No caso do Valentim Loureiro - como no de Fátima Felgueiras e Isaltino Morais - a negação das evidências também entra já pelas raias do patológico.
As transcrições ontem conhecidas de telefonemas do "Major" deixam pouca margem à imaginação, mas acredito que, mais tarde ou mais cedo, acabem por não ser consideradas válidas como meio de prova.
Pouca coisa há que dizer ou acrescentar sobre um episódio destes.
Desde que conheci um colega dele, também oficial, que serviu no Exército português na Guiné e me descreveu o conceito fléxivel que VLoureiro tinha da propriedade do Estado e a forma como a justificou posteriormente (eram acções de protesto contra o regime ditatorial), só pode acreditar no que ele agora diz e desmente se for claramente acéfalo.
AV1
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário