
OK, o povo decidiu e decidiu em consciência, acertando em cheio na minha ocupação principal.
Mais de metade dos votantes, acha que eu sou um travesti transformista, seguindo-se 13% que acha que eu sou professor ou amola-tesouras e 11% que eu sou jornalista.
Realço o facto, que penso evidente, que parte destas ocupações não se excluem entre si, pois o dia (e a noite) tem 24 horas e um gajo, em tempos de crise, pode ser professor umas horas da manhã e/ou tarde, escrever umas prosas para um jornal pouco exigente e à noite fazer uns avanços pelo Conde Redondo, Artilharia 1 e Parque Eduardo VII, como já bem insinuaram comentadores bem informados sobre tais hábitos, quiçá velhos conhecidos de tais andanças.
Aos fins de semana, ainda se pode agarrar na velha bicicleta pasteleira com o amolador atrás e dar umas flautadas por aí, prometendo arranjar facas, canivetes, tesouras, guarda-chuvas e outras coisas que tais. Ofício mais tradicional e agradável à ideologia conservacionista, que perfilho nos dias ímpares, do que o de amola-tesouras não haverá.
Mas, nada como admitir que se ganha muito mais como travesti transformista, em especial quando se exerce a variante especializada em bestialidade passiva.
AV1 (digam lá se não consigo rodar umas cabeças e, apesar da quarentena bem medida, se ainda não consigo gastar umas gáspeas...)
Nota final: quem não souber o que são gáspeas, é pá, informe-se...

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