António preto, um capo dos laranjinhas da distrital de Lisboa de há muitoi se sabe estar enterrado até ao pescoço em esquemas duvidosos.
O facto de artifícios jurídicos terem entravado o avanço dos processos e levado ao arquivamento de outro, não impede que se saiba que o homem é o que realmente é.
Agora conhece-se que o seu dislate e despreço pela Justiça é tal que, para uma diligência em que era necessário fazer assinaturas e autógrafos para comparação grafoilógica, a criatura apareceu de braço engessado, devido a algo que se passara no Hospital de Santa marta.
Vem-se a a saber que o médico, para não se comprometer muito, disgnosticara uma flebite e receitara forte medicação e engessamento, quando o normal é ser usada aspirina e uma imobilização sem gesso, que permite alguns movimentos.
Se eu usasse este tipo de estratagema estava bem arranjado.
Como foi este senhor, resta o opóbrio público de se conhecer o que se passou, mesmo não indo dar em nada, porque de entrave em entrave os processos vão prescrevendo.
AV1
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