuação de "pagamentos"). Até a inimiozade ao Público, como elemento do grupo empresarial Sonae, é semelhante pois surge depois de boas e cordiais relações anteriores.
Mas não deixa de ser curioso - e triste - que o poder moiteiro e a sua mentalidade tacanha de cerco seja a mesma de quem nos governa em Lisboa.
Afinal há muito que afirmamos que o AVP, sendo inimigo figadal do poder moiteiro que a circunstância nos serve, encara-o como uma metáfora e a formulação local de um certo Portugal político provinciano, dissimulado, vaidoso, autista, arrogante, mas profundamente ignorante e desrespeitador das regras básicas da democracia e da defesa do interesse público.
Terreiro do Paço e Praça da República, duas margens, dois níveis de governação, uma única visão mesquinha do mundo e da vida política.

Clássicos 1 euro



No Feira Nova.
Também os restos de colecção do Blueberry e Spirou, mas esse mais carotes.

O AVP na bolsa

O Arre Macho publicou a sua cotação e o AVP, curioso, foi saber quanto valia, não sei quais são os parâmetros de avaliação e será apenas uma uma brincadeira, mas está aí o resultado:

Afinal é mesmo Engenheiro



E aqui está o cartão que deve ser hoje mostrado na RTP para acabar com todas as dúvidas.

Lembram-se da minha embirração?

Com aquele afamado "antropólogo", político local da nossa praça, por usar um título de forma despropositada?
Tem tudo a ver com esta do "engenheiro" José Sócrates.
Se calhar agora há quem ande a criticar o Sócrates, mas na altura achasse que eu era um mal intencionado e mauzinho com o rapaz das antropologias.
É que uma coisa é ser-se licenciado em Direito, Filosofia, Biologia ou Química e outra ser-se advogado, filósofo, biólogo ou químico.
Este tipo de peneirices, deste colocar em bicos de pés acontece geralmente em duas situações: curteza de currículo e provincianismo.
É o caso de Sócrates, mero aparelhista partidário, como tantos outros que andam aí.
Ele deveria "orgulhar-se" de 25 anos de "engenharia partidária".
E ninguém contestaria o título se até dissesse que era doutorado.
Armar-se em engenheiro só me faz lembrar outros casos de politiqueiros saloios para quem tudo serve para colher o "senhor doutor" nas conversas.

terça-feira, abril 10, 2007

Estranhos poderes


Mas sou eu que ando confuso com os ideais comunistas libertários, ou isto é tudo uma grande mentira que o PCP nos tem vindo a fazer desde sempre ?
Como se pode utilizar os cravos e a data da revolução do 25 de Abril, para patrocinar uma romaria que leva uma imagem de uma santa, cristã e católica , num andor a cavalo por serros e valadas , da Moita da Estremadura a Viana do Alentejo com o intuito civil e naturalmente religioso recriado a partir duma ideia do Sr. Mira da AEM, porque lhe apeteceu e porque é divertido ter um grupo de malta a cavalo que se desloca em grupo, bebe uns copos e passa umas belas horas em agradável companhia, porque se isso não acontecesse, não teria havido a segunda edição do evento e já vai na sétima...

Que poderes são estes, da Moita e de Viana que se dão ao trabalho de roubar as ideias dos outros, e vomitarem-nas com um sentido pérfido de utilização dos símbolos do 25 de Abril.

Que partidos são estes que compõem a CDU e deixam isto acontecer !

É obviamente injusto!

Fecharem uma Universidade que tinha um curso tão interessante como o de Licenciatura em Gestão e Administração Regional e Autárquica!
O corpo docente era de reconhecido mérito.
Não sei onde, mas na casa de cada um devem ser pessoas bem estimadas.
E nem é de estranhar que acumulassem cadeiras e mais cadeiras em três ou quatro cursos diferentes.
Pensando melhor, se era aqui que tiravam o curso muita coisa se explica...

Deixa-me rir... II



E no corpo docente desse ano quem lá encontramos? Marques Mendes!!!

Deixa-me rir...

Este texto de um dos elementos da Provedoria do Leitor (quantos são? mais do que os próprios jornalistas?) do portal notricioso Setúbal na Rede.
E é especialmente interessante se for comparado com a prática dopróprio órgão de comunicação a que pertence e se compararmos os seus títulos com os de outros portais da região.
E então se procurarmos matérias de investigação própria, que não passem de um tratamento leve dos comunicados que lhes são fornecidos, ainda mais ridículo fica.
Alguém se lembra da última vez que o SRede publicou uma matéria de investigação jornalística exclusiva e inédita?

Os Engenheiros da Treta

Nesta santa terra que é Portugal cheia de ignorantes, muitos deles diplomados, nada como exibir um título para fazer parecer que o disparate tem fundamentação académica.

Antes de haver treinadores com licenciatura específica na área do Desporto, que alarido cada vez que um deles tinha mais do que a 4º classe e o neurónio da ordem à Jaime Pacheco.
Curiosamente esta saloice teve principal exemplo a norte com duas passagenms pelo FCP, com Artur Jorge, o "poeta" que até tuinha um curso de Coimbra, e com fernando Santos, o "engenheiro do penta".
Como treinadores bem sabemos que o que valem é muito relativo e a licenciatura e títulos de poucos lhes serviram.

Na política, o provincianismo é igual e qualquer labrego que tenha passado à porta de uma Universidade é shôr dôtor e se lá entrou para ir tomar uma bica com um amigo é mestre e então se chegou a espreitar a casa de banho é logo doutorado.
José Sócrates é apenas mais um daqueles políticos que, quando chegou ao governo depois de uma carreira de aparelhista como tantos outros aspirantes, decidiu transformar um bacharelato digno em algo mais.
Mas em vez de optar pelo caminho difícil de uma instituição pública com prestígio, preferiu ir para uma Universidade de criação recente e, como as outras, ávida de ter alunos "destacados".
O homem até pode ter feito exames, ter andado por lá, terem-lhe lançado as belas notas e passado um diploma, se foi ao Domingo ou a 30 de Fevereiro não interessa.
A dúvida que ficará sempre é que - com os testemunhos credíveis que tem de tal presença - todos teremos o direito a duvidar da lisura do processo e se eles fez exames, se já não saberia o resultado do jogo ou se, como eu sei que se passava em muitas universidades do género na mesma altura, todas auditadas e tudo o mais, se pela porta do cavalo não era dada a hipótese de corrigir os espalhanços da prova original.
E, por muito que venham alegar imensa honradez e transparência, dificilmente me convencerão que uma licenciatura se faz com quatro cadeiras dadas por um professor que fazia parte também do governo PS, que só mais um aluno da turma diz ter conhecido, e uma outra pelo próprio reitor que ditou as regras da equivalência.
Desculpem lá, não me gozem, o gato está todo de fora.

segunda-feira, abril 09, 2007

Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 5



Em boa verdade esta candidata só aqui está para cumprir a obrigação de incluir - a bem do politicamente correcto - uma senhora.
Já incluimos um afro-europeu e estivemos quase a incluir uma pessoa da chamada 3ª via, mas depois ainda nos caía em cima a polícia dos bons costumes.
Quanto ao essencial, não posso fazer qualquer ideia sobre se a nossa Presidente da Junta é comunista ou não, porque não detecto qualquer tipo de acção que lhe possa assacar de muito concreto que me permita avaliar se o é, ou não.
Acredito que seja, pois já há muito que vai ocupando cargos com a aparente simpatia do partido a que pertence.
Mas fora isso, não faço a mais pequena ideia.
E aliás isso até se nota na votação da nossa sonmdagem, em que vai em penúltimo lugar com 2 votos, só à frente do João de Almeida e muito longe da liderança que vai sendo disputada entre a hipótese de já não existirem comunistas no concelho (15 votos), o Leonel Coelho e o Manuel Madeira (13 votos cada). Até nós aqui do AVP temos muito mais votos (10 votos, num actual 4º lugar inesperado). Maior demonstração de irrelevância nesta matéria é difícil.

Talvez sim, talvez não

A entrevista concedida por Vítor Cabral a O Rio e já disponível online tem alguns detalhes interessantes, desde logo por parecer mesmo uma entrevista dialogada e não aqueles depoimentos escritos que são típicos de algumas outras personalidades.
Quanto ao conteúdo, alguns reparos:
  • VC elogia a política cultural da CMM, sendo que aqui no AVP ficámos algo confusos por não sabermos sequer se essa política existe.
  • Já quanto à desmontagem das desculpas do poder moiteiro quanto à não concretização de obras por falta da comparticipação do Poder Central, VC faz bem em sublinhar que algumas das bandeiras do regime eram obras em que essa comparticipação não estava prevista ou era mínima.
  • Quanto ao PDM, nota-se que o PS foi a reboque dos acontecimentos, em parte por não ter um modelo de desenvolvimento alternativo, também tendo inicialmente subestimado a tenacidade do movimento da Barra Cheia/Várzea da Moita. Em, boa verdade, só com a cartada do pedido da inspecção do IGAT é que o PS passou a marcar alguns pontos na agenda política local, que há muito tinha fugido - e pela 1ª vez desde sempre - do controle dos agentes políticos formais.
  • É complicado afirmar-se que, devido a um eventual chumbo do PDM, "algumas coisas que já estavam tacitamente aceites podem sofrer um recuo e está criada uma situação que irá atrasar o desenvolvimento do concelho", porque isso é validar parcialmente a ideia de que este PDM trazia progresso ao concelho. Ora travar este PDM é que é um progresso, pois trava, talvez até tarde demais, uma política de facto consumado de dormitorização e descaracterização.
  • Por fim, e por agora, percebe-se que em torno das novas instalações para a Escola Secundária da Moita se andam a jogar muitos truques por debaixo da mesa, de parte a parte. Seria mais interessante que a DREL abrisse o jogo claramente e a Situação local se deixasse de abaixo-assinados que não servem para nada, sem ser para agitar as massinhas (que as massas andam por outros lados).
À moda do professor Marcelo, esta entrevista leva um 13 pelo conteúdo e um 15 pelo facto de VC acabar por ser a única face visível do PS a nível local, já que os outros só aparecem em ocasiões festivas para a fotografia ao lado das visitas de circunstãncia. Nos meus tempos dava para dispensar de ir a exame, o que já não é mau de todo.

Mais vergonhoso do que o penálti...

... assinalado pelo Lucílio Baptista, o habilidoso de Setúbal, é um relator televisivo ver as imagens mais do que evidentes do outro habilidoso Simão, e ainda achar que na sua opinião é penálti mesmo.

Beira-Mar, os da Beira-Rio, te saúdam !


Benfica empata no campo do Beira-Mar, ouvem-se cânticos nos céus e o campeonato agora está mais emocionante.

Obrigado, Aveiro !

E agora a bela musiquinha



Last Days of April, Who's on the Phone

Atrás de mim virá...

Do Público:
«Santana Lopes desafia Sócrates a esclarecer licenciatura no Parlamento
Pedro Santana Lopes considera que o primeiro-ministro deve ir ao Parlamento explicar a polémica em torno da sua licenciatura. Na sua crónica semanal na rádio TSF, o ex-primeiro-ministro critica a oposição por se contentar em ouvir as explicações na televisão.
Depois de amanhã, o primeiro-ministro será entrevistado na RTP pelos jornalistas José Alberto Carvalho e Maria Flôr Pedroso.
"Numa democracia consolidada e madura, faria sentido que as explicações que o primeiro-ministro entende dever dar fossem prestadas em primeiro lugar à Assembleia da República. A natureza do assunto, depois de ter sido levantado pela comunicação social, aconselha a que seja tratado com devida serenidade e com toda a dignidade institucional", defende Santana Lopes.
O ex-primeiro-ministro não poupa críticas à oposição — incluindo o seu partido — pelo silêncio em relação a esta matéria. "Pelos vistos, os partidos da oposição secundarizam também o Parlamento. Preferem ouvir o primeiro-ministro na televisão", disse."Depois queixam-se da mediatização da política ou da falta de respeito pelo Parlamento", concluiu.»

Divulgação III


Caros Amigos, a alquimia aconteceu e na gama de cores da AAG, surgem agora o ouro e a prata.
Comentários Moderados, o que é isso? Inépcias Bloguísticas e pedido de desculpa aos comentadores...
O renascido vidrado da Cerâmica Constância, agora encontra-se dísponivel na Azulejaria Artística Guerreiro

Estas são as novidades que pode ver no Blog "Notícias-AAG-News" !

Saudações de Luís Cruz Guerreiro

Divulgação II

Exmºs Senhores
Bom dia

Convidamo-vos a visitar os sítios e a conhecer as notícias e artigos seguintes:

Como é de muitos sabido, temos em mãos uma importante iniciativa, a Conferência da Moita sobre a Política dos Solos, a realizar na Moita a 19 de Maio 2007.Por favor, veja:

Conferência da Moita sobre a Política dos Solos , Notícias síntese em http://moita19maio2007.blogspot.com/

Um por todos, todos por um , Notícias mais desenvolvidas sobre a Conferência em http://umportodostodosporum.blogspot.com/

Várzea da Moita , Fórum de Cidadania em http://varzeamoita.blogspot.com/

Poderá ainda ver:

Subestimaram, lá isso subestimaram...
Do director de O Rio:
«Nunca antes no concelho da Moita se tinha assistido a um movimento de cidadania a sério, como é este da Várzea da Moita, em torno da contestação à revisão do PDM, mais concretamente, às alterações e desafectações nas áreas de REN, no concelho.
In Alhos Vedros ao Poder com Artigo aqui.

Corrupção, clientelismo e arrangismo
In Viver Alhos Vedros com Artigo de O Rio citado em AVP aqui.

Um estilo diferente...
In Viver Alhos Vedros com Artigo aqui.

Alhos Vedros
In Viver Alhos Vedros com Artigo aqui.

Parlamento Europeu apresenta diagnóstico…
... preocupante sobre o Urbanismo em Espanha, aqui mesmo ao lado
Un informe del Parlamento Europeo presenta el urbanismo en España como el "expolio de una cultura"
(El País, 28-3-07). Ler artigo completo aqui .

In O Plano da MoitaForum da Revisão do PDM


Se sentir necessidade, escreva-nos para
varzeamoita@gmail.com

Cordialmente
9 Abril '07

Divulgação

O blog da VII Romaria a Cavalo, aquela que é mais tradicional.

domingo, abril 08, 2007

A Coelhinha da Páscoa



Amanhã isto volta à anormalidade.

Grande Tom


Lie to Me

Enquanto trocava ovos de Páscoa...

... com alguém muito amigo e que participou na AORS do passado fim de semana em Alhos Vedros fiquei a saber algumas coisas sobre a imagem e desempenho de um certo alguém no evento.
  • Quanto ao desempenho, o discurso foi qualificado de muito fraquinho.
  • Quanto à imagem parece que anda muito chamuscada e apesar do relativo show off pela organização do evento, o isolamento regional é crescente.
Aparentemente, quando tiver de cair, ninguém se preocupará em segurá-lo.
Algo que já se sabia, mas é confortável confirmar.

sábado, abril 07, 2007

Vitória sofrida do Sporting


Vitória sofrida com o Braga e com um som de fundo ruidoso, de alguém nítidamente alterado que gritava palavrões nas entrevistas em directo, devia ser algum adepto do Braga que está exilado em Braga...

O Filme AVPê da Semana


Grande elenco.
Filme adequadamente disparatado.
E na parte final do trailer aparecem dois moiteiros: um leva um par de palmadas no traseiro, o outro, bem, o outro, parece ser das forças da autoridade.

Alhos Vedros no Mapa

Por boas razões e graças ao um amigo, o azulejista Luís Guerreiro (vem na lista):


Nada de bois, apenas artesanato do bom, daquele que não interessa promover pelas entidades locais mas é reconhecido além fronteiras moiteiras. Aliás a autarquia parece ter-se interessado no projecto, ao contrário da do Barreiro.

Só não o designámos para o concurso Os Grandes Comunistas do Concelho porque ele diz que não é mesmo, mesmo comunista (eu acho que é!) e só é mais velho do que um dos editores do AVP e assim não cumpre os mínimos olímpicos para ser admitido no certame.
Isto é a promoção descarada de um amigo?
Claro que é!!! E depois?
Alguém tem problemas com isso?

As boas ou as más notícias?

Sobre a situação no Vale da Amoreira.
Primeiro as más, do jornal Margem Sul de ontem:


Agora as boas, do Expresso, também de ontem:



E depois ainda dizem que a imprensa nacional não é amiga!

sexta-feira, abril 06, 2007

Exclusivo AVP - Os Hinos das Romarias

1.
HINO À ROMARIA DE ABRIL
(musica da "Grândola Vila Morena")
.
Ó Moita, vila serena
Capital da' romarias
O Lobo é quem mais ordena
E o resto são fantasias
E o resto são fantasias

Na terra da' romarias
Touros, tinto e aguardente
Venham sempre cá p'rá gente
O Moita ribatejana
Capital da' romarias

Em Abril vou p'ra Viana
C'os compadres e c'as tias
C'os compadres e c'as tias,

Camaradas, mais o andori
Santa Catarina Eufémia
Rogai por mim, pecadori

2)
HINO À ROMARIA DE MAIO
(musica da "Meninas da Ribeira do Sado")
.
Estrala a bronca
A romaria vai no adro
Arrebenta, fica tudo lixado
N'á ninguém que monte mais bem
Qu'ós romeiros
Com o Mira ao lado

Romaria da Moita em Maio é que é
Nem que me arranquem as unhas dos pés
Ferra o casco, mete a sela, monta a mula e vem
Vem atrás do Mira que te fica bem
Se a Charanga não vierEu não vou também
Pai, filho e mulher
Acham que assim tá bem

Romaria da Moita em Maio é que é
Nem que me arranquem a sola do pé
Romaria da Moita em Maio é que é
Vem atrás do Mira qu'assim é que é

3)
HINO DA ROMARIA FLUVIAL DE JUNHO - CÍRIO DOS MARÍTIMOS
(musica da "Molhei o pé")

Fui à Moita vêr o rio e puz o pé
Molhei a meia, puz o pé,
Molhei a meia, puz o pé,
Molhei a meia

Fui c'o Prof. na canoa e balancei
E quase, quase me afundei
Mas fui no círio e gostei
Que é coisa boa


4)
HINO DA REAL REGATA REPUBLICANA - OUTUBRO
(música da "A Portuguesa")
.
Heróis do Mar, Nobre Moita
Terra valente e sem igual
Levantai hoje de novo
O Esplendor da Causa Real

Entre a espuma da caldeira
Navega sempre à maneira
Nestas águas Republicanas!
Às águas! Às águas!
Pelo Tejo a navegar
Às águas! Às águas!
Com D. Duarte a ga-gaguejar!


De autor inspirado mas anónimo
(os links para as músicas é que está quieto, que dá trabalho)

Portugal já não anda suficientemente mal?


Era preciso uma nova música do Abrunhosa?

E logo daquelas mesmo más, de tão esganiçadas e pretensiosas, com uma letra de fazer qualquer um arrepelar a cabeleira e quase suspirar pelo Tony Carreira!!!

Dia de profunda meditação




Hoje foi para mim um dia de profunda meditação, tirando a resposta ao comentário ao FdP do pica miolos que eu desejo que tenha uma caganeira tão grande que lhe saía o cérebro pelo cú ! estive na maior Paz, celebrando a morte de Cristo, que é o que os Judeus comemoram hoje, os Cristãos é mais a Ressureição, mas eu vou comemorar ambas, porque assim ganho o Céu, de duas formas e são dois dias sem trabalhar...
Para que esta Paz Pascal se me entranhasse, contribuiu e muito, o incenso, do qual comprei uma caixa e que desde madrugada perfuma a minha casa e é ele o Incenso do Dr. Sousa Martins que comprei para me ajudar a reflectir, estou a reflectir desde as 8 da manhã e mais reflexão que isto é fumar mesmo o incenso, porque dá-me uma grande Paz, exceptuando é claro aquele comentário do ?%4# do pica miolos que eu desejo que seja empalado por um poste dos que vão servir para ser possível fazer o Aeroporto da Ota.

AV2, em profunda Paz !

Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 4



No fundo, no fundo, o Raminhos é verdadeiramente o único comunista na vereação da Cãmara moiteira.
Há uns que dizem que são, outros que acham que são e outros que apenas lá estão.
Na falta do Leonel Coelho, o Raminhos é efectivament o único vereador que ainda acreditará sinceramente em alguns dos ideais daquilo que conhecemos por "comunismo", se bem que a boa e velha tradição da UDP de alinhamento pela Albânia deixe um pouco a desejar.
Mas antes isso que nada.
O facto de nos ter obrigado a votar num quadradinho a seguir à expressão "Bloco de Esquerda" foi coisa de difícil digestão, mas lá fizemos como o velho Cunhal quando votou no Soares.
Em boa verdade nós gostamos pessoalmente do Raminhos e por isso até votávamos nele - pelo menos uma vez - mesmo que ele se candidatasse pelo POUS, um outro partido que ainda tem comunistas lá dentro.
O problema é que ele acaba por sentir-se mal no meio de tantos pretensos comunistas que conhece desde pequeninos e que viu crescer e, com aquele jeito de querer que todos se dêem bem numa sociedade fraterna e sem classes, por vezes falta-lhe a vontade para dar o murro na mesa e fazer a malta perfilar-se em sentido.
Mas não se pode ter tudo.

quinta-feira, abril 05, 2007

Já lá vão os tempos...

... em que o vereador Luís Nascimento era elogiado pela Situação como alguém modelar na forma como agia e fazia os tão apreciados requerimentos.
Houve mesmo aparelhistas amoitados que escreveram loas a seu respeito.
Depois começou o shôr presidente a tentar enxovalhá-lo pessoalmente, usando vários adjectivos e substantivos de fino recorte moiteiro.
Agora já o tratam como aos outros, abiaxo do rabo do cão, não lhe respondendo aos tais requerimentos e sonegando-lhe informação.
E ainda falam em Abril, Democracia, Liberdade e Cidadania.
Pelos vistos parece que se sentem desagradados por uma pessoa exercer o seu mandato e não ficar quietinho de cabecinha a dar a dar.
E o vereador Luís Nascimento faz bem em manifestar a sua indignação no Jornal da Moita
Não fosse ele mais novo que os editores do AVP - critério mínimo para acesso ao concurso - ainda o escolhíamos para um dos Grandes Camaradas do Concelho.
E acho que ele nem levaria mal.

O que me começa a incomodar é que depois de perturbados pelo Vítor Cabral e pelo Luís Nascimento, os situacionistas pareçam continuar tão calados em relação ao nosso amigo Raminhos.
Querem ver que nos enganámos!?

Fedorentos ao Poder. E Gatos também!!!


Afinal acho que o nosso Primeiro-Ministro sempre é Engenheiro

Agora já percebi o problema curricular do Sócrates…

1) DESCRIÇÃO DE MOVIMENTO HARMÓNICO SIMPLES PARA ENGENHEIROS :






2) PARA NÃO ENGENHEIROS:


quarta-feira, abril 04, 2007

Os Grande Comunistas do Concelho da Moita # 3



Não conhecemos pessoalmente O Broncas, blogueiro do vizinho e moitense Arre-Macho.
Nem isso interessa nada.
Mas isso é apenas para explicar porque não temos foto dele actualizada, mas apenas esta aí de finais dos anos 70.
Mas gostamos dele na mesma.
O que sabemos, pelo que dele lemos, é que deve ser mesmo um dos últimos comunistas da sua geração que ainda acredita que o PCP da Moita é formado por proletários e que há esperança de regeneração do poder moiteiro.
A sua prosa inflamada e entusiasmada faz-nos recuar para tempos heróicos, de muita luta e muito suor, muita pomba assassinada e muitos amanhãs que cantavam (mas que deram músicas muito desafinadas).
É alguém que ainda tem a pureza proletária no coração, mas que parece não ter percebido que à volta dele já estão noutra: desde os que já se reformaram e estão bem na vida aos que se querem é amanhar na vida.
Mas pela sua ingenuidade resistente, nós gostamos e respeitamos O Broncas.
Quase tanto como o Leonel Coelho.
Porque eles nos fazem lembrar que a História está sempre presente.
E que um Museu pode ser um estado de espírito e não necessariamente um lugar.

Há vidas assim!

Existe um divertido e algo onanista anónimo que parece tirar especial autosatisfação ao polvilhar o AVP de pseudo-comentários colocando em causa a sexualidade de um ou de todos os editores do AVP. Confesso que ainda não percebi se ele percebeu que nem sempre é a mesma pessoa a postar.
A estratégia é especialmente divertida, porque só consegue que qualquer de nós fique espantado a imaginar a tristeza de vida que alguém assim deve ter.
Caríssimo e excelentíssimo anónimo, deixo-lhe só uma pergunta: se aqui no AVP fossemos todos "alternativos" isso significava exactamente o quê para si?
Ficava mais feliz?
Ou será que é apenas homofóbico?
Qual a razão de tanto comentário soft-core, tipo Maria será que estou grávida porque fiz um broche ao cão?
Tem problemas de arousal e o verbo satisfá-lo (o som "falo" dá-lhe palpitações?)
Já lhe dissemos em várias respostas que esses problemas de personalidade que parece indiciar não os podemos resolver, mesmo que seja vocelência o "alternativo", porque a nós tanto se nos dá.
Já lá dizia um amigo meu, não me interessa se é preto ou branco, maricas ou machão, mulher ou homem, grande ou pequeno, a mim só me desinteressa se é estúpido.
Que é o seu caso, pelo que deixará de ter troco nas respostas porque dar-lhe trela é descer ao nível da sua manifesta incapacidade de ultrapassar o nível do grunho.
E não pense que estamos irritados.
Apenas temos pena que, com a sua idade e sendo quem é, não disfarce melhor.

Declaração do AV2

Persigo Nazis, não é igual a perseguir Nazis, é uma obsessão minha...cada um tem as suas, entendo ideologias e respeito-as, mas não conceitos rácicos, a minha ideia é que somos uma espécie e como tal temos de nos entender.

Não concebo uma ideologia rácica que pretenda por ser mais pura, seja ela preta ou branca, ser superior às outras que são miscigenadas como é o caso da minha, porque sou Português, aceito por isso a miscegenização que está presente na minha genética e gosto dela, por isso as teorias rácicas são-me adversárias.

Os sistemas de governos arquistas, fascismos, comunismos, democracias são passiveis de ser discutidos, alguns foram postos em prática com menor ou maior sucesso, mas todos os sistemas arquistas já demonstraram que não funcionam, porque não funcionam a partir da base e a base é o povo que está a viver no mesmo espaço cultural. Esse espaço que ocupamos é a Lusofonia, ou seja é um espaço linguístico e cultural que Portugal foi o dimensionador, mas acredito que essa realidade pode ser continuada pelos Brasileiros, Cabo-Verdianos, Angolanos...etc.Portugal tem primeiro de funcionar para os Portugueses, a seguir para os povos Lusófonos e a seguir para os outros emigrantes, mas isto só porque se deve, penso eu preservar a Cultura e a História de Portugal.

Digamos que é no fundo um neo-colonialismo cultural, agora com uma expressão mais acessível, porque sem o sentido de potência colonial presente, dado que todos os países lusófonos são Independentes.

AV2

A Beleza da Mestria

O post é este e, pronto, está aqui um link para o Banheirense.
Existe uma parte do texto que não me interessa nada que são lá os arrufos com o pessoal do PÊYESSE. São coisas entre aparelhistas de interesses vizinhos.
É lá com eles. Dizem que não fazem ataques pessoais, mas não fazem outra coisa.

Mas existe uma parte que me interessa que é aquela que se refere à construção, em termos comparativos, na Margem Sul.
Neste aspecto o mestre banheirense Nuno Cavaco faz aquilo que é nele bastante habitual, mas lamentável, que é seleccionar a informação que lhe convém, ou então pesquisa mal a dita informação e depois apresenta-a de forma simplista, para não dizer simplória.
Vamos por partes, e só pegando em algumas das pontas, de tão mau que aquilo é:

  • Apresenta dados isolados de um único ano para provar o seu ponto. Aparentemente usa apenas os dados dos Censos de 2001 (aqueles que foram tão maus, tão maus, que enfim...) ou de um Inquérito à Habitação feito nesse ano. Alguém apareceu nos comentários a dizer que são os únicos disponíveis, o que não é verdade. Basta ir ao site do INE e fazer uma pesquisa por "habitação" e temos centenas de informações, dados e quadros de vários tipos e sabores sobre o assunto. São de acesso restrito, mas o registo é gratuito. Eu já adiante incluo um dos quadros para 2004-05 só para provar que o que afirmo é mais do que verdade.
  • Os dados apresentados são em bruto (nº de prédios construídos) e sem ter em atenção outros aspectos relevantes como o que isso significa, em termos relativos sobre o que já existe (400 fogos em 100.000 é menos em termos relativos do que 200 em 20.000), não é calculado nenhum ratio sobre a população residente, nem sequer sobre a área do concelho ou a área definida como edificável. Portanto, o mestre em qualquer coisa NCavaco demonstra tudo o que não sabe ou, em alternativa, o que lhe convém não saber.
  • De forma bem rápida, verifica-se uma quebra de solidariedade perante os números de outras autarquias com a mesma cor política como o Seixal, Palmela ou Almada. Mas isso também é lá com ele, a coerência e o resto.
Mas mais do que quantidades mal contadas e apresentadas, interessam-me outros indicadores e esses, tal como todos os que nos possam interessar estão disponíveis, desde a unidade de cálculo usada pelas instituições bancárias para avaliação dos empréstimos a conceder - e aí vemos como a Moita concorre principalmente com base nos baixos custos, à boa e velha moda terceiro-mundista defendida pelo Ministro Manuel Pinho - até às condições dos edifícios construídos.

E é aí que encontramos detalhes interessantíssimos para quem queira discutir estes assuntos mesmo a sério e não como chocarrice política contra fulano ou sicrano, aquilo que acusam os outros de fazer.



O que é que nós encontramos aqui:

  1. Que entre 2003 e 2005 a Moita é um dos concelhos onde as divisões habitáveis das casas licenciadas para construção são menores (16,4m2, só superior a Almada e quase a par com Sesimbra, enquanto no Barreiro e Montiho estão acima dos 20m2), tendo diminuido em relação ás casas já constrídas (16,7m2).
  2. Que o número de reconstruções concluídas ou licenciadas neste período foi de exactamente 0%, o que demonstra o total esquecimento por uma política de requalificação urbana.

Mas há mais, muito mais indicadores e quase nenhum deles favoável ao concelho da Moita, a menos que se fique satisfeito por não se ocupar sempre o último lugar ou então se acharmos que, lá porque os outros fazem mal, nós estamos justificados nas nossas asneiras.

Conclusões óbvias: construção barata, de qualidade duvidosa e nenhuma recuperação das zonas degrtadadas. Nada que não saibamos.

O mestre Nuno Cavaco que tantas vezes se queixa por eu o tratar mal, tem agora hipótese de demonstrar, como "técnico" ou "especialista", que sabe mais do que um anónimo mal informado como eu. Porque o texto em apreço é uma verdadeira desgraça e uma manifestação de uma de duas coisas: ou uma terrível ignorância ou uma indisfarçável manipulação dos dados.

Afinal não é só por cá


Cartoon de Brian Fairrington

terça-feira, abril 03, 2007

O Cartoon do Serão para os Anónimos Rebarbados

Alhos Vedros sem representação

Cruzo-me com amigos professores agora de férias.
O que fico a saber?
Que houve, finalmente!, a escolha/eleição de um Conselho Municipal da Educação e que nem está lá um sequer representante de estabelecimentos de ensino da nossa freguesia.
Pior: parece que nem ninguém se candidatou destas bandas.
Portanto, para além de outras desgraças nem em matéria de Educação a malta tem direito a pio. Tudo malta da Baixa e da Moita.
Tudo bem. Já estamos habituados.
Pensando bem e a avaliar pelo que fizeram os últimos Presidentes de Câmara, teoricamente de Alhos Vedros, se calhar o melhor é não estar mesmo lá ninguém.

E a Carta Educativa? É agora que arranca?
Vão meter os conselheiros a trabalhar de borla, que os serviços da câmara estão assoberbados há nos para fazer a cartita?

Afinal a confusão está esclarecida

O homem até é mais do que licenciado e pós-graduado, é um verdadeiro programa universitário completo.

O NUNO ainda há uns dias atrás, lá estava...


...nos Links do Blog nazi, Suck and Smile que direcionavam para o "Banheirense" e hoje já lá não está !

-Teve medo de ser amiguinho dos nazis e pôr assim em risco a sua carreira no PCP, diga lá a verdade, ó Nuno Cavaco !

Já agora

O que é que há para actualizar em matéria de turismo na BB?
Havia alguma coisa e foi feita alguma nova que não tivéssemos percebido?
Quanto à página relativa ao Património acho elucitadiva a mensagem por lá existente.
Mas a minha página preferida é a dedicada ao Ambiente. Tem imensa erudição e sentido de humor, em especial quando diz que as ruas arborizadas totalizam 12 km. Será que uma rua de 500 metros com uma árvore conta?
Não sejam ridículos...

Ele é que é o Plesidente da Juntla

Absolutamente hilariante.
Ler esta retratação a que o fotojornalista Luíz Carvalho se parece ter sentido obrigado por pressão dos nossos aparelhistas banheirenses amoitados, por alguns escritos sobre a Baixa da Banheira.
Nada como a polícia dos bons costumes a funcionar de varapau em riste.
Por isso é que se chateiam connosco,.
Mas leiam o último parágrafo, o mais delicioso e ridículo de todos, aquele em que se percebe que alguém já quer calçar os sapatos do morto, enquanto ele ainda está vivo e bem vivo.
Antes havia o Moita, Carrasco.
Agora há o Baixa da Banheira, Carrasco.

Afinal sou assim-assim

(Psico)analisem-se aqui.
Há quem precise bem mais do que eu.

Pêlo na venta ou no sovaco?

A putativa namorada de alguém que tanto gosta de se afirmar frontal, furiosa e fulminante, parece bater em retirada de tudo isso, refugiando-se em considerações vagas sobre algo que só se percebe em código, embora nem muito elaborado. Tadinha.

Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita # 2



Durante muito tempo hesitámos em promover este concurso, exactamente porque chegámos a considerar a hipótese do prémio estar naturalmente atribuído a Leonel Coelho, o pai, a mãe, o tio, o cunhado, avó e o primo de todas e todas as comunistas do concelho, o patriarca de indicou e indica o caminho do verdadeiro comunismo.
Mas depois pensámos que era melhor legitimar a coisa de forma popular.
Pois é, Leonel Coelho é porventura o único ou um dos raríssimos comunistas activos no concelho que ainda é capaz de saber o que foi ser comunista há 50 e 60 anos em plena ditadura, quando a coisa doía a sério.
Fiel à sua obediência maoísta, à Cademia e à Feira do livro de Alhos Vedros, é militante acho que fundador e vitalício do MRPP, depois PCTP-MRPP e suplanta naturalmente, pela coerência e acção, os líderes antigos e modernos do seu partido de Arnaldo de MAtos a Garcia Pereira, não esquecendo o próprio Saldanha Sanches.
Candidato eterno à câmara moiteira, realmente já era tempo de irmos voltando a ter um comunista por lá.
Leonel Coelho é o favorito dos editores do AVP, apesar de velhas divergências, quando um de nós insistia em arrancar as fileiras de cartazes do MRPP que eram colados nos prédios e muros de Alhos Vedros à base daquela cola com água e farinha que valia muito pouco. E o hábito de os colarem em filas com os lados sobrepostos davam um imenso jeito para arrancar aquilo tudo em nome do combate à poluição visual.
Principal ponto contra: por estas bandas os murais do MRPP nunca foram lá grande coisa em termos estéticos.

B'Dia

segunda-feira, abril 02, 2007

Campeonato relançado !


A quatro pontos do Porto, resta ao Sporting em sete jogos fazer o melhor, que é ganhar, especialmente ao Benfica !

Grandioso Concurso AVP: Grandes Comunistas do Concelho da Moita


Finalmente arrancamos, mas fazêmo-lo em grande, com a apresentação do primeiro candidato, aquele que, pelo seu comportamento mais recente, afirmamos ser um verdadeiro comunista, daqueles da velha cepa que parece ainda saber distinguir o defensável do indepensável.

É verdade, falamos aqui de Manuel Madeira que tantas vezes criticámos e caricaturámos, mas que somos obrigados a dar a mão à palmatória, nestes últimos meses, pelo menos em nome próprio, tem sabido manter-se à margem de certas discussões em que o poder moiteiro - nominalmente comunista, mas na prática capitunista ou comunalista, híbrido estranho nascido os interesses do capital e da ortodoxia marxista - se deixou envolver, em virtude do seu apego a certos empresários "de sucesso", que se chegam a elogiar em sessões de vereação como exemplos a seguir.

Pela sua postura, pelo seu actual recolhimento, pela demonstração que, afinal, nem só de traulitadas vive o homem, Manuel Madeira merece o destaque de ser o candidato nº 1 a Maior Comunista do Concelho da Moita.

E, por uma vez, não estamos a ser irónicos.
Ele, melhor do que nós, saberá que este elogio é sincero.
E reconhecerá que, afinal, afinal, lá tínhamos as nossas razões há uns tempos atrás.

AVP Cóltural

Só para irritar o bom pensamento local, todo cheio de tremeliques moralistas (quem não nos conheceu que vos compre...), aqui temos a última aquisição da Cinemateca AVP, o segundo volume da trilogia das Vixens de Russ Meyer, (SuperVixens, de 1975, talvez o melhor de todos), um clássico paródico de culto dos anos 70, que arrasava por completo o pseudo-cinema erótico da época, invertendo todos os lugares comuns dos filmes de então, dos popularuchos aos pseu-eruditos que no fundo se limitavam a mostrar actrizes desnudas.
Homens desajeitados e mulheres vorazes de enoooooormes seios são o método de irrisão. Aqui em baixo fica o trailer do 3º filme da série, Beneath the Valley of the UltraVixens, o único que se achou nos tesourinhos do YouTube.

Lobo Dixit

De O Rio a propósito da reunião da AORS do PCP realizada em Alhos Vedros ontem:

«João Lobo deixou ainda a ideia de que “não nos deixaremos nem intimidar, nem enervar, nem distrair com a campanha de insinuações e calúnias lançadas a partir das posições hostis do PS, BE e PSD, contra a gestão municipal da CDU a pretexto da revisão do Plano Director Municipal”. E revelou que esta campanha “bem pode ter contribuído para que um conjunto de alterações justas e necessárias não venham a ser aprovadas pela Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional”.
“É preciso muita falta de escrúpulos e de seriedade para que ao mesmo tempo se defenda o desrespeito do conceito de Reserva Ecológica Nacional numa zona e, por outro lado, se proteste contra soluções em que, noutras zonas, é do interesse municipal evitar a aplicação desse mesmo conceito”, fez notar.»

Só meia dúzia de dúvidas sobre esta curta passagem:

1) Quem é que está ou não está enervado? Quando inquirido pela RTP não fui eu que me baralhei todo, a partir do meu retiro no litoral atlântico.

2) Os partidos da Oposição local são "hostis"? Era suposto serem como? Cordatos como o PC em relação ao Governo? A oposição é o quê, afinal? Uma cambada de invertebrados, como aconteceu muitas vezes no passado?

3) Se são tudo calúnias porque é que a CCDR pode vir a não aprovar alguma coisa? Está João Lobo a afirmar que a CCDR toma decisões com base em "calúnias", incluindo o seu presidente Fonseca Ferreira? Não será esta afirmação uma "calúnia"? Ou como é sua, é apenas uma observação política?

5) Quando se refere ao desrespeito pelo conceito de REN numa zona está a referir-se a quem? À própria autarquia que dirige que decide deslocalizar a REN a gosto?

6) O que é que João Lobo quer dizer quando afirma que existem «soluções em que, noutras zonas, é do interesse municipal evitar a aplicação desse mesmo conceito»? Quie interesse municipal é exactamente esse, se as desanexações acabam fundamentalmente por produzir mais-valias chorudas para privados? E, já agora, com base em que critérios é que o "interesse municipal" aconselha que se evite a aplicação de algo com interesse nacional como a REN?

Estou além...

Chegam-nos ecos da indisponibilidade, ou puro e simples silêncio, dos principais vultos do poder moiteiro e amoitado em relação à iniciativa do movimento cívico da Várzea da Moita (podia ser antes Várzea de Alhos Vedros, mas pronto, agora é tarde) em organizar uma grande Conferência sobre a Política de Solos em Portugal.
As razões implícitas ou explícitas são mais ou menos óbvias, sendo que algumas das explícitas do tipo "não participo porque tenho as minhas razões" são bastante giras e articuladas.
No entanto, eu acho natural este alheamento pela iniciativa, em epsecial ao mais alto nível do poder moiteiro.
Porquê?
Porque há quem não consiga discutir ou debater nada sem ser com os que concordam e dizem amén.
E ainda há quem saiba que não tem nada para dizer e que mais vale não fazer figuras tristes, tipo desenvolver o desenvolvimento.
Aliás, não foi nada por acaso que quando em Almada se discutiu o futuro da Margem Sul por iniciativa do Diário de Notícias e a presença de todos os outros autarcas da zona ribeirinha, o shôr Presidente tenha preferido - trankilamente - ir para os calores de Cabo Verde veranear em nome da cooperação.
Devem ter sido problemas de agenda.
Certamente que as autarquias moiteira e do Tarrafal estariam tão assoberbadas de acontecimentos que não poderiam ter cooperado em outra data.
E assim num debate com cobertura e divulgação nacional, o poder moiteiro primou pela ausência.
O que nos diz muito e explica a atitude actual.

Restabelecida a anormalidade

Após diversos delírios causados pela dasta festiva de ontem que culminou da melhor forma possível - bimbos e lampiões empataram como devia ser, agora só resta não sermos nós a empatar com o penúltimo - a postagem no AVP vai restabelecer a sua fórmula anormal, o que se traduzirá, por exemplo, no início do monumental concurso Os Grandes Comunistas do Concelho da Moita, com o primeiro candidato e respectivo perfil justificativo.
Ainda estamos na dúvida se começamos por ordem alfabética, por ordem cronológica ou assim por um método mais rigoroso tipo ao calhas.
Pensando bem, vamos começar por... logo se vê.

domingo, abril 01, 2007

Anarquia (quase) Sempre!

Contra a sociedade capitalisto-mercantilista aí temos o site da "organização" Yo Mango que define o acto de comprar como entediante, apoiando estratégias destinadas a adquirir bens e mercadorias por meios alternativos.

Editor do AVP vai fazer grande vivenda à beira-rio

Após alguma ciumeira pelo cargo de assessor que eu passei a ter na CMM e após a postagem do filme abaixo que destrói diversos mitos da juventude de toda uma geração, julgou-se ser de elementar justiça que fosse aprovada de forma sumária, sem necessidade de edital e com fiscalização assegurada por um amblíope, a construção de uma vivenda apalhaçada para o segundo editor do AVP, ali mesmo à beirinha do Tejo, ainda estando por saber se vai ser na zona fluvial do Rosário ou se, em consonância com as suas raízes, será ali nas traseiras do Pinhal Castanho na freguesia de Alhos Vedros. No entanto, parece que por causa das lixeiras não muito distantes e da ainda existência do belo escoamento de esgoto por tratar, ele parece não estar pelos ajustes e preferir transferir-se para o Rosárinho ou mesmo para Sarilhos, os pequenos, embora aí a autarquia esteja dominada por uma força partidária que a nova política de alianças do AVP obriga a designar como hostil, de direita e cripto-fascista.
Apenas com esta garantia é que o meu camarada co-editor acedeu, muito a custo, não postar a versão alternativa da cantiga da Abelha Maia e do seu encontro imediato com o Calimero.

O Avózinho da Heidi era mesmo pedófilo...

Editor do AVP contratado para assessor da CMM

Em virtude da cessação ontem, dia 31 de Março de 2007, do contrato resultante do Despacho nº 29/PCM/06, iniciado a 1 de Abril de 2006, um dos editores do AVP foi convidado pela CMM para desempenhar as funções de assessor jurídico da autarquia.
Para além de doutor em muitas leis, tudo diplomado pelas Universidades Moderna (licenciatura em Direito) e Independente (pós-graduação em qualquer coisa também interessante), o referido editor é pessoa de bem, respeitador da maior parte das leis, só exceptuando aquelas que manifestamente estão mal redigidas ou desadequadas do contexto local e por isso devem ser aplicadas com moderação. Para além disso, e se outras qualidades já não tivesse manifestado de forma pública e notória, o editor em causa é pessoa que demonstra «curriculum, experiência profissional e perfil adequado à assessoria pretendida» e será contratado nos temos de documento que se incluirá em anexo logo que for redigido e autenticado para além de qualquer dúvida razoável.

Aliança AVP-CMM

O directório central do AVP declara que estão entabuladas negociações para o estabelecimento de uma parceria entre este blogue e a autarquia moiteira no sentido do poder moiteiro conseguir ter um canal de comunicação decente com a população, actualizado diariamente e com um número algo reduzido de erros ortográficos.
O AVP compromete-se não divulgar nenhum documento público, mas considerado de acesso reservado pela CMM, assim como a não opinar sobre nenhum assunto sensível. Também prestará assessoria linguística aos principais escritos emanados do poder moiteiro e a eventuais discursos e escritos dos seus principais vultos.
Perante isso, o poder moiteiro vai retirar o apoio oficioso a todos (é um ou são dois?) os blogues concorrentes e deixará de se queixar de este ser um blogue "anónimo", porque afinal o anonimato e aa clandestinidade são marcas essenciais da acção revolucionária, e não se saber por quem é "pago", pois a partir de agora passará a saber exactamente quem nos paga. No próximo ano também se prevê que os editores do AVP possam acompanhar o senhor presidente da autarquia numas das suas digressões internaciomnais, seja a Cabo Verde nos meses de maior frio ou a uma qualquer reunião de cidades, aldeias e vilórias aficionadas.
Não há nada que não se resolva.

O AVP recebe subsídio da CMM

E está nomeado para os próximos prémios "Cidadania" a atribuir pelo poder moiteiro no próximo dia 10 de Junho, em disputa com o movimento da Várzea da Moita e o pessoal que idealizou o boato do encerramento do SAP de Alhos Vedros.
De fora ficaram alguns blogues vizinhos, considerados demasiado óbvios e movimentos tidos como cívicos como o da construção da nova Escola Secundária da Moita, dos Amigos do Parque José Afonso e aqueles outros que começaram e nunca mais alguém ouviu falar deles ouu se viram quaisquer resultados.
Um representante da CMM declarou que este ano queriam atribuir o prémio a uma instituição que desenvolvesse mesmo um trabalho regular, consequente e eficaz no concelho em prol dos interesses das populações.